segunda-feira, 21 de setembro de 2020

PapoFácil #558 Wacom interfaces digitais para arte, design, engenharia, educação e tanto mais

 Thiago Tieri, Gerente de Marketing, conta sobre a empresa fundada em 1983, japonesa, cuja visão é aproximar pessoas e tecnologia por meio interfaces naturais, que a tornou líder mundial de tablets e displays interativos para canetas, além de stylus digitais e soluções para salvar e processar assinaturas digitais. A tecnologia avançada dos dispositivos de entrada intuitiva da Wacom foi é usada para criar artes, filmes, efeitos especiais, moda e designs empolgantes no mundo todo e fornece aos usuários corporativos e domésticos sua tecnologia de interface para expressar sua personalidade. 

Gravado dia 09/09/2020   


A visão da Wacom é aproximar pessoas e tecnologia por meio de 
plataformas naturais de interface





#PapoFácil #FlavioXandó #WACOM #produtividade #tablet #interfacedigital #mesadigitalizadora #arte #engenharia #design #vídeos #efeitos #educação #líder

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

PapoFácil #557 Nice implanta CXOne, Contact Center em nuvem na Icatu Seguradora em apenas 3 dias

Thiago Siqueira, Diretor de Operações e Alianças, conta sobre o projeto de implantação do CXone, sistema de contact center em nuvem, na Icatu Seguradora, que foi concluído em prazo muito curto (3 dias!!) para viabilizar o atendimento na ocasião do início da quarentena já que o atual prestador deste serviço não tinha a possibilidade de mover a equipe, cerca de 200 pessoas, para suas casas com ampla funcionalidade do sistema de atendimento e integração com outros sistemas da seguradora.

Gravado dia 11/09/2020   


Nice implanta CXOne, Contact Center em nuvem na Icatu Seguradora
em apenas 3 dias




#PapoFácil #FlavioXandó #Nice #IcatuSeguradora #ContactCenter #CXone #nuvem #migração #implantação #homeoffice #quarentena


PapoFácil #556 Agility Xaas (Tudo como Serviço) o modelo tecnológico da pós-pandemia

 Fabio Soto, CE, conta como a oferta das soluções denominadas Everything as a Service (XaaS) trazem de maneira simples e eficaz repostas agéis para as empresas nas áreas de Gestão Avançada de Ameaças, Gestão de Privacidade de dados e Proteção de Aplicações Multicloud, englobando toda a operação do cliente com ênfase em sistemas de segurança pode dar resultados produtivos que por não serem soluções isoladas, comprometem-se com o foco e resultados dos negócios.

Gravado dia 11/09/2020 



XaaS, o modelo tecnológico pós-pandemia

A Transformação Digital está na pauta da nossa sociedade há algum tempo. Alguns setores, como telecomunicações e serviços de atendimento ao cliente, saíram na frente e já possuem escalas maduras de automação em suas operações. Outras, como saúde e educação, por exemplo, estão dando passos fundamentais no momento, em meio a um personagem não esperado na equação: a pandemia do coronavírus em 2020.

O cenário atual acelerou em alguns anos um futuro para o qual já caminhávamos (a passos mais curtos): a utilização de serviços de cloud e a necessidade da adaptação rápida a mudanças imprevisíveis se tornaram emergentes. Nesse contexto, a metodologia de serviços agile utilizando modalidade “Everything as a Service” (XaaS) se sobressai. E por quê?

XaaS entrega o resultado dos negócios. É uma alternativa de aproximar o modelo de negócios tradicional dos modelos inovadores atuais, já que flexibiliza processos e operações por serviços de tecnologia prestados por consultorias especializadas e eficientes. Além da escalabilidade proporcionada por tecnologia de ponta oferecida como serviço, o foco está nos bons resultados de cada tipo de negócio. Dessa forma, a boa experiência do cliente é o objetivo mais satisfatório. E se métodos e aplicações tiverem de sofrer rápidas mudanças de acordo com as demandas, o XaaS é a solução mais favorável para solucionar problemas como velocidade da internet ou atualização dos dispositivos.

A escolha pelo XaaS favorece aos players de um segmento de mercado manter o foco no ciclo de vida das aplicações e na reputação de suas marcas. É uma forma mais fluida de lidar com tecnologia. Afinal, a interação com os clientes se torna cada vez mais rápida e os consumidores agora estão a apenas um clique de seus fornecedores favoritos. Hoje, um erro e a perda pode ser (e geralmente é) irreparável. A Experiência do Cliente é o ponto central aqui e pode ser alcançada de maneira muito mais ágil. Afinal, correções de rota são comuns atualmente e o XaaS facilita esses processos. Se algo não dá certo, pode-se mudar a rota e seguir por outro caminho. A estratégia muda na velocidade da tecnologia e esta avança na velocidade da internet, dos apps, dos dispositivos. Se já é assim agora, imagine quando o 5G estiver entre nós!

