quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Segurança - perda de dados, ameaça incrível e silenciosa

Nos últimos dias de agosto tive a oportunidade de participar da Cúpula Latino-Americana de Analistas de Segurança, congresso organizado pela Kaspersky Lab, empresa gigante no ramo de segurança. Em dois dias discutimos e conversamos sobre muitos assuntos, alguns dos quais estavam totalmente fora de meu radar, fora dos meus pensamentos. Por isso mesmo julgo importante compartilhar estas informações com meus leitores.




figura 01 – Cúpula Latino-Americana de Analistas de Segurança

Este será o primeiro artigo de uma série na qual apresentarei os diversos temas que capturaram a minha atenção nestes dias. Começo falando de algo para mim surpreendente, o risco silencioso da perda de dados. Mas o que isso tem a ver com “Segurança” propriamente dita? Na verdade, TUDO. Há três componentes muito importantes que compõem o conceito de segurança que são confidencialidade, disponibilidade e integridade. E neste primeiro texto falarei do aspecto de integridade de dados.

Marcelo Lozano (General Manager Publisher - IT CONNECT), jornalista especializado foi quem nos trouxe esta importante visão. Trata-se de uma dupla vulnerabilidade, primordialmente problema de disponibilidade da informação, mas também, em uma situação mais remota, de segurança.

Tudo começa com uma análise que foi feita nos sistemas de armazenamento do CERN (Centro Europeu de Pesquisa Nuclear), local que faz as incríveis pesquisas com colisões de partículas, usando o Grande Colisor de Hádrons, um imenso túnel subterrâneo circular com perímetro de 28 quilômetros no qual partículas subatômicas (prótons, elétrons, pósitrons, neutrinos, quarks, glúons, bóson, etc.) são forçadas a colidir com outros elementos e com isso descobrir novas partículas, novos constituintes da matérias, antimatéria, simular o interior de buracos negros, até o estudo do Big Bang... Enfim, experiências que duram frações mínimas de segundo, mas geram imensas massas de dados para análise.


figura 02 – pedaço do Grande Colisar de Partículas


figura 03 – “chuva de partículas” fruto dos experimentos – imensa massa de dados

O que se descobriu, foi que em um volume de dados de 97 Petabytes, 128 Gigabytes estavam irremediavelmente perdidos!! 97 Petabytes é um volume imenso e 128 Gigabytes pode não parecer muito, afinal é praticamente um índice de perda de um em um milhão. Mas nas pesquisas do CERN estes 128 Gigabytes perdidos podem representar uma enormidade em termos de potenciais descobertas que podem ser jogadas fora!!

Para usuários “comuns”, pessoas físicas ou empresas, na média, 3 arquivos serão perdidos para cada 1 Terabyte de informações. Isso me preocupa uma vez que 1 TB é mais ou menos o que usuários têm em seus computadores pessoais. Quais serão estes 3 arquivos, fotos dos filhos, contratos de trabalho, trabalhos acadêmicos??


Segundo Marcelo, que denomina este fenômeno de “ameaça silenciosa”, isso acontece por causa de um uma falha conhecida do protocolo SATA, usado largamente em diversos sistemas de armazenamento. É uma falha “estatística”, mas certamente presentes nos discos SATA utilizados. Mas o problema vai mais longe. Provedores de armazenamento em nuvem como Google Drive, OneDrive, Idrive, BOX, etc. podem ter parte de seus discos com esta vulnerabilidade, não tem como saber.

figura 04 – o famoso conector/interface SATA


Sobre isso eu tive uma importante conversa com Marcelo, que reproduzo a seguir.


figura 05 – Marcelo Lozano durante sua apresentação

Flavio: a perda dos dados, silenciosa como você falou, é por causa do protocolo?

Marcelo: sim o responsável é o protocolo SATA que tem esta vulnerabilidade. No ambiente corporativo devem ser usados dispositivos de armazenamento com interface SAS, que não têm este problema. E quando acontece esta perda, não se pode interromper com um antivírus, um sistema de proteção especial, porque acontece no nível do hardware.

Flavio: mas o que se pode fazer a respeito?

Marcelo: meu maior interesse em falar sobre este assunto é despertar as pessoas para o problema e que os usuários de alguma forma possam cobrar os fabricantes pela solução deste problema de protocolo (que exige investimento).

Flavio: o que me assusta é que as consequências são imprevisíveis, desde a perda de algo sem importância alguma, até um dado tão crítico que possa ter consequências desastrosas!

Marcelo: se você pensar no sistema de dados de uma central nuclear, ou de uma usina hidrelétrica como a usina de Itaipu. Se houver uma leitura de dados errada, isso até pode causar a ruptura da barragem e em Buenos Aires haverá 3 metros de água no obelisco. Os fabricantes dos discos rígidos poderiam mudar o protocolo para SAS, mas não fazem isso por uma conveniência econômica.

Flavio: e nas corporações que usam sistemas de storages com dezenas ou mesmo centenas de disco rígidos...

Marcelo: não faz diferença, o problema vai ocorrer se forem discos SATA. Mesmo os provedores de armazenamento em nuvem. A AMAZON usa muitos discos SATA em seu sistema. E eles têm milhares de discos. Da mesma forma com Azure, a nuvem da Microsoft. A Amazon inclusive tem um estudo sobre taxa de corrupção de dados e para ela, dentro de certos parâmetros é aceitável, está no seu contrato. Assim se acontecer com o usuário, torna-se problema dele e não dela.


figura 06 – diagrama do cenário onde se insere esta vulnerabilidade

Flavio: sendo então a situação é conhecida, quem tem feito algo a respeito?

