terça-feira, 28 de junho de 2016

Pensando em impressora? HP DeskJet Ink Advantage Ultra 4729, simples, prática e econômica!

Impressora é um tipo de dispositivo que por mais que tenhamos ingressado em um mundo digital, não há como abrirmos mão. Praticamente não se usa mais impressoras que o não sejam multifuncionais, pois estas se adaptam a esta nova realidade. Mas principalmente para uso doméstico e em pequenos escritórios o fator custo é um ponto de grande importância. Aliar rapidez, versatilidade com baixo custo não é tarefa simples. Mas me surpreendi quando testei a HP DeskJet Ink Advantage Ultra 4729.


figura 01 - HP DeskJet Ink Advantage Ultra 4729

É um dos novos modelos que se baseiam na tecnologia Ink Advantage, um novo processo que segundo a HP tem um consumo reduzido de tinta e por isso mesmo, tem alto rendimento. Permite que muitas páginas sejam impressas com um único cartucho de tinta e os suprimentos tenham custo bastante acessível.

É pequena e leve. Pode ser usada com cabo USB ou com a prática conexão WiFi. Aliás, este é um ponto forte desta impressora multifuncional. Sua configuração é muito simples. Naturalmente todo mundo sabe configurar uma impressora usando o cabo USB, certo? Basta completar esta configuração e executar o programa de instalação de novo que ele oferece a possibilidade de transformar a instalação USB em WiFi. Nessa hora o instalador identifica a rede WiFi do local e realiza a conexão da impressora. Outros computadores que necessitem ter acesso a esta impressora, na hora de instalar o software, basta escolher a opção WiFi que serão conectados à impressora. Como eu disse, muito simples e prático.
  

figura 02- etapa do simples processo de configuração da rede sem fio

Vamos dar números ao que estou descrevendo. A 4729 tem custo de varejo entre R$ 600 (Submarino – preço à vista com desconto) e R$ 990 (Fastshop – pagamento em 8 parcelas).  A HP tem como preço sugerido R$ 899 em 10 vezes na loja HP ou R$ 799 à vista. Mas o que mais me impressionou é sua eficiência na impressão, baixo consumo de tinta e custo dos suprimentos. São dois cartuchos, um apenas com a tinta preta e outro com as 3 cores básicas (ciano, amarelo e azul). O custo dos cartuchos é R$ 70 (na loja online da HP), tanto o colorido como o preto. Se você achou acessível (eu achei – minha impressora atual tem cartuchos que custam mais de R$ 130), saiba que este preço é do pacote com 3 cartuchos (ou seja, cerca de R$ 23 cada um)!!! Muito, mas muito acessível!!!

figura 03 - impressora ofertada com um jogo de 6 cartuchos para 4500 páginas impressas

Mas pode surgir a seguinte dúvida, o cartucho é barato, mas de nada adianta se ele imprimir apenas poucas páginas, certo? Se você teve este pensamento, saiba que tive igualzinho!! Eu não vou me fixar nos números da HP para tempo de impressão, páginas que podem ser impressas, etc. Quis obter meus próprios números. Mas a exceção que quero citar é o que está escrito no material promocional desta impressora. A HP fala que a DeskJet Ink Advantage Ultra 4729 pode imprimir 4500 páginas sem que precise comprar novos cartuchos!! A R$ 23 reais (no pacote de 3), como será que isto é possível!!??? Posso antecipar que pelos meus testes eu ratifico essa informação!! Explicações a seguir... Incrível!!

Observe as figuras abaixo tela abaixo, obtidas a partir da tela de gerenciamento da impressora:


figura 04 - níveis de tinta dos cartuchos instalados


figura 04b – uso da impressora durante o teste, páginas e cartuchos

A HP foi muito tolerante comigo e me deixou ficar com a impressora por várias semanas. Ao longo deste período eu a usei para toda a minha necessidade. Isso resultou em 544 páginas impressas. O nível de tinta do cartucho preto permaneceu em 60% e o colorido em 50%. Dessa forma, fazendo as contas certas, chego a perto de 1350 páginas, que é uma quantidade impressionante com dois cartuchos de R$23. Mas não chegam perto das 4500 páginas relatadas no material promocional. Mas eles estão certos!! A oferta comum desta impressora nas muitas lojas existentes contempla 3 cartuchos pretos e 3 cartuchos coloridos incluídos na caixa. Pela minha conta (1350) isso resultaria em 4050 páginas impressas, um número bastante próximo das 4500 páginas. Ainda tem que ser levada em conta a diferença de tipo de impressão que cada pessoa em média faz.