Questões como redução de custos, segurança e privacidade de dados não devem ser esquecidas nesse contexto. Aqui também o XaaS leva vantagem, justamente porque dá a oportunidade da criação de sistemas, aplicativos e ambientes tecnológicos dentro de um ambiente seguro e monitorado pelo parceiro escolhido. E este deve ser um ponto altamente relevante quando da escolha da consultoria de TI a levar esses processos em conjunto com a empresa.

Conheça mais sobre nossas soluções: http://somosagility.com.br/xass  







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quarta-feira, 16 de setembro de 2020

PapoFácil #555 NeoBPO amplia leque de soluções para transformação de processos digitais

Bruno Consul (CDO) e André Prevedel (CTO), falam da oferta de soluções, tecnologia e serviço de BPO, aliando consultoria CX, UX e Design Thinking, apoiando os clientes na transformação digital e na criação de novas jornadas de atendimento, redefinindo a forma como consumidores e empresas se relacionam e reduzindo custos na empresa, integrando inteligência para Backoffice, Engajamento Digital, Atendimento ao Cliente, Centro de Serviços Compartilhados, Cobrança, Infraestrutura para atendimento e Gestão e Monitoramento de Mídias Sociais, além de soluções de Chat, Chatbot, Agente virtual, URA visual, URA inteligente, Facebook Messenger, Robôs de automação de processos (RPA), e suíte de CRM Omichannel.

Gravado dia 10/09/2020   



NeoBPO amplia leque de soluções para transformação de processos digitais




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terça-feira, 15 de setembro de 2020

PapoFácil #554 Nice CXone omnicanal, analytics, automação, compliance e Inteligência Artificial

Marcelo Bueno, Diretor Comercial Cone Sul, conta sobre a solução CXone que realiza a melhor integração entre plataformas e contempla as principais necessidades dos centros de atendimento ao cliente: interações omnicanal, analytics, otimização da força de trabalho, automação, compliance e Inteligência Artificial. 

Gravado dia 08/09/2020   



Nice integração entre plataformas em prol dos centros de atendimento ao cliente




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segunda-feira, 14 de setembro de 2020

PapoFácil #553 Elsevier conhecimento, experiência e recursos tecnológicos a favor da medicina

Claudia Toledo, General Manager, conta como a tecnologia tem ajudado a promover um salto na qualidade da saúde no Brasil, como os recursos tecnológicos podem melhorar os processos e o atendimento prestado pelos hospitais e profissionais, ajudando assim a vencer os desafios da saúde no nosso país e como a organização e disponibilização de informações médicas potencializa a evolução da saúde no mundo e no Brasil.

Gravado dia 08/09/2020    



Elsevier conhecimento, experiência e recursos tecnológicos a favor da medicina




#PapoFácil #FlavioXandó #Elsevier #saúde #informação #recursos #pesquisa #automação #hospitais #enfermagem #evolução #medicina

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

 Vanessa Tiba, Country Manager, conta que a empresa é uma fornecedora global de soluções omnicanal para unificar todas as interações entre empresas e seus clientes, proporcionando excelentes experiências ao cliente, por meio da Altitude Xperience, plataforma de software para contact center, modular e escalável, que ajuda as organizações a gerenciar suas interações com os clientes e a criar experiências personalizadas ao longo de toda a sua jornada. Fornece soluções personalizadas para diversas áreas, como atendimento ao cliente, telemarketing, cobrança de dívida, help desk, atendimento ao cidadão, entre outras, tendo como clientes, por exemplo,  Banco Itaú, BBVA, Transcom Worldwide, Mapfre, Sitel, Results e Teleperformance.  

Gravado dia 03/09/2020   

Altitude Software lança serviço para adaptar experiência do cliente aos novos tempos




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PapoFácil #552 Altitude Software lança serviço para adaptar experiência do cliente aos novos tempos

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

PapoFácil #551 Nutanix anuncia novos recursos para infraestrutura convergente em data center e nuvem

 Leandro Lopes, Diretor Pré Vendas Latam, fala das novidades apresentadas no evento .NEXT que aconteceu no início de setembro no qual evoluções muito importantes foram anunciadas no aspecto de desempenho, por meio de uma parceria com a Intel, usando SDKs para obter acesso mais direto ao hardware, melhorias e inovações nos aspectos de segurança e redes virtuais, que facilitam aplicações multicloud e também fala do novo programa de parcerias denominado Elevate que aproxima mais a empresa dos parceiros e dos clientes.

Gravado dia 04/09/2020   

Nutanix anuncia novos recursos para infraestrutura convergente
em data center e nuvem 



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terça-feira, 8 de setembro de 2020

PapoFácil #550 RV Digital conectando empresas e consumidores por meio de pagamentos eletrônicos

Valmor Bosi, CEO, conta sobre a oferta de soluções inovadoras para a comercialização de serviços pré-pagos, pagamentos de contas e recebimento de cartões de crédito e débito para grandes, médios e pequenos varejistas, em mais de 100 mil pontos de vendas de todo o País, com atuação em mais de 4 mil municípios no território nacional, a RV Digital tem como propósito conectar consumidores e pontos de venda de forma simples e prática, democratizando o acesso a serviços digitais, telefonia celular e entretenimento para toda a população.