Marcelo: nos EUA, por exemplo, há uma regulamentação que norteia sistemas com dados médicos. As instituições são obrigadas por lei a utilizar armazenamento cujos discos se baseiem em protocolo SAS e não SATA. Isso é muito sério! Imagine-se sendo tratado em um hospital e um medicamento essencial precisa ser administrado. Você gostaria que exatamente esta informação fosse corrompida na hora de receber o medicamento?

Flavio: pelo que você explicou, parece que tanto faz o elemento de armazenamento ser magnético ou SSD (memória flash), mesmo que em princípio o SSD seja muito mais confiável. É isso mesmo?

Marcelo: a falha que me refiro não acontece na mídia e sim no protocolo de comunicação. Falhas na mídia são previstas e por isso mesmo são recuperáveis por processos criados pelo fabricante, mas não se previu recuperação na comunicação entre discos e quem usa estes dados (computadores, servidores e storages). Na medida que em um sistema cresce a quantidade de discos, cresce a vulnerabilidade.
  

figura 07 – quando ocorre uma troca, muito difícil descobrir

 
Flavio
: esta falha de protocolo, que leva a perda silenciosa de dados, pode ser aproveitada de forma intencional por alguém que queira destruir ou alterar de forma deliberada uma informação?

Marcelo: sim, pode ser usada tanto para destruição como alteração de dados. É algo bastante complexo, exige acesso físico aos discos rígidos, conhecimento para interagir com o firmware dos equipamentos, mas é possível. E a detecção deste tipo de alteração de dados é muito difícil. Analistas forenses muito especializados seriam necessários e muito trabalho de investigação.

Flavio: e quão conhecido é o problema?

Marcelo: os fabricantes sabem há muito tempo. Há também um conjunto grande de trabalhos acadêmicos que versam sobre o assunto. Penso que os jornalistas devem tocar neste assunto com mais frequência para que provoquem maior conscientização e que isso leve a alterações nos projetos, seja consertando a vulnerabilidade, seja trocando o protocolo de forma definitiva nos discos, de SATA para SAS.

Flavio: que aliás, usam os mesmos conectores físicos dos discos SATA, pouca ou nenhuma modificação seriam necessárias nos projetos dos computadores e storages, apenas no software.


Concluindo...

Tive a curiosidade de pesquisar um pouco mais o assunto e não foi difícil achar um dos documentos do próprio CERN que fala sobre o problema, para ler clique aqui. Isso reforça o aspecto da segurança no ponto INTEGRIDADE, um dos pilares básicos. Este assunto estar no Workshop de Segurança organizado pela Kaspersky me fez pensar muitas coisas. E empresa tem um histórico de grande expertise em segurança nos pilares CONFIDENCIALIDADE e DISPONIBILIDADE, elementos que são bastante tocados pelos seus produtos e soluções de segurança, seja para usuário final, empresas pequenas/médias e grandes corporações.

Aliás, o palestrante Marelo Lozano é um colega jornalista, interessado e estudioso do assunto. Penso que o recado que a Kaspersky nos deu por meio deste conteúdo, inserido dentro deste denso workshop é que, SEGURANÇA extrapola as fronteiras daquilo que é óbvio, passa por pontos menos visíveis e não por isso a própria Kaspersky relega a importância disso. A Cúpula Latino-Americana de Analistas de Segurança foi muito rica, muito ampla, compartilhando vários aspectos distintos sobre o tema. Por isso mesmo, aos poucos, irei reestudar o conteúdo que foi compartilhado e trarei mais alguns artigos falando sobre “Cidades Digitais”, “Internet das Coisas”, “Visão das ameaças na América Latina”, “Ameaças aos videogamers”, “Segurança no ambiente Industrial”, etc.!! Aguardem!!

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Quantum Fly - o voo mais alto da marca brasileira de smartphones!

Em novembro de 2015 eu publiquei a análise "Quantum Go – um smartphone simplesmente diferente". O título destacava que de fato havia algo diferente. A começar por ser um projeto nacional feito com extremo cuidado e tecnicamente impecável. Ao longo do teste eu me impressionei com a leveza do modelo GO, seu desempenho, duração de bateria, fotos, enfim tudo que se espera de um smartphone. E à época (antes da revogação da MP do Bem), um preço incrivelmente competitivo, menos de R$ 800 (modelo 4G e 32 GB de armazenamento)!

Isso tudo me fez ter uma expectativa muito grande em relação a novos produtos, pela qualidade do projeto, mas também porque meses a atrás participei de uma seminário técnico com a MediaTek, fabricante do SoC (system on a chip) que fora anunciado como a plataforma do novo lançamento da Quantum. Falei sobre isso no texto "Otimizando desempenho e bateria em um smartphone - MediaTek Corepilot".

Tudo isso me só aguçava minha curiosidade... Mas o dia chegou. O Quantum Fly foi lançado no último dia de agosto e não somente repete as virtudes de seu irmão menor (GO) e mais antigo, mas define um novo padrão em smartphones de nível intermediário (no preço - pouco acima de R$ 1.200), com recursos e características de dispositivos mais sofisticados e mais caros.