figura 05 - preços dos cartuchos (pacotes com 3) – ótimos preços com descontos R$ 66 e R$ 48
Ao repor estes 6 cartuchos, gastaria perto de R$ 135 (R$ 115 com os descontos acima), 4050 páginas, um custo por página (gasto de tinta) menor que R$ 0,035 (três centavos e meio por página). Isso é bastante impressionante!! Muito!! A HP otimizou sobremaneira seu sistema de impressão, por vários motivos. É como toda empresa de tecnologia, dependente da evolução permanente, senão perde mercado. Mas também porque neste nível de custo por página consegue suprimir completamente a necessidade/vontade do usuário em usar cartuchos remanufaturados, alternativos ou mesmo falsos!!

Sobre a velocidade de impressão, este é um ponto polêmico. Não há uma página igual a outra quando se faz impressões e por isso a HP, bem como outros fabricantes se utilizam de uma página padrão. Por isso nem sempre os nossos valores batem com os dos fabricantes. Para tentar dar uma ideia mais precisa, segue abaixo uma tabela com alguns resultados em situações reais e diferentes entre si que ilustram o real desempenho da pequena, mas ágil e econômica DeskJet Ink Advantage Ultra 4729.


figura 06 - tipos de página, tempo de impressão e páginas por minuto (PPM)

A tabela acima ilustra algo óbvio. Existem diferentes tipos de impressão, tipos de documentos e o desempenho é diretamente afetado por isso. De toda forma, a despeito de qualquer especificação da HP, a 4729 foi capaz de imprimir entre 3 e 10 páginas por minuto aproximadamente de acordo com o meu tipo de utilização. Julgo este nível de desempenho bastante satisfatório para o modelo de uso que é proposto para esta impressora (doméstico e pequenos escritórios).

Por fim, o uso do seu scanner é simples e se obtém ótima qualidade nas digitalizações. Sou usuário em meu escritório da ótima HP OfficeJet 8600, uma impressora mais robusta (e mais cara). O scanner da 4729 permite obter imagens, fotos, textos (PDF), com a mesma qualidade que se obtém com a sua irmã, a 8600, direcionada para um usuário um pouco mais profissional.

Conclusão

Quando recentemente a HP introduziu a série Ink Advantage houve um certo alarde sobre “nova tecnologia de impressão mais econômica”. Não desacreditei, mas sempre pensamos que há um certo “exagero de marketing” nessas declarações. Enquanto não pude testar com minhas próprias mãos, ver com os meus olhos, não fui capaz de ratificar ou desmentir estas informações. Fiquei por 2 meses com a impressora, utilizando-a de acordo com a minha necessidade habitual. Foram quase 600 páginas impressas.

Eu senti falta de dois recursos na 4729. São eles, um painel que permitisse fazer sua configuração sem a necessidade do computador e uma conexão Ethernet (cabo). Não são elementos essenciais já que a configuração no computador é muito simples e pelo padrão de uso, o cabo não seria necessário já que ela estará sempre próxima de um local com WiFi.

A impressora é leve, prática e tem ótima velocidade de impressão para o tipo de consumidor que ela é direcionada. Mas o grande destaque mesmo é o baixo custo da impressão, fruto da tecnologia evoluída que faz os cartuchos de baixo custo terem uma durabilidade bastante interessante.  Se em 2 meses eu imprimi perto de 600 páginas, imprimiria 3600 ao longo do ano e ainda assim não teria acabado o jogo de cartuchos que vem com ela (3 de cada). Para repor os suprimentos e ser capaz de imprimir por mais 14 meses (segundo o meu padrão de uso) eu gastaria apenas mais R$ 135. Fantástico!! Apenas um cartucho preto da minha DeskJet 8600 (950 XL) custa R$ 130, praticamente o mesmo preço dos 6 cartuchos da 4729 e é indicado para 2400 páginas!! Perceberam a imensa diferença??