Gravado dia 02/09/2020   



RV anuncia nova marca e marketplace para acelerar inovação no mercado de transações digitais




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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Samsung Galaxy A71 e M31, famílias diferentes mas com boas semelhanças e recursos

Já fazia um bom tempo que não fazia um artigo sobre smartphones, mas quis o destino que apesar de eu me posicionar ano passado que não iria testar mais produtos de consumo, a Samsung me mandou para testes, não um, mas dois smartphones. Primeiro recebi o surpreendente A71 e algumas semanas não menos excelso M31! 

O objetivo deste texto não é detalhar ambos os aparelhos em todos as minúcias, mas compartilhar minha experiência em relação a três pontos que mais capturaram minha atenção. Falo de usabilidade, duração de bateria e competência no registro de fotos, aliás, ambos com múltiplas e competentes câmeras.

Cumprindo o trâmite esperado, seguem abaixo as especificações destes dois modelos:




Figura 01 – especificações

Usabilidade do A71

Quando comecei a testar o A71 e fiquei encantado com sua beleza, leveza e “pegada”. Sua imensa tela de 6.7 polegadas, super Amoled de resolução FullHD Plus, ótimo nível de brilho e contraste apresentam uma imagem digna de um Galaxy que está se esforçando para se parecer com seus irmãos maiores da família “S”. Mas o que mais gostei foi de sua leveza e pequena espessura. Chega a surpreender ter um aparelho como aquele nas mãos e não sentir o peso que se imaginava.

                                                                                Figura 02 – Samsung Galaxy A71

Ele é rápido! Usa o atual e moderno chipset Qualcomm SnapDragon 730 que não apenas é responsável pela desenvoltura da interface, mas também por sua agilidade. É também quem processa as imagens na hora das fotos e vídeos. Os aplicativos abrem rápido e não tive nenhum “engasgo” no uso multitarefa.

Ele mantém o conector P2 para fone de ouvido, que é um elemento em processo de extinção. Uma pena o P2 estar em extinção porque eu e tantas outras pessoas têm ótimos fones comprados ao longo dos anos, que ficarão sem uso em aparelhos sem este conector. Mas o A71 tem!! E traz um fone de ouvido de ótima qualidade.

O conjunto de câmeras ocupa uma estrutura em formato retangular, “carinhosamente” apelidado de “cooktop” por muitos (por parecer a parte de cima de um fogão). É um design de gosto duvidoso, mas eu confesso que já me acostumei e tem sido usado em quase todos os aparelhos da Samsung em 2020

Figura 02 – disposição das câmeras do A71

A interface proprietária da Samsung, a One UI 2.0 é rápida e muito intuitiva. Com a padronização em toda sua linha de smartphones torna-se muito simples passar de um aparelho para o outro. Aliás, para iniciar o teste com o A71 eu usei o já tradicional recurso Smart Switch que em poucos minutos já se encarregou de “duplicar” meu ambiente do S10 Plus que tenho para o A71, seguido de mais uma hora de downloads de aplicativos e dados. Para migrar do A71 para o M31 foi igualmente simples e fácil.

Usabilidade do M31

M31 e A71 são aparelhos de famílias distintas, mas podem ser considerados primos, parentes próximos. O M31 tem uma tela um pouco menor, 6.4 polegadas. Também tem uma “pegada” muito boa na mão, porém com duas diferenças grandes.  Ele é mais grosso e um pouco mais pesado. Tem bordas mais arredondadas enquanto o A71 é mais esguio e anguloso. É 1.2 mm mais largo e 12 gramas mais pesado. Isso é perceptível no manuseio. Não é desconfortável, mas o A71 me agrada mais em seu uso no dia a dia.

Figura 03 – as versões do M31

O M31 usa o chipset da própria Samsung, o Exynos 9611, que seria aproximadamente equivalente ao Qualcomm SnapDragon 712, ou seja, em teoria um pouco mais lento que o SnapDragon 730 do A71. Mas no dia a dia a experiência de uso foi tão boa quanto. Aplicativos abrindo rapidamente, sem gargalo algum no uso do multitarefa. Testar com jogos não é minha prioridade em testes de smartphone, mas nesse uso mais extremo o chipset superior, incluindo a GPU (processamento gráfico) Adreno do A71 supera a GPU Mali do A31. Mas se jogos não são sua prioridade, ambos são igualmente competentes.

O M31 também traz o conector P2 para fones de ouvidos (com fio), embora o fone que acompanhe o produto seja de um tipo muito simples (“chuveirinho”) cuja qualidade é apenas mediana.

Vou detalhar quando falar especificamente das câmeras, mas ambos têm as mesmas funcionalidades, embora com especificações um pouco diferentes (abertura, megapixel, etc.). Também a disposição traseira das câmeras é diferente.

Figura 03 – câmeras do A31

Na figura abaixo podem ser vistas os dois conjuntos de câmeras, começando pelo M31 e depois A71. Percebam que são funcionalmente as mesmas, mas em disposição um pouco diferentes. Também se vê o sensor de impressão digital do M31 que fica na traseira em vez de ser sob a tela como é no A71.