Ainda não comecei o meu período de teste, mas em alguns dias devo iniciar, com todas estas expectativas para serem confirmadas! Não se trata de um sentimento "bairrista" ou "nacionalista", pelo fato de ser um projeto nacional, tocado por brilhantes engenheiros brasileiros. Trata-se de uma curiosidade genuína, pois em termos de definições e especificações, parece muito satisfatório!

A Quantum compartilhou um comunicado de imprensa, que replico abaixo, com mais detalhes sobre o lançamento. Em algumas semanas devo publicar o teste com as minhas reais e mais aprofundados.

Flavio Xandó

 

São Paulo, 1 de setembro de 2016 Prestes a comemorar um ano no mercado de smartphones, a brasileira Quantum apresenta seu mais inovador e arrojado produto, o Quantum FLY. A marca é novamente pioneira ao lançar o primeiro aparelho com processador deca-core da América Latina, combinado a 3GB de memória RAM, uma bateria potente e design impecável, garantindo a entrega de uma das melhores performances do mercado.


O foco do aparelho é repetir o sucesso alcançado pelos outros produtos da marca, agora no segmento high-end, superando produtos das concorrentes globais que são encontrados com valores duas ou três vezes acima do novo Quantum. O Quantum FLY chega ao mercado com preço especial de lançamento de R$ 1.299, no boleto à vista. “Reforçamos nosso compromisso de entregar um produto com experiência de uso superior a um preço acessível. Somos a compra inteligente”, afirma o engenheiro e general manager da Quantum, Marcelo Reis.

O novo modelo conta com a potência de dez núcleos do processador MediaTek helio™ X20, que possui características concebidas para maximizar o desempenho e aprimorar a experiência multimídia para o consumidor. A arquitetura da CPU oferece três conjuntos de processadores, cada um projetado para lidar de forma mais eficaz com os diferentes tipos de cargas de trabalho. O resultado desta combinação é mais eficiência alocada para as tarefas que são realizadas com ótima performance e maior duração para a bateria. “O Quantum FLY tira o melhor proveito do chipset deca-core da MediaTek para possibilitar uma experiência fluída ao rodar jogos e vídeos, assim como todas as tarefas multimídia, garantindo desempenho acima da média e economia de consumo energético de até 30%”, observa Samir Vani, country manager da MediaTek Brasil. “Para fazer a diferença no momento do consumidor escolher o seu próximo smartphone, trazemos o primeiro deca-core da América Latina, que entrega o máximo em desempenho, sem deixar de lado o design, que ficou incrível. Acreditamos que quem comparar vai escolher o nosso FLY, por sua entrega em relação aos concorrentes. Com certeza, o dispositivo traduz o nosso objetivo de sermos efetivamente a marca com um Q a mais”, comenta o engenheiro Vinícius Grein, head of Products.


Outros recursos foram incorporados ao Quantum FLY para agregar valor à experiência de quem gosta de tecnologia, como o leitor de impressão digital. Utilizado para identificar o usuário de modo seguro, o sensor agiliza a autenticação no desbloqueio do aparelho ou no login em aplicativos. A novidade chega ao mercado com mais atributos de peso: tela IPS 2.5D de 5,2’’ com resolução Full HD (1920 x 1080 pixels), entregando imagens realistas, 3GB de memória RAM, 32GB de memória para armazenamento, expansível até 128GB via cartão SD, além de uma bateria de 3.000mAh. A câmera traseira é de 16MP, podendo alcançar 24MP com tecnologia Quantum Resolution, que usa sofisticados algoritmos de processamento para produzir fotos de excelente qualidade. Já a frontal é de 8MP, chegando a 13MP com o Quantum Resolution, com flash frontal físico e ângulo de abertura de 80o para selfies iluminadas. Assim como na recém-lançada linha MÜV, o conjunto de câmeras conta com a função PDAF (Phase Detect Auto Focus) para entregar foco ultrarrápido em apenas 0,3 segundo. Em relação ao design, a leveza e a ergonomia do FLY garantem a melhor experiência de uso. Seu peso de apenas 140 gramas, bordas curvas e acabamento metálico tornam o novo Quantum fino e elegante. O aparelho está disponível nas cores Aurora Blue, Cherry Blossom e Stone Grey.

O Quantum FLY pode ser adquirido na loja on-line www.meuquantum.com.br e nos quiosques espalhados por shoppings de todo o país, criados para que o público tenha o primeiro contato em mãos com os dispositivos da marca. “Escolhemos iniciar as vendas do FLY por meio do nosso modelo tradicional de negócios, que é 100% digital. Começamos assim com o Quantum GO e buscamos reproduzir o sucesso com nossos aparelhos MÜV e FLY. No entanto, não descartamos novas possibilidades de vender em outros canais”, comenta o administrador e head of Business da Quantum, Thiago Miashiro.



Conheça as especificações do topo de linha da Quantum:


clique para ampliar

Acessórios


Pensando em trazer novidades atrativas e alinhadas com o perfil do seu público, a Quantum anuncia o lançamento de dois novos dispositivos, a Quantum BOOM e o Quantum LIV, focados nos usuários que gostam de música e diversão, unidas à autonomia e mobilidade.