Como eu disse, neste nível de eficiência e custo, se já não era bom negócio usar cartuchos remanufaturados ou alternativos antes por causa da má qualidade e não confiabilidade, agora o fator baixo custo enterra de uma vez os argumentos das pessoas que não usam cartuchos originais. A propósito deste assunto, escrevi anos atrás um texto que explicava as diferenças dos cartuchos originais. Mesmo tendo vários anos o texto ainda é bem atual: "No es solamente tinta" - o que existe por trás das tintas das impressoras”.

Resumindo, esta impressora fez por merecer o título deste artigo: “HP DeskJet Ink Advantage Ultra 4729 – simples, prática e econômica”.

  

figura 07- HP DeskJet Ink Advantage Ultra 4729 – vista de cima

figura 08- jogo de cartuchos triplos

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Aprendendo como cuidar do seu carro na fábrica da Ford

Cuidar do próprio carro é algo que todo mundo sabe, ou pelo menos pensa que sabe. Temos uma boa ideia, fruto da experiência acumulada ao longo dos anos com nossos veículos. Mas isso não é bem verdade. Ao longo dos anos os automóveis têm se modificado, têm evoluído e por isso alguns cuidados e atenções não são totalmente conhecidos. Por causa disso, a Ford realizou na sua sede no mês de junho um seminário cujo objetivo era compartilhar com um grupo de jornalistas essas informações. E no final ainda tivemos o privilégio de conhecer algumas das áreas de produção da fábrica em São Bernardo, local onde se fabrica o New Fiesta Hatch e caminhões.


Dicas de Manutenção


figura 01 – veículo sendo avaliado

Algumas informações podem parecer óbvias, mas precisam ser destacadas. A começar pela observância da manutenção preventiva e periódica. Isso é organizado pelo fabricante por meio das famosas revisões programadas e periódicas, presentes nos manuais de todos os veículos. Ninguém melhor que o fabricante sabe, por conta das condições de projeto, a durabilidade dos componentes essenciais ao veículo e por isso a indicação de verificação ou troca (se necessário) em determinados prazo.

O fabricante não quer “empurrar” peças novas para o cliente e sim garantir que ele tenha a melhor experiência possível com seu produto, usado nas condições ideais. Além disso, se obedecidas as orientações, será muito improvável que seu veículo pare na rua e precise de socorro emergencial. Nada pior para a imagem do fabricante do que seu carro ser visto nocauteado pelas esquinas... Por isso, para o bem do próprio consumidor e também da imagem da marca, as manutenções devem ser realizadas nos prazos indicados.

Há consumidores que não realizam a manutenção periódica e por isso andam com o carro até que algum componente que deveria ter sido trocado falhe e obrigue a manutenção, com parada não programada, que é o pior caso. Pega a pessoa de surpresa e possivelmente o reparo custará mais caro.
   

figura 02 – tipos de manutenção e suas características

Parte elétrica

A bateria é o elemento principal e deve ser muito bem cuidada. Deixar dispositivos ligados é um erro relativamente comum que acaba por drenar toda a carga. Por exemplo, o farol alto consome toda a carga em 2h46m, o desembaçador em 3h20m, o ventilador (na posição máxima) em 2h30m. Mas outros elementos como rádio, luz interna, carregador USB, etc. também se esquecidos em uso têm o mesmo efeito.

Além disso há algumas medidas preventivas para melhor cuidar da bateria:
  • Manter a chave de ignição na posição “desligada”
    Não consumir energia sem necessidade
  • Manter desligados todos os acessórios como lâmpadas, rádio e ventiladores quando o veículo não estiver funcionando
    Não correr o risco de sobrecarregar a bateria
  • Dar partida no motor somente após 30 segundos da primeira tentativa
    O motor de arranque é elétrico e consome grande energia, assim se evita sobrecarga
  • Utilizar acessórios elétricos aprovados pela montadora
    Assessórios não homologados podem ter demanda muito acima do que foi previsto
  • Movimentar o veículo no tranco
    Muito comum para os veículos mais antigos, não é recomendado
  • Utilizar baterias fora das especificações de fábrica
    Uma bateria com menor capacidade pode ser levada ao colapso ao alimentar todos os dispositivos do carro.
  • Fazer partida auxiliar
    A conhecida “chupeta” não é recomendada, porque os terminais que devem ser conectados não são óbvios em todos os carros e se ligados de forma incorreta podem gerar um curto circuito sério.
  • Utilizar baterias danificadas ou com vazamento
    Baterias com vazamentos já estão com vida útil exaurida e sem capacidade de carga   