Figura 04 – câmeras do A71 e M31

Relendo estes parágrafos já escritos eu tive a impressão de que eu disse que o A71 é substancialmente superior. O A71 é mesmo muito bom, um intermediário que se arrisca a ter uma usabilidade de categoria superior. Mas não tire suas conclusões ainda. Seria precipitado. O M31 tem virtudes ainda não exploradas e não apresentadas neste texto.

Como o A71 foi o primeiro que eu testei, confesso que minha identificação com ele foi tão grande que já com o M31 em cima da minha mesa, eu permanecia usando o A71. Tanto que por isso fiz com ele o maior teste de bateria de toda minha história com smartphones, foram 47 dias de análise e coleta de dados. Um dia criei coragem e troquei o A71 pelo M31.

E foi uma feliz surpresa. O A71 é de uma família superior, mas o M31 me satisfez muito. Tirando sua “pegada”, por ser mais espesso e um pouco mais pesado, no dia a dia traz ótima experiência, câmeras que são muito próximas mesmo das câmeras do A71 e uma bateria INFINITA!! Vou contar melhor sobre isso ao descrever o consumo de bateria de ambos!!

Escolher um dos dois poderia ser uma questão de preço. Mas não é bem assim. Cada um tem virtudes únicas por conta de características próprias. Já que falei de preço, o A71 foi anunciado por um valor substancialmente alto, como a Samsung sempre faz com seus aparelhos, mas hoje, começo de setembro pode ser encontrado no mercado por R$ 1999. Já o M31, lançado depois (vendido apenas em varejistas online), foi anunciado por R$ 2399, mas pode ser encontrado por R$ 1799, ainda pode cair mais seu preço nas próximas semanas.

As Câmeras do A71 e M31

Ambos têm os mesmos conceitos de câmeras. Elas têm muito mais semelhanças do que diferenças. Começando pela frontal, tira fotos em exuberantes com seu sensor de 32 MP e filma em FullHD e 4K em 30 quadros por segundo, pelas especificações provavelmente são as mesmas câmeras ou muito próximas.

São quatro na traseira, sendo a principal de 64 MP e nos dois a foto resultante é de 16 MP, pois a Samsung usa um artifício de agrupar 4 pixels para formar um pixel maior e com isso obter melhoria no grau de iluminação da cena, sensibilidade à luz, etc. Mas tanto o A71 como o M31 conseguem tirar fotos na resolução nativa de 64 MP (opcionalmente). A abertura dessa lente de 64 MP é igual nos dois casos (f/1.8), mas como um deles usa Exynos e o outro SnapDragon o pós-processamento da foto é ligeiramente diferente. Isso no modo normal. No modo noturno o A71 apresenta um resultado mais aprimorado, o A31 neste ponto tem desvantagem.

Existe mais uma curiosa diferença entre ambos. Quando usados na resolução plena de 64 MP, o A71 ao registrar a foto demora um pouco mais que o A31 que em teoria teria um processador menos potente (Exynos 9611 versus SnapDragon 730). Mas é fato, o M31 responde mais rápido ao sacar fotos de 64 MP.

Vou começar mostrando as diferenças no modo noturno. Todas as fotos foram tiradas na mesma hora, mesmo lugar e com um pequeno tripé. 

Figura 05 – M31 foto a noite sem modo noturno

Figura 06 – M31 foto a noite usando o modo noturno

Ao olhar as duas fotos acima do M31 em primeiro lugar eu me surpreendi ao perceber que em modo noturno ocorre um “crop” da foto, ou seja, ela é aproximada um pouco, como se algum nível de zoom digital fosse aplicado. Não, eu não usei a grande angular na primeira foto. Ao olhas ambas a fotos elas parecem OK. Não são fantásticas, são apenas OK.

Mas ao cortar um segmento de 620x350 pixels da foto acima, de uma imagem que tem 3624x1836 pixels (7 MP – a foto sem modo noturno tem 12 MP), dá para perceber uma queda sensível de qualidade, ruído, falta de detalhes. Para apreciar a foto “como um todo”, é um resultado razoavelmente bom frente à falta de luz no momento (de noite).

Figura 07 – M31 foto a noite usando o modo noturno – um corte de 620x350 pixels da foto

Agora vamos ver as mesmas fotos tiradas no mesmo local e hora com o A71.

Figura 08 – A71 foto a noite sem modo noturno

Figura 09 – A71 foto a noite usando o modo noturno

Figura 10 – A71 foto a noite usando o modo noturno – um corte de 620x350 pixels da foto

As fotos tiradas a noite são melhores no A71, em quaisquer dos modos e no modo noturno o corte mais próximo mostra mais informação, menos ruído e mais nitidez (embora pela circunstância difícil que a foto foi tirada, ela não seja perfeita.

Aqui acaba o “castigo” desses smartphone. Digo isso porque em condições de boa luz as fotos de ambos são incríveis! Sejam em 16 MP (4:3), 64 MP, grande angular e mesmo a câmera macro.