A Quantum BOOM é uma caixa de som portátil, disponível nas cores prata e dourada, com design elegante e tecnologia Shaker exclusiva, que transfere a vibração do subwoofer para qualquer superfície plana, amplificando a potência do dispositivo. O aparelho é compatível com qualquer dispositivo móvel por meio de conexão Bluetooth e tem preço de R$ 399. A segunda novidade é o fone de ouvido sem fio Quantum LIV, com tecnologia HIFI (High Fidelity), que proporciona som de alta definição. Sua bateria é capaz de durar até 20 horas para reprodução de músicas ou conversação e até 300 horas em standby. Tem tecnologia CVC de 6a geração para cancelamento ativo de ruído em chamadas. O aparelho também é compatível com qualquer dispositivo móvel por meio de conexão Bluetooth com alcance de até 10m ou ainda com cabo tipo P2 e tem preço de R$ 499.


Para atender o desejo dos consumidores por personalização e proteção dos seus aparelhos, a Quantum oferece uma linha completa de películas, cases em várias cores e capas de couro. Feitas sob medida e com matéria-prima de alta qualidade, a linha foi projetada para tornar a experiência com o smartphone FLY ainda melhor.



Quantum celebra seu primeiro ANO

Criada em setembro de 2015 pelos idealizadores Thiago Miashiro, Marcelo Reis e Vinícius Grein, a Quantum trouxe ao mercado brasileiro opções de escolha e tecnologia de ponta por um preço justo. Com essa diretriz em mente, foi lançado o Quantum GO, primeiro smartphone da fabricante que logo se tornou sucesso por trazer um hardware robusto, design diferenciado e preço compatível, características normalmente encontradas em aparelhos muito mais caros. Em julho, chegaram ao mercado os modelos Quantum MÜV e Quantum MÜV Pro. Ao lançar seu terceiro smartphone, a Quantum mantém a mesma proposta de valor. Com um modelo de negócios principalmente voltado para o mercado digital, a Quantum explicita o espírito jovem e arrojado da marca. Em um ano, foram diversificados os canais de vendas para que a compra dos aparelhos seja igualmente fiel ao significado de Quantum, ou seja, exija o mínimo esforço para obter um aparelho incrível. Neste período, a Quantum alcançou significativa expansão e agora marca presença com mais força no varejo físico e em operadoras de telefonia. Além de ganhar maior capilaridade, disponibilizar os produtos nas redes varejistas aumenta ainda mais o poder de escolha do consumidor.

Sempre buscando a proximidade com o seu público e com os admiradores da marca, a Quantum foca sua comunicação e estratégia de marketing em canais on-line, como portais, Google, Facebook e YouTube. Ao longo deste ano, alguns grupos independentes de fãs surgiram no Facebook e, a fim de proporcionar maior interação entre esses usuários, foi criada a Quantum +, sua brand community disponível pela web, em http://www.comunidade.meuquantum.com.br, e pelo aplicativo Quantum +, já embarcado nos aparelhos Quantum. Em breve, também estará disponível para download na Google Play. "É um desafio enorme desenvolver um projeto de comunidade, pois no Brasil não existe nada similar. Acompanhando as discussões nos grupos, nós percebemos que, além de falar de Quantum, os usuários conversam sobre tecnologia de uma maneira geral. Por isso decidimos criar a comunidade Quantum+ não apenas para falar de Quantum, mas algo ainda maior, que fale de tecnologia. Pretendemos construir uma WikiTech, ou seja, um canal dedicado e cheio de conteúdo criado pelos próprios usuários para que todos possam falar sobre tecnologia", conta Marcelo.

asdas

A comunidade é um espaço dedicado para que os membros expressem suas ideias, criem conteúdos, postem artigos e imagens e transmitam seu conhecimento sobre tecnologia, além de promover discussões sobre tendências e inovações no Brasil. O usuário será beneficiado por cada interação que fizer na Quantum + por meio de um sistema de pontuação. O objetivo é transformar a Quantum em uma “Love Brand” para gerar reconhecimento e ainda mais afinidade com os consumidores, também com o público que ama tecnologia e, assim, virar referência no segmento para muitos brasileiros.


Quantum reúne jovens talentos em tecnologia

Os primeiros esboços do que a Quantum viria a se tornar nasceram ainda em 2014. Marcelo, Thiago e Vinícius já haviam começado a estudar o modelo de negócios ideal para colocar no mercado um dispositivo móvel realmente inteligente por um preço imbatível. No entanto, precisavam encontrar um investidor que desse suporte para que o projeto saísse do papel.


Desta forma, a Quantum nasceu em setembro de 2015 como uma unidade de negócios da Positivo, com gestão autônoma e independente. Vinícius, Miashiro e Marcelo integram a primeira geração de empreendedores que nasceu e cresceu com a internet. E, em linha com o espírito do nosso tempo, a Quantum não mantém as tradicionais estruturas hierárquicas: os três empreendedores dividem a gestão da empresa, cada um deles respondendo pela área com a qual tem mais afinidade e contribuindo com o trabalho dos demais. “Nós usamos a web para estudar, para pesquisar, para sonhar e para fazer este projeto se tornar realidade. Agora, por meio da mobilidade e da conectividade que um smartphone oferece, queremos criar as condições necessárias para que milhares de brasileiros possam ter acesso a um produto fantástico, que lhes permita vivenciar uma experiência mais profunda com as infinitas possibilidades que a tecnologia oferece. Nosso objetivo é integrar esse movimento que está fazendo do celular a porta preferida pelas pessoas para avançar pelo mundo”, finaliza Marcelo.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

NVIDIA promove workshop de GPU Computing e CUDA em São Paulo

Evento que acontece em 6 de setembro mostrará benefícios da linguagem de programação para GPU, além de práticas aplicadas em empresas renomadas

A NVIDIA promoverá, em 6 de setembro, a 4ª edição do Workshop de GPU Computing e CUDA. O evento acontece no Insper, em São Paulo e visa mostrar os benefícios oferecidos pelo desenvolvimento de programas para GPU e exemplificar com práticas já aplicadas por empresas.