 
Painel e luzes de advertência


     
figura 03 – painel típico com suas luzes de advertência


Os painéis dos veículos modernos apresentam diversas luzes que servem para avisar sobre situações mais ou menos críticas e que requerem atenção do usuário, exigindo eventualmente uma intervenção de manutenção (programada ou não). A grande maioria delas é bastante conhecida, mas algumas nem tanto. Vou destacar abaixo:


figura 04 – luzes de advertência menos comuns
   
 
A Ford utiliza um padrão, luz amarela é apenas advertência e vermelha é algo mais sério (não deve usar o carro). Por exemplo, a luz da injeção, do ABS e do sistema de aquecimento de combustível (para partida a frio), acendem-se ao ligar o carro, mas devem se apagar na sequência. Se permanecerem acesas devem ser vistas em uma manutenção imediata do veículo. As luzes vermelhas são sérias. Ninguém pode dirigir o carro se o freio tiver um problema de freio ou com o mecanismo do air bag com possibilidade de inflar as bolsas sem motivo. A seguir mais algumas luzes menos comuns (alertas).
  

figura 05 – luzes de advertência menos comuns


Sistemas Mecânicos, sistemas problemas e possíveis causas

São os sistemas que fazem essencialmente aquilo para qual o carro foi concebido, movimentar-se e levar seus ocupantes de lá para cá. A manutenção cuidadosa e nos prazos corretos garante que reparos fora de hora precisem acontecer. Vejam quais são os principais problemas e possíveis causas:
  • Sistemas de Ignição: dificuldade de partida, falhas em acelerações e retomadas, aumento de consumo de combustível, baixo rendimento e perda de potência.  Podem estar associados a problemas de velas, cabo de velas ou distribuidor eletrônico.
  • Sistemas de alimentação: consumo de combustível bem elevado (10% a 15%), desgaste interno no motor, falhas em acelerações e retomadas, aumento na emissão de gases. Podem estar associados a filtro de ar, filtro de combustível, filtro de óleo.
  • Arrefecimento: superaquecimento do sistema, consumo elevado de combustível, dificuldade de partida e desgaste internos do motor. Podem estar ligados à bomba d’água, radiador, válvula termostática.
  • Motor - lubrificante: desgaste interno do motor e formação de borras (resíduos), aumento de emissões, aumento da temperatura e dificuldade de partida do motor. Podem estar ligados ao nível do óleo ou seu desgaste (falta de troca no tempo certo).
  • Motor -  correia de assessórios: barulho do tipo chiado, descarga da bateria, aquecimento do motor. Podem estar ligados à correia do motor.
  • Motor – correia de sincronismo: barulho do tipo chiado, dificuldade de partida, falhas em acelerações e retomadas, consumo elevado de combustível. Podem estar ligados a correia ou corrente do motor.
  • Freios -  ineficiência de frenagem, barulho do tipo chiado, vazamentos de fluido, pedal duro e travando. Podem estar ligados ao tambor e disco de freio ou módulo eletrônico (no caso do ABS).

Ar condicionado

É um sistema não relacionado ao movimento do carro que boa parte dos modelos têm ou podem ter um sistema de ar condicionado. Requer algumas atenções e cuidados. Um dos pontos críticos é o filtro, que se não trocado na hora certa pode acarretar em sobrecarga no sistema, deixar de funcionar ou operar com ineficiência. Auxilia na contenção do crescimento de fungos que causam odor e evita a proliferação de bactérias.