Aliás, acho que fotos noturnas como as que eu fiz são importantes, mas sabemos que a imensa maioria das fotos são tiradas em ambientes externos e iluminados. Portanto isso deve ser levado em conta ao elogiar ou criticar um smartphone quando se avalia suas câmeras. Dar o devido peso na avaliação final à importância de cada recurso.

Vamos agora comparar fotos tiradas na resolução normal de 16 MP e 64 MP durante o dia. Vou começar pelo A71. Ao usar a câmera em 16 MP (12 MP se optar por 16:9 em vez de 4:3) entra em ação a tecnologia de aglutinação de pixels que aproveita melhor a luz. Além disso, em 64 MP o processamento de HDR (alcance dinâmico – visualização das partes mais claras e mais escuras de forma mais equilibrada) é eliminado ou muito atenuado em função do tamanho da imagem. Quem quiser pode editar a foto e tentar trazer mais dessas características da foto em 16 MP, mas como o usuário desses smartphone são pessoas que usam “apontar-e-tirar” a foto, não as imagino fazendo isso. Mas vejam as fotos.

Figura 11 – A71 foto diurna tirada em 64 MP

Figura 12 – A71 foto diurna tirada em 16 MP/12 MP – melhor HDR

Fica evidente o maior alcance dinâmico na foto de 16 MP/12 MP (4:3/16:9). Mas se a imagem é mais bonita na foto de menor resolução, há muito mais informação na foto maior, que permite um corte com muito mais qualidade. Vejam estes dois cortes que fiz nas fotos.

Figura 13 – M31foto diurna de 16MP cortada (800x450)

Figura 14 – A71 foto diurna de 64MP cortada (1600x900) – mesma área

Repete-se aqui a diferença das cores e alcance dinâmico, mas a qualidade da última imagem, corte feito a partir das duas diferentes fotos, é muito melhor, como esperado.

Para as fotos não ficarem muito repetitivas aqui neste texto, não vou mostrar as quatro mesmíssimas fotos feitas no A31, mas preciso dizer que houve uma pequena mudança. A foto em 64 MP é um pouco mais clara e a foto em 16 MP tem um pouco menos do alcance dinâmico. E o corte da foto de 64 MP ficou com o mesmo nível de nitidez que a do A71, mas ligeiramente mais clara.

Eu me arrisco a dizer que o sensor da câmera principal é o mesmo ou muito parecidos, mas os diferentes chipsets (Exynos e SnapDragon) é que são responsáveis pelas diferenças observadas.

Vamos falar de selfie agora. Em ambos smartphones o sensor é de 32 MP, mas a foto resultante é de 8 MP, uma resolução excelente e por conta da aglutinação de 4 pixels em um, a imagem é realmente aprimorada. Não percebi nível algum de suavização da pele como muitos smartphones fazem em selfie. Manchas na pele e minhas rugas são bem perceptíveis. Seguem dois exemplos, tirados em dias diferentes.

Figura 15 – Selfie tirada no  M31 e no A71, ótimos detalhes

A foto tirada com o M31 foi em um dia nublado, isso faz diferença, mas mesmo assim há ótimo nível de detalhes nos dois smartphones. A foto abaixo, em detalhes, mostra isso.

Figura 16 – Detalhe da Selfie tirada com o M31 em dia mais nublado.

Seguem agora algumas fotos tiradas com ambos smartphones mostrando a ótima competência em diferentes situações.

Figura 17 – M31 foto em grande angular

Figura 18 – M31 câmera principal, desfoque natural

A próxima foto, ainda com o M31 foi tirada com a câmera macro (5 MP), feita para curtas distâncias , para registar detalhes. Ao lado dela tem uma foto muito parecida, mas tirada com a câmera principal. A câmera macro não tem autofoco, o usuário precisa aproximar e afastar o smartphone até obter o foco desejado. Na minha opinião a imagem capturada pela lente macro é um pouco mais detalhada que um corte da foto feita com a câmera principal, mas não tanto assim. A pessoa se tiver dificuldades com o foco pode ter um resultado semelhante com a câmera principal.

Figura 19 – M31 câmera macro e câmera principal

Por fim quero mostrar o grau de detalhes que a câmera do M31 é capaz de capturar. A foto abaixo, tirada na vertical, de um boneco do Mestre Yoda que me deparei ao longo do meu caminho, ilustra bem. Tirei a foto a uma certa distância, uns 5 metros e ainda assim há muito detalhe capturado.

Figura 20 – M31 câmera principal, destaco os detalhes, tirada com boa luz

A próxima foto mostra um cenário difícil para câmeras de menor capacidade que é o pôr do sol. Como há forte contra luz, se o HDR não for competente demais todo o primeiro plano da foto fica escuro. Nessa foto os prédios que estão no primeiro plano estão até mais claros do que meus olhos viam na hora. Já vi fotos assim, por exemplo no S10 Plus e em alguns smartphones nos quais eu instalei a GCAM (Google Camera). Ótimo trabalho do A71! Tanto que apesar dele ter SnapDragon 730, eu me desmotivei instalar a GCAM por falta de necessidade.