A agenda contará com a presença do gerente de Vendas Enterprise da NVIDIA na America Latina, Marcio Aguiar, e do Professor da UFF, Esteban Clua, que é Cuda Fellow e diretor do Centro de Excelência da NVIDIA. A palestra terá também a participação de Pablo Bioni, da TV Globo VFX Time, Luiz Vitor Martinez, da GEEKSYS (Empresa finalista do NVIDIA ECS2015), além de outros professores e especialistas no tema.

Como novidade, o evento contará com a participação de Startups apresentando seus projetos desenvolvidos com as tecnologias da NVIDIA e uma nova área, o NVIDIA HANGOUT, que promoverá a troca de experiências ao longo do dia com os pesquisadores que estarão no evento.
O evento será realizado no dia 06 de Setembro no Auditório Steffi e Max Perlman - Rua Quatá, 300 – Vila Olímpia, São Paulo.
O cadastro pode ser feito no site oficial da NVIDIA. Para conhecer a biografia dos palestrantes, baixe o PDF com mais informações.


Agenda – WORKSHOP DE GPU COMPUTING E CUDA


Detalhes do Evento
Local: Insper - Auditório Steffi e Max Perlman
Endereço: Rua Quatá, 300 – Vila Olímpia, São Paulo – 04546-042
Data: 06 de Setembro de 2016
Horário: das 8h30 às 19h
AGENDA
8h30 – 9h10
Registro e Welcome Coffee
9h15 – 9h30
Boas vindas com Luciano Soares - Insper
Marcio Aguiar – Gerente de Enterprise LATAM
9h30 – 10h
Overview de Tecnologias NVIDIA – CUDA 8 & Pascal
Palestrantes: Marcio Aguiar - NVIDIA & Esteban Clua - UFF
10h – 10h40
A Revolução do Deep Learning com NVIDIA DIGITS
Palestrante: Cristina Nader Vasconcelos - UFF
10h40 – 11h20
Criando uma Empresa Global em Escala usando GPUs
Palestrante: Luiz Vitor Martinez – GEEKSYS Empresa finalista do NVIDIA ECS2015
11h30 – 12h10
Desenvolvendo soluções de computação visual utilizando GPUs
Palestrante: Edgar Gadbem – Instituto Eldorado
12h10 – 13h40
Almoço
13h50 – 14h30
Acelerando a Análise Geomecânica de Reservatórios na Indústria de Petroleo com GPUs
Palestrante: Nelson Inoue – PUC –Rio GTEP Grupo
14h40 – 15h
Processamento de Áudio usando Rede Neural Convolucional
Palestrante: Diego Augusto Silva - CPqD
15h – 15h20
Modelos Acústicos no Ambiente de Computação Paralela
Palestrante: José Eduardo de Carvalho Silva - CPqD
15h20 – 15h45
Coffee Break
15h50 – 16h30
“Think out of the box” VFX roadmap e Evolução na Produção de Conteúdo Digitais
Palestrante: Pablo Bioni - TV Globo VFX Time
16h40 – 17h20
Apresentando NVIDIA VRWORKS/ GAMEWORKS SDKs
Palestrante: Luis Gonzaga Jr. - UNISINOS
17h30 – 19h
NVIDIA HANGOUT* e fechamento
*Convidados do NVIDIA HANG OUT:
·       NVIDIA- Pedro Mário Cruz e Silva
·       QUANTALEA– Renato Miceli
·       UFF – Esteban Clua
·       UFF – Cristina Nader Vasconcelos

Empresas parceiras e expositoras do evento:
·       QUANTALEA
·       J!Quant - (Empresa finalista do NVIDIA ECS2016)
·       VIZLab-VR
·       Genial Mind

terça-feira, 23 de agosto de 2016

PRTG 2016 – manter seu negócio 100% operacional é absolutamente crítico

Não é de hoje que a economia global se converteu em economia digital ou digitalizada. Não há negócio que não dependa fortemente de recursos informatizados e também de conectividade. Podemos citar desde a grande fabricante de automóveis, uma grande empresa petrolífera, mas em similar medida de importância também uma pizzaria que realiza entregas em domicílio ou mesmo um consultório médico. Propositalmente citei modelos de negócios muito distantes porque o ponto comum é a necessidade e dependência dos recursos de TI.

Há empresas que adotam um modelo comportamental frente às ocorrências de TI que é fundamentalmente reativo, ou seja, tomam medidas para reparar situações de erros ou falhas apenas quando elas ocorrem. Mas uma razoável parte destas falhas quando acontecem poderiam ter sido antecipadas e ações preventivas executadas se informações sobre a infraestrutura estivessem sendo avaliadas no dia a dia.

A indústria a automobilística lida há muitas décadas com este problema, instituindo a prática de revisões periódicas. Mas existem formas ainda mais proativas para lidar com esta situação no ambiente de TI das empresas. Ser capaz de informar instantaneamente a ocorrência de uma falha ou mesmo ser capaz de prever se um recurso muito crítico estará comprometido é essencial para que haja continuidade nos processos de negócios, para que todos os recursos estejam sempre disponíveis.