Existem algumas dicas muito importantes no trato do sistema do ar condicionado, nem todas largamente conhecidas:
    

figura 06 – dicas na manutenção e uso do ar condicionado

Pneus

Todos sabem que pneu tem vida útil e deve ser trocado. Mas qual a hora certa? Além disso cada carro tem pneus com dimensões certas definidas pelo fabricante que se não obedecidas podem causar desde um erro constante no velocímetro/odômetro como sobre esforço na suspensão podendo até danificá-la seriamente. Por motivos análogos tanto a calibragem (pressão dos pneus) deve ser verificada a cada abastecimento como o balanceamento feito a cada troca de pneus.

Mas voltando ao assunto, qual a hora certa para a troca? Na figura abaixo podemos ver uma banda transversal dentro das ranhuras do pneu. Este é chamado de TWI (indicador de desgaste de pneu – sigla em inglês). Quando esta parte começar a desgastar, o pneu deve ser trocado.
   

figura 07 – indicador de desgaste de pneu – momento certo para a troca


Tecnologia Flex e economia de combustível

A grande maioria dos motores hoje em dia é bicombustível (etanol e gasolina). Nesta apresentação da Ford alguns mitos foram derrubados e procedimentos importantes explicados. Não existe uma mistura “ideal” definida pelo fabricante para que o próprio motorista misture etanol e gasolina. Segundo a Ford, o etanol é mais “agressivo” ao motor no que diz respeito ao desgaste, mas igualmente eficaz para ser usado. Há uma regra geral propalada que diz que o álcool rende 70% do que rende a gasolina, isso é um valor aproximado e pode variar um pouco em função de cada motor.

A maneira certa de dar a partida no carro é ligar sua parte elétrica e esperar alguns segundos (mais que 10). Neste tempo o sistema elétrico que mistura a gasolina com o álcool ou o aquecimento do álcool (para carros mais moderno sem o “tanquinho”) é suficiente para que a partida tenha sucesso logo na primeira tentativa.

Trocar a marcha na rotação certa, sem esticar demais a marcha (alguns carros têm indicador de melhor momento para troca com economia), ter os pneus na calibragem correta (pneus murchos elevam bastante o consumo) são medidas conhecidas. Mas eu desconhecia a dica de não ter o hábito de andar com o tanque quase vazio. Mais espaço vazio no tanque acelera muito a evaporação do combustível e o efeito prático final é maior consumo!

Finalizo com a dica do “ponto morto”. Há um hábito antigo de usar o carro desengatado para que ele no embalo ande sem consumir combustível. De fato, isso tem alguma eficácia embora não seja muito seguro pois não há o “freio motor” em ação. Mas desde que os carros começaram a usar ignição eletrônica, o sistema ao perceber que não há esforço no motor, corta completamente a alimentação de combustível enquanto no ponto morto há a rotação da marcha lenta. Assim é mais econômico ter o carro no embalo engatado do que em ponto morto.  

Visita à fábrica

Foi o segundo ponto alto da visita!! Vimos três das etapas principais (não todas) do processo de fabricação do carro (linha do New Fiesta HATCH). São as etapas:

  • Body shop - estampa das chapas e solda no formato da base do carro
  • Pintura – ambiente super criterioso e cuidadoso no qual o carro ganha base e cor
  • Montagem final – onde todas as outras partes são agregadas para compor o carro



Meus(minhas) colegas jornalistas e blogueiros(as) fizeram registros fantásticos sobre a visita. Não vou repetir o que já foi feito tão bem por eles. Mas eu quero destacar algumas ótimas fotos registradas durante a visita e um pequeno filme que eu fiz que resume em menos de um minuto o que foi essa super interessante visita. O pequeno filme termina com o nascimento do New Fiesta na linha de produção, com sua primeira movimentação (quando é ligado a primeira vez).