Figura 21 – A71 câmera principal

Na foto abaixo quero mostrar a riqueza de cores e contrastes e principalmente o lindíssimo desfoque de fundo gradual, proporcionado pela ótica do aparelho e não por software. Aliás os aparelhos da Samsung têm o “modo retrato” para fazer por software o desfoque, auxiliados por um sensor (uma das quatro câmera traseiras). Também fica bonito, mas o desfoque natural eu acho muito mais. Precisa saber a distância certa para usar o desfoque ótico.

 
Figura 22 – A71 câmera principal, destaco o desfoque natural, tirada com boa luz

Na próxima foto mostro o uso da câmera macro. Ela tem 5 MP de resolução (2576x1932), que é suficiente para fotos deste tipo, mas é uma câmera um pouco mais escura. Percebe-se que esta foto está um pouco menos luminosa que a foto anterior, tirada da mesma flor, mas com a câmera principal. Também preciso destacar que nesta câmera o foco tem que ser feito manualmente, afastando ou aproximando o smartphone até estarmos satisfeitos com a imagem. E o foco é bem sensível. Vejam que consegui foco no interior da flor, mas as folhas já estão saindo de foco. Mas ainda assim há mais nitidez do que pegar a foto anterior e fazer o corte da região central.

Figura 23 – A71 câmera macro, foco manual, tirada com boa luz

Figura 24 – A71 câmera principal, com o mesmo corte da macro, mais luz, mas menos nitidez

Falando em nitidez, o A71 me surpreendeu mesmo. Até em uma foto de um painel que encontrei na rua. Nas próximas duas fotos podemos ver o quadro aberto e o corte de apenas um pedaço. Em tese quanto mais megapixels tem de resolução uma câmera, mais qualidade encontramos ao fazer os cortes. Mostrei isso nas fotos de 64 MP. Mas mesmo em smartphones com grande resolução, nem sempre encontramos este nível de nitidez e precisão.

Figura 25 – A71 câmera principal, boa luz

Figura 26 – A71 câmera principal, boa luz, corte da foto anterior, ótima nitidez

Conclusão sobre as câmeras do A71 e M31. Ambas são muito competentes. Tanto que nos 22 dias consecutivos que usei o M31, em nenhum momento obtive resultado aquém do que eu esperava. Pelo contrário. Por saber que o M31 é um aparelho de uma categoria inferior ao A71, achava antes que não acharia tão interessante, mas fiquei muito satisfeito. Na comparação lado a lado, como fizemos nesta avaliação, percebemos que o A71 está um degrau acima, que também me surpreendendo muito. Contei antes neste texto que eu não queria parar de testá-lo, até demorei para começar a usar o M31. Se os topos e linha da Samsung, as linhas “S” e “Note” recebem um DEZ, o A71 obtém nota 8.5, querendo ser 9 e o M31 ganha nota 7.5 querendo ser 8. O A71 ganha nos detalhes. Olha que tem muito smartphone intermediário e de entrada que não ganhariam nem nota 5.5 ou 6!

Um ponto que não é tão positivo assim para ambos os smartphones é o consumo de energia gravando vídeo. Mas este é o próximo tópico deste texto.



Analisando a fundo a autonomia e tempo de Carga da Bateria do A71 e M31

Indo direto ao ponto, de imediato mostro abaixo todos os resultados individuais de vários testes com ambos smartphones e suas autonomias de bateria!! Autonomia de 21 horas e 6 minutos para o A71 e 25 horas e 20 minutos para o M31 (mais detalhes adiante). Isso é bom o bastante para você!?

Resumo dos dados aferidos com a bateria e carregamento



Figura 27 e 28 - Resumo dos dados aferidos com a bateria do A71 e M31

Se você tem curiosidade de entender cada um destes números da tabela acima eu o convido para uma longa jornada nos parágrafos abaixo nos quais cada um deles é discutido e explicado. Há pontos muito interessantes!!

Detalhando (bastante) o teste (explicando as tabelas acima) do A71 e M31

Fundamento meu teste em algumas situações distintas. Eu as utilizo também para referência e comparação com outros smartphones.

Standby com tela apagada: aparelho ligado, mas sem usá-lo de forma alguma, porém recebendo mensagens, e-mails, conectado à rede 3G/4G ou WiFI. Nesta situação o A71 permaneceu 160 horas até esgotar sua bateria, quase 7 dias!! O M31 ficou 251 horas, ou seja, quase 11 dias!!

Standby com tela sempre ligada: aparelho ligado, tela SEMPRE ligada com 60% de brilho (que julgo ser o nível mais comum), sem usá-lo de forma alguma, porém recebendo mensagens, e-mails, conectado à rede 3G/4G ou WiFI. Nesta situação o A71 permaneceu 19.8 horas até esgotar sua bateria e o M31 ficou 29 horas!!