Figura 1 – Ilustração – processos de negócios sendo monitorados
 
Parece inacreditável, mas muitos servidores de empresas param por motivos tão triviais como espaço em disco insuficiente ou interrupção de comunicação da rede (um mero cabo desconectado ou danificado). Claro que também por motivos mais complexos. O curioso é que na grande maioria das vezes não são panes catastróficas que causam as grandes interrupções de disponibilidade de serviços nas empresas e sim as mais triviais, que não foram observadas no tempo apropriado.

O desafio é conseguir saber instantaneamente quando uma falha ocorre ou se está para ocorrer. Isso é possível por meio da monitoração constante de muitas variáveis que são relevantes para o ambiente de TI. Isso se consegue acompanhando as informações de diversos indicadores especialmente escolhidos.
  
Pensando em uma UTI de um hospital. Se ocorre uma parada cardíaca na mesma hora um sonoro alarme é disparado chamando a atenção, exigindo medidas imediatas!! Por outro lado, outras variáveis como temperatura corporal, pressão sanguínea, nível de oxigenação se acompanhadas minuto a minuto, ao serem analisadas ao longo do tempo podem indicar uma tendência. Assim, ações podem ser tomadas evitando que prejuízos maiores aconteçam. Para que esperar a temperatura chegar a 40 graus Celsius (quase fatal) para agir a respeito??

O grande diferencial e valor da ferramenta PRTG para as empresas é precisamente este. Problemas reais que já aconteceram são mostrados em primeiro lugar e ajudam a direcionar as ações para reparo urgente e imediato. Também permite que sejam acompanhados de perto os pontos que podem vir a ser fator de comprometimento em um momento futuro. Usando recursos denominados sensores, de vários tipos disponíveis, estes objetivos são atingidos.


Figura 2 – Exemplo de painel de monitoração – Exchange (clique para ampliar)

Dessa forma, é possível garantir a continuidade da operação dos recursos de TI para que não haja impacto nos processos de negócio. Minutos de interrupção têm custos, por vezes, extremamente alto para as empresas. Não atender um cliente, ou apenas atrasar, pode fazer com que o cliente mude de ideia, não contrate aquele serviço, compre certo produto ou escolha outro fornecedor!!

Na infraestrutura de TI existem dezenas, centenas ou milhares (dependendo da complexidade do ambiente) de pontos que necessitam acompanhamento e monitoramento para prevenção contra possíveis falhas. Este é o grande valor, competência e o mérito do PRTG. Com uma implantação muito simples, inclusive sugerindo os sensores mais críticos, olha incansavelmente para todos os pontos sensíveis e ajuda a evitar prejuízos para as empresas que podem advir da parada de processos críticos.

Cada ponto de atenção necessário é monitorado por um “sensor”. Comercialmente o produto é licenciado pela quantidade de sensores, algo muito conveniente porque conforme cresce a estrutura de TI, o número de sensores pode ser ampliado. Além disso, uma versão totalmente funcional (com todos os recursos) está disponível para download sem custo algum para até 100 sensores, o que facilita muito uma implantação a título de teste e para prova de conceito.


Figura 3 – Exemplo de painel de monitoração (clique para ampliar)
 
Acompanho de perto a ferramenta PRTG desde 2012, tendo realizado análises minuciosas também em 2014 e agora em 2016.  Na sequência vou apresentar do ponto de vista mais técnico e detalhado o produto, focando nas necessidades dos administradores de TI.

Conhecer desde 2012, acompanhar cada ponto de evolução é algo muito importante e interessante. Afinal, por ser ferramenta crítica para o sucesso dos negócios, precisa evoluir junto com as necessidades das empresas. E de fato, nestes últimos 4 anos vi muita melhoria e evolução que vou destacar no próximo texto, mais técnico, direcionado para este outro público.



segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Ford Focus 2017 traz o novo SYNC 3, conectividade poderosa de uso simples

Já não se pode pensar em carros em 2016 sem que ele disponha de um sistema de conectividade com os smartphones. São inúmeras funcionalidades proporcionadas pelo sistema e só quem já usou ou usa sabe que se trata de um caminho sem volta. Atender ligação de telefone pelo viva voz (alto falante do carro) sem tirar a mão do volante, escutar as músicas gravadas no smartphone ou da conta do Spotfy, efetuar chamadas selecionando o contato por comando de voz, ativar navegação por GPS, e tantas outras funcionalidades!!
 
A geração anterior de sistema de conectividade da Ford (SYNC 2) dispunha de várias destas funcionalidades, mas um grande salto de qualidade foi dado na versão mais nova que inicialmente estará presente no Ford Focus 2017 (em vias de ser lançado). Certamente o SYNC 3 terá seu lugar paulatinamente em outros veículos da montadora. Para quem usa este sistema dois atributos são absurdamente importantes, funcionalidades e usabilidade. Nem sempre andam juntas estas características. Um bom exemplo é, o SYNC 3 tem a sofisticação de entender os comandos de voz em português, indo mais longe, pois está preparado para reconhecer os diferentes acentos regionais de nosso país.
 

Processamento mais rápido, tela maior (8 polegadas), ícones e informações grandes, número de opções na tela que facilitam as escolhas... Foco na visibilidade e usabilidade são destaques fruto de muitas sugestões recebidas dos usuários pela Ford ao longo do tempo. Aplicativos presentes no smartphone que são compatíveis com o sistema são “transferidos” para o SYNC 3 e podem ser usados na tela do automóvel.