Minha amiga Andrea do blog Atitude Quarenta fez uma matéria bem legal e explicativa sobre a visita à fábrica o qual pode ser visitado por este link "Como nascem os automóveis" . E meu amigo Richard Max do famoso blog RMAX também fez uma matéria muito legal que pode ser vista aqui (breve).


vídeo 01 – clip com momentos da visita



figura 08 – detalhe da linha de montagem (clique para ampliar)




figura 09 – verificando as chapas antes da pintura (clique para ampliar)


figura 10 – controle de qualidade da pintura (clique para ampliar)


figura 11 – robôs fazendo a solda das chapas (clique para ampliar)


figura 12 – etapa de montagem final (clique para ampliar)


figura 13 – visitantes na entrada da fábrica (clique para ampliar)

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Otimizando desempenho e bateria em um smartphone - MediaTek Corepilot

Costumo dizer que as pessoas hoje em dia quando avaliam a autonomia de bateria de um smartphone têm sido por demais cruéis e até injustas. Pense nos seus próprios hábitos de uso de um dispositivo móvel. A quantidade de tarefas e operações que você faz hoje é a mesma (quantidade e abrangência)? Com toda certeza não é! Até algum tempo atrás o Brasil vendia menos smartphones do que telefones comuns (chamados de “feature phones”). Com a popularização da tecnologia smartphone virou predominante, mas além disso um imenso número de aplicativos passaram a integrar a rotina do dia a dia para milhões de brasileiros. Há quem nem use mais regulamente os computadores de mesa ou notebooks, apenas seu aparelho móvel.

Por isso o que se conseguia em termos de autonomia de bateria há 3 ou 4 anos não teria como ser repetido hoje, pois os telefones estão bem mais finos, mais leves, em alguns casos cresceram de tamanho (que implica em maior consumo com a tela). E os usuários anseiam e precisam de 12, 14 ou 16 horas de smartphone sem ser conectado a um carregador. Telas maiores, dispositivos mais rápidos, mais finos (menores baterias), usados mais intensamente, mais aplicativos... é uma equação de difícil solução.

Obviamente os fabricantes de componentes e dos próprios smartphones têm trabalhado incansavelmente nisso. Os SoCs (System on Chip), a base de um smartphone (equivalentes à placa mãe e processador dos computadores convencionais) estão evoluindo muito, bem como os diversos componentes de software dos próprios aparelhos, aperfeiçoados pelos fabricantes. Todos trabalhando na mesma direção.

Um destes grandes fabricantes de SoC é a MediaTek, solução que vai embarcada em um bom número de dispositivos do mercado. Eles desenvolveram uma tecnologia que considero extremamente interessante visando conciliar a necessidade de desempenho com economia de energia (bateria). A propósito, recebi deste fabricante um artigo extremamente interessante que detalha a solução que eles desenvolveram visando conciliar o que parece ser inconciliável! O texto na íntegra está replicado abaixo. Mas quero tecer alguns comentários, que espero estimule o leitor a mergulhar neste interessante texto da MediaTek.

Nós temos experiência no mundo dos computadores, no qual um processador tem 2, 4, 6, 8 ou até mais núcleos de trabalho. Por definição estes vários núcleos são todos exatamente iguais. Alguns programas podem demandar 1, 2 ou mais núcleos (ou todos) se a necessidade de processamento for extrema.

Mas a MediaTek percebeu que no universo dos smartphones a necessidade é diferente. Ela criou uma solução com 10 núcleos de processamento dos quais 2 têm desempenho extremo (2.5 Ghz), 4 têm desempenho intermediário (2.0 GHz) e 4 têm desempenho mais modesto (1.4 Ghz). Mas uma central de gerenciamento chamada Corepilot faz a distribuição das tarefas em um ou mais processadores (ou todos), de acordo com a necessidade. Você que está lendo já percebeu o benefício, somente o recurso necessário será utilizado a cada momento.

Se apenas a tela está sendo exibida, unicamente um núcleo de baixo desempenho estará em uso. Se o aplicativo de navegação em tempo real WAZE estiver sendo executado, possivelmente os dois núcleos mais poderosos estarão alocados. Conforme mais aplicativos são acionados, eles vão sendo distribuídos nos núcleos mais adequados. Por fim, quando o smartphone estiver em standby, uma mínima fração do núcleo mais fraco estará sendo usado, com grande reflexo na economia.