Youtube:
o terceiro cenário é de uso contínuo de Youtube. Um mesmo vídeo sendo reproduzido ininterruptamente, tela sempre ligada, nível de brilho em de 60%. Nesta função o A71 permaneceu ativo por 15 horas e 18 minutos até esgotar sua bateria, Enquanto o M31 permaneceu praticamente 20 horas! Convém notar que em relação ao tempo de standby a diferença é grande (um pouco mais de 5 horas nos dois casos). Claro que a diferença se deve ao tráfego de dados e processamento do aplicativo do Youtube.

Netflix: o terceiro cenário é de uso contínuo de Netflix. Maratonando uma série ininterruptamente, tela sempre ligada, nível de brilho em de 60%. Nesta função o A71 permaneceu ativo por 17 horas e 15 minutos até esgotar sua bateria, enquanto o M31 permaneceu perto de 23 horas.

Gravação de vídeo: O quarto cenário é da função de filmagem em diversas resoluções desde HD (1280x720) 30 fps até 4K (3840x2160) a 30 fps, tela sempre ligada, imagem sendo continuamente capturada e gravada. Descobri ser este o PIOR desempenho de ambos, pois eles seguram a gravação de vídeo em média por 5 horas no A71 e quase 9 horas no M31. A autonomia depende demais da resolução escolhida. Os valores acima são uma média, mas em 720p, 1080p e 4K o consumo de energia é muito diferente!! Vejam a tabela abaixo que detalha isso. E o A71 tem só metade da autonomia ao gravar em 4K.



Figura 29 – consumo de bateria durante a gravação de vídeo

Waze: O quinto cenário é do uso contínuo do aplicativo de navegação por GPS e identificação dos melhores caminhos. Era até então este aplicativo o maior triturador de baterias que havia para qualquer smartphone, só superado pela gravação de vídeo. Mas por conta da pandemia e quarentena eu mal usei carro e por isso não pude aferir estes dados para ambos dispositivos.

Carga da bateria: o A71  tem ótimo ritmo de carga, explicado por seu carregador de 25W. Ele realiza o carregamento total (100%) em aproximadamente 1 horas e 25 minutos e obtém 50% da carga em apenas 31 minutos!!  Já o M31 precisa de 3 horas e 10 minutos para a carga total (100%) e 1 hora e 33 minutos para carregar 50%. Essa grande diferença tem duas explicações, o carregador do M31 é de menor capacidade (15W) e porque sua bateria tem incríveis 6000 mAh contra 4500 mAh do A71. Não fiz o teste com carregamento Wireless porque nenhum deles tem suporte a essa tecnologia.

Figura 30 – análise gráfica do tempo de carregamento do A71

Figura 31 – análise gráfica do tempo de carregamento do M31

Uso real
: o teste mais realista é mesmo o “uso natural” do smartphone, no qual por 47 dias o A71 e 22 dias o M31 aferi o consumo adotando o aparelho como meu único dispositivo, todos meus aplicativos, redes sociais, quatro contas de Email, WhatsApp, Instagram, fotos, vídeos,  etc. Só não usei Waze por causa da quarentena. Há uma boa variabilidade na duração da bateria no dia a dia. O A71 oscilou entre 18.5 e 25.5 horas de autonomia, com média de 21.1 horas. O M31 oscilou entre 21.5 e 30 horas de autonomia, com média de 25.5 horas.

Figura 32 – análise gráfica da autonomia da bateria do A71 no dia a dia

Figura 33 – análise gráfica da autonomia da bateria do M31 no dia a dia

É importante destacar que estas médias de autonomia média reflete o MEU PADRÃO de uso que com certeza não é igual ao do leitor. Posso ser mais comedido ou posso ter um modelo de uso mais intenso. Explicando a forma de coleta de dados que utilizo, a cada dia registrava a hora que começava o uso, a partir de 100% de carga. No final do dia aferia o percentual usado e pelo tempo decorrido podia inferir o tempo total que teria durado a bateria naquele dia. O próprio Android mostra o tempo de uso dos aplicativos mais usados.

Uma métrica muito importante e muito usada é a apuração do “tempo de tela, ou seja, quanto tempo se consegue de fato usar o aparelho, com tela ligada, realmente fazendo alguma coisa (qualquer atividade em qualquer aplicativo). Ao longo dos dias testados obtive no A71 média 7 horas com pico de mais de 9 horas de uso de tela e no M31 obtive 10.3 horas em média com pico de mais de 12.5 horas.


figura 34 – análise do tempo de tela máximo a cada dia do A71


figura 35 – análise do tempo de tela máximo a cada dia do M31

Se cruzarmos essa informação (tempo de tela) com o máximo tempo em standby com tela ligada, 21 horas para o A71 e 29 horas para o M31 podemos saber o limite real de possibilidade de uso, já que em standby nenhuma ação é executada, apenas a tela acionada.