  


A propósito, no dia 21 de agosto da Ford realizou no evento Campus Party de Recife o Hackaton SYNC, uma competição que visa fomentar o desenvolvimento de aplicativos criativos para a plataforma SYNC. Informações, exemplos, aplicações protótipo e simulador do ambiente SYNC no carro foram compartilhados com os participantes. Assim eles se apropriam do conhecimento e recursos necessários para a criação de novas soluções, ampliando o leque de funcionalidades da plataforma.



Destaco no SYNC 3 a compatibilidade com os sistemas CarPlay e Android Auto. O CarPlay é a plataforma da Apple para interação com o iPhone e permite acessar no carro as funções mais usuais do aparelho, como o assistente pessoal Siri, telefone, SMS e aplicativos. O Android Auto é a plataforma do Google, e possibilita o uso do Google Maps, aplicativos, informações do tempo e de trânsito, entre outros.
 

O desenvolvimento e evolução do SYNC 3 vai ao encontro da visão da Ford de proporcionar soluções amplas de serviços de mobilidade, no sentido de facilitar tudo que gravita em órbita da melhor experiência do usuário no ato de se deslocar de um ponto para outro, não importando o recurso. São forma de agregar valor ao ato de se valer dos veículos da Ford para transpor as distâncias necessárias, seja na cidade ou estrada.

Replico abaixo o texto de autoria da Ford, que detalha mais o assunto.






FORD LANÇA O FOCUS 2017 COM O SYNC 3, AVANÇADO SISTEMA DE CONECTIVIDADE MULTIFUNÇÕES COM INTERFACE PARA APPLE CAR PLAY E ANDROID AUTO

A Ford anunciou a maior novidade na área de conectividade em automóveis do ano: o SYNC 3, apresentado pela primeira vez em versões da linha Focus 2017. A terceira geração dessa moderna plataforma representa um avanço significativo, com acesso a smartphones pela interface Apple Car Play ou Android Auto, aplicativos e outras funções.
 
A tecnologia SYNC equipa hoje mais de 15 milhões de veículos no mundo. Foi agora aprimorada com opiniões de milhares de consumidores, introduzindo um novo hardware (equipamento) e um inovador software (programa).
 
O equipamento traz grafismo diferenciado, menus simplificados, tela capacitiva de 8 polegadas similar à dos smartphones, processador ultrarrápido e acesso intuitivo de funções com apenas dois toques ou comandos de voz em português. Além disso, permite fácil atualização de software.
 

O SYNC 3 é considerado internacionalmente o sistema mais avançado de conectividade para veículos, por congregar o maior número de recursos no mesmo equipamento. A engenharia brasileira da Ford revisou todos os seus requisitos para um funcionamento perfeito no Brasil, incluindo o reconhecimento de voz com sotaques regionais, a validação de mapas e aplicativos locais e da Assistência de Emergência, função sintonizada com o celular para ajudar no socorro em acidentes e disponível sem custo para o usuário.

Como os smartphones de última geração, ele opera por comandos de voz ou toques na tela capacitiva, com processador dez vezes mais rápido que a geração anterior do SYNC e muitos competidores atuais no mercado. Os recursos incluem telefone, áudio, navegação e acesso a aplicativos com uma tecnologia criada para oferecer um uso simples e intuitivo, sem complicações.

“O SYNC 3 é uma das portas de entrada do plano Ford Smart Mobility, que prevê uma série de ações da empresa no mundo voltadas para a mobilidade, e cria um novo patamar de tecnologia em sistemas de conectividade", diz Rogelio Golfarb, vice-presidente de Estratégia, Comunicação e Relações Governamentais da Ford América do Sul. “Hoje a Ford não é somente uma fabricante de automóveis de qualidade que despertam paixões, mas também uma empresa que cria soluções, como o SYNC 3, para melhorar a vida das pessoas ao volante de nossos veículos.”


Visão do cliente

No desenvolvimento da nova geração do SYNC, a Ford reuniu mais de 22.000 comentários e sugestões de clientes para conhecer suas necessidades. Foi a maior pesquisa já feita pela marca para o aprimoramento de um produto ou acessório. “Ficou claro que as pessoas querem poder usar no carro todos os recursos disponíveis de conectividade, mas com uma interface simples e fácil de operar”, diz David Borges, especialista em Sistemas de Conectividade da Ford América do Sul.

O projeto do SYNC 3 valoriza a simplicidade, com menos itens para tornar o controle mais fácil e reduzir a necessidade de o motorista olhar para a tela. Os ícones e áreas de toque são grandes e de fácil leitura, com menus bem simples. A tela inicial traz em destaque as três funções mais usadas – áudio, telefone e navegação.

Outra forma de acessar essas áreas é na barra inferior da tela, que mantém sempre disponíveis os ícones de áudio, telefone, navegação, aplicativos e configuração. Uma barra menor no alto exibe hora, temperatura e informações de conexão.
 
A tecnologia de reconhecimento de voz do SYNC 3 foi aprimorada para aceitar variações vocais na forma de comando e sotaques regionais. O número de passos necessários para executar as ações é menor. Para reproduzir uma música, por exemplo, basta dizer "tocar”, seguido do nome da música, do artista, álbum ou gênero. Além de se conectar com dispositivos de qualquer marca e modelo, tem fácil atualização de software via wi-fi ou USB.
 
Telefone, música e navegação

A tela do telefone mostra as principais funções em ícones grandes, de fácil leitura e acesso. Além dos comandos de voz, o telefone dispõe de uma lista de contatos com barra de rolagem e seleção alfabética. Como nos smartphones, basta deslizar o dedo para chegar ao nome desejado. A seleção de áudio também ficou mais simples: apenas dois toques levam a todas as fontes disponíveis, incluindo aplicativos como Spotify.
  
O sistema de navegação traz uma interface gráfica bonita e clara. A tela inicial exibe atalhos para os destinos mais frequentes, como casa e trabalho, e uma aba com os ícones dos pontos de interesse mais acessados, como postos de combustível, restaurantes e hotéis. O mapa pode ser visualizado em 2D ou 3D e inclui as funções de mover, girar e dar zoom com o toque de dois dedos na tela. No campo de busca, não é preciso digitar o endereço ou nome completo de um ponto de interesse: quando se inserem as primeiras letras ele mostra as opções disponíveis no banco de dados.
  

Aplicativos

O SYNC 3 permite o acesso a aplicativos de smartphones por comandos de voz ou toques na tela, através da interface conhecida como AppLink. Os apps compatíveis são identificados e organizados automaticamente dentro da aba “Aplicativos”.
A lista de apps inclui Spotify, Glympse, Alpeo!, Banco 24 Horas, Filho Sem Fila e Mix FM, além de outros como UOL Notícias, Sem Parar, Palco MP3 e Touch Pizza, que já estavam disponíveis na plataforma anterior e estão sendo atualizados para operar com o novo sistema.

CarPlay e Android Auto

Uma grande novidade do SYNC 3 é a compatibilidade com os sistemas CarPlay e Android Auto. O CarPlay é a plataforma da Apple para interação com o iPhone e permite acessar no carro as funções mais usuais do aparelho, como o assistente pessoal Siri, telefone, SMS e aplicativos. O Android Auto é a plataforma do Google, e possibilita o uso do Google Maps, aplicativos, informações do tempo e de trânsito, entre outros.

Esses sistemas não são um simples espelhamento da tela do celular. Por questão de segurança, a Google e a Apple trabalharam junto com fabricantes de veículos para simplificar as informações na tela de modo a não distrair o motorista.
  

Ao redor do mundo
  
Instalado em mais de 15 milhões de veículos no mundo, o SYNC é o sistema multimídia líder da indústria. Ele foi o primeiro a oferecer uma tecnologia acessível de comando de voz para smartphones e é peça central do plano global da Ford para desenvolver novas soluções de mobilidade, conhecido como Ford Smart Mobility. A sua primeira geração foi lançada em 2007 na América do Norte e chegou ao Brasil no ano seguinte. Hoje, está disponível em todas as linhas da Ford no País, incluindo Ka, New Fiesta, Focus, Fusion, EcoSport, Edge e Ranger.
  
Ele incorpora também a Assistência de Emergência, recurso pioneiro introduzido pela Ford no Brasil, que faz uma ligação automática para o Serviço de Atendimento Médico de Urgência, SAMU, por meio de um celular pareado, em caso de acidente do veículo com acionamento dos airbags ou corte de combustível.

Focus 2017
 
O SYNC 3 estará disponível em modelos 2017 da Ford que chegam ao mercado nos próximos meses. O Focus Hatch e o Focus Fastback são os primeiros a incorporar o novo sistema de conectividade, nos modelos topo de linha Titanium e SE com o chamado pacote Plus. Eles são destinados principalmente a um grupo de consumidores entusiastas que têm desejo por tecnologias de vanguarda.
  
Além do SYNC 3, a linha 2017 do Focus traz como novidades de série, nessas versões, luzes diurnas de LED, teto solar, seis airbags, alarme volumétrico, câmera de ré e console de teto.
O Focus Hatch 2017 SE é disponível nas versões com motor 1.6 Sigma Flex de 135 cv e transmissão manual de cinco velocidades, ou motor 2.0 Direct Flex de 178 cv com transmissão sequencial de seis velocidades e Paddle Shift.


Ambas trazem como novidades alarme volumétrico e luzes diurnas de LED. Também vêm equipadas com: rodas de liga leve 17”, controle eletrônico de estabilidade e tração (AdvanceTrac), assistente de partida em rampas, controle de torque em curvas, aviso de pressão baixa dos pneus, SYNC 2 com AppLink, Assistência de Emergência, faróis de neblina, acendimento automático dos faróis, espelho retrovisor eletrocrômico, sensor de chuva e chave programável My Key.
O pacote de opcionais Plus adiciona o SYNC 3, câmera de ré e seis airbags (frontais, laterais e de cortina), além de: rodas de liga leve 17” exclusivas, ar- condicionado automático e digital dual zone, bancos de couro, sensor de estacionamento traseiro, piloto automático e limitador de velocidade.
  

  
A versão Titanium, disponível somente com motor 2.0 e transmissão automática, acrescenta teto solar, acabamento e rodas de liga leve 17” exclusivos, acesso inteligente e partida sem chave Ford Power e som Sony Premium com cinco alto-falantes e quatro tweeters.
  
O seu pacote de opcionais Plus inclui assistente de frenagem autônomo, faróis bi-xênon adaptativos, sistema de estacionamento automático de segunda geração, sensor de estacionamento dianteiro, espelhos com rebatimento elétrico e banco do motorista com ajuste elétrico em seis posições.
O Focus Fastback oferece os mesmos equipamentos nas versões SE e Titanium, exclusivamente com motor 2.0 e transmissão automática.