Algumas comparações históricas interessantes

Como eu faço testes de smartphones há um bom tempo tenho dados compilados de outras avaliações que já fiz. Assim consigo colocar lado a lado os vários modelos da Samsung. Isso está na tabela/gráfico abaixo. Como meu padrão de uso não mudou muito, posso comparar cada um deles.

figura 38 – comparação da autonomia entre vários membros da família S e Note da Samsung

O M31 é o de maior autonomia, sem dúvida. Sua bateria com 6000 mAh de capacidade é até então a maior dentre os aparelhos da Samsung (há rumores que o M51 a ser lançado terá 7000 mAh) está no topo. Isso reforça o bom resultado do teste.

Verdade seja dita, as versões mais antigas como S6, S7, ou mesmo S8 rodavam versões anteriores de Android e de inúmeros aplicativos. Eram também tempos de Internet um pouco mais lenta e isso pode ter afetado esta comparação, ou seja, os aparelhos mais modernos têm que lidar com cargas de trabalho mais pesadas e  por isso 21 horas para A71 ou 26 horas para o M31 podem ser mais difíceis de obter que a mesma autonomia de um S7, por exemplo. Mas de toda forma o relato histórico está aí e mostra grande evolução.

A71 e M31 são claramente aparelhos que eu classifico como “top 18”, ou seja, que têm em média mais de 18 horas de autonomia por dia e que na minha classificação torna-se excelente neste critério. Esta qualidade permite que alguém saia de casa às 06:00 e chegue à meia noite com a bateria por acabar. Você pode dizer que ninguém precisa de tanta autonomia assim, mas tendo essa folga (18 horas) dá para administrar as variações do dia a dia com folga. O A71 e o M31 não apenas estão no “clube do top 18”, como superam com folga essa marca..

Por fim, sobre a bateria, quero dizer que o M31 tem na minha visão “bateria infinita”!! Quase todas as pessoas recarregam seus smartphones de noite. Assim com mais de 24 horas de autonomia, ela não vai acabar nunca ao longo do dia.

A bateria do M31 é tão boa que eu me percebi “esbanjando” carga (já que tem). Deixava o Youtube reproduzindo vídeos que eu só queria ouvir, usava o aparelho para qualquer coisa, desde lanterna até consulta de e-mails, mesmo tendo o computador na frente. Em resumo, ter mais de 18 horas de autonomia é ótimo, mas ter mais de 24 horas é libertador!!! Para uma ou outra pessoa possivelmente vão ser capazes de recarregar depois de usar 2 dias seguidos!!


Conclusão

Parece uma loucura comparar estes dois modelos da Samsung, mas como neste momento, começo de setembro de 2020, a diferença dos preços praticados pelos mercado é de apenas R$ 200 (R$ 1799 o M31 e R$ 1999 o A71), é legítima a dúvida de um consumidor que queira fazer sua escolha.

Se a necessidade é um dispositivo também para jogos, o A71 tem um hardware mais preparado para isso por conta do chipset Qualcomm SnapDragon 730. Mas para tarefas rotineiras, uso aplicativos do dia a dia, usando multitarefa (vários carregados ao mesmo tempo), ambos são totalmente suficientes e com sobra, mantendo agilidade no uso.

As câmeras fotográficas são muito parecidas tanto nas especificações como no resultado final. Porém o A71 sai-se melhor nas fotos com menor iluminação e no uso do “modo noturno”. O A71 também faz uma foto de 64 MP com mais nitidez. Mas fora essas situações ambos são equivalentes e as diferenças entre eles não são grandes nos aspectos que citei. Por ser de um segmento inferior o M31 me surpreendeu por ter resultados tão bons, perto do A71. E o A71 também me impactou pois em foto e vídeo ele está querendo chegar perto da qualidade dos modelos da família “S”. Importante citar nenhum dos dois grava vídeos a 60 quadros por segundo em resolução alguma, porém os dois gravam em 4K na câmera traseira e frontal.

O M31 é mais “bojudinho”, mas sem ser pesado demais nem desajeitado na mão. Não podemos esquecer que ele tem bem mais bateria. O A71 é mais delgado, mais leve e por isso mais elegante, com uma tela um pouquinho maior e a sua pegada, por ser mais fino é bem agradável! A traseira de ambos é feita de uma liga plástica de toque agradável e a do A71 mais bonita. O sensor de digital do A71 fica sob a tela (na frente) e do M31 na parte traseira.

Ambos têm 6 GB de memória RAM, 128 GB de armazenamento, conector P2 para fone de ouvido, WiFi dual band, não têm proteção contra água IP68 (que resiste à submersão por 30 minutos até 1.5 metro) e não têm carregamento sem fio.

Como o M31 foi lançado depois ele ainda pode ter maior queda de preço. Mas se você preza pela melhor estética, pegada e câmeras um pouco melhores, e não se importa com os R$ 200  de diferença hoje em dia, o A71 é para você. Se você preza por uma autonomia de bateria gigante e prefere um aparelho cuja pegada é mais “arredondada”, com câmeras próximas às do seu irmão maior em boa luz, R$ 200 mais barato, o M31 é o seu aparelho. Eu os usei por 68 dias e falo que usar ambos foi mais que satisfatório, mesmo não sendo perfeitos, foi prazeroso de verdade.


A71


M31