Quem faz esta incrível orquestração de tarefas no SoC é uma tecnologia chamada Corepilot que segundo a MediaTek tem como analogia o ato de escolher a marcha do automóvel mais adequada a cada momento em função da força necessária, seja para acelerar rapidamente em alta velocidade ou vencer uma íngreme subida.

O texto abaixo conta melhor essa história, entra em alguns detalhes mais técnicos, mas ainda assim é de ótima leitura e de muito simples compreensão. Fica o convite para continuar a leitura do conteúdo abaixo, de autoria da MidiaTek.





Alto desempenho de smartphones e consumo
de energia em uma equação bem resolvida



Os primeiros smartphones com os chipsets de alto desempenho Helio X20 estão chegando e deverão estar disponíveis para o consumidor brasileiro já no segundo semestre. Uma das principais características inovadoras desse chipset é a sua capacidade de oferecer uma redução de até 30% de consumo de bateria comparando aos chipsets que adotam a arquitetura convencional dual-cluster.

Há uma forte tendência dos consumidores por escolher aparelhos de formatos mais finos e com telas maiores – de 5 polegadas ou mais. “Quando se alia essa demanda a uma maior necessidade de capacidade de processamento para poder usufruir de jogos, vídeos e aplicativos mais sofisticados, coloca-se um grande desafio para a indústria que é o de fabricar dispositivos móveis com alta eficiência térmica e energética”, observa Samir Vani, gerente sênior de Vendas Corporativas da MediaTek para a América Latina. “Ninguém quer ficar recarregando o seu smartphone várias vezes por dia”, explica ele.      

A tecnologia que a MediaTek entrega a seus clientes resolveu esse desafio por meio da arquitetura multinúcleos e do algoritmo de scheduling CorePilot. No caso do Helio X20, o chipset possui 10 núcleos com arquitetura Tri-Cluster, sendo administrado pela versão avançada do algoritmo, o Corepilot 3.0. Essa arquitetura e o algoritmo são os elementos-chave para a redução do consumo de energia.    

Arquitetura Tri-Cluster

Para entender como o Corepilot® 3.0 funciona é preciso explicar, antes, a arquitetura Tri-Cluster, que parte do princípio de que o consumidor não demanda a performance máxima de seu celular durante o dia todo, mas ao contrário, em boa parte do tempo, mantém seu aparelho parado ou o utiliza para atividades muito simples que requerem apenas um processamento básico, como atender chamadas e mandar mensagens. No X20, a Tri-Cluster consiste de um grupo de dois núcleos ARM Cortex-A72 (rodando a 2.5GHz para desempenhos extremos) e dois clusters de quatro núcleos ARM Cortex-A53 (um rodando a 2.0GHz para cargas médias e outro rodando a 1.4GHz para atividades leves).
O gerenciamento desses núcleos é feito pelo CorePilot de forma semelhante a de um motor de um carro, que faz uso de sua potência de forma diferente no plano e nas diferentes subidas ou nas variações de tráfego. Ao dividir os núcleos em 3 clusters, que são ativados conforme a demanda, o chipset aloca mais eficiência para as tarefas que são realizadas com ótima performance e menos para as mais básicas. Como o consumo energético é proporcional ao esforço, consegue-se a economia de energia e, consequentemente, maior duração para a bateria.
“Não adianta ter um motor superpotente, no momento em eu que estiver preso no trânsito, para o qual um outro de baixa potência seria suficiente. Logo, o desafio não é apenas entregar a maior potência, mas como gerenciá-la eficientemente, liberando-a de acordo com as demandas variáveis do cotidiano, o que preserva energia”, comenta Vani.   


CorePilot, tecnologia e atuação

O que permite ao CorePilot 3.0 atribuir e mover as tarefas das aplicações de forma dinâmica e inteligente entre os núcleos disponíveis, dependendo dos requisitos de desempenho, é a tecnologia de computação heterogênea ou multiprocessamento heterogêneo que utiliza.  Para gerenciar o chipset, o algoritmo programa as tarefas de todas as CPUs e GPUs, enquanto faz a gestão da energia e dos efeitos térmicos para que a performance extrema possa ser alcançada gerando menor aquecimento.   


Outra atuação do CorePilot é a de melhorar a forma como os componentes interagem e as tarefas os papéis e são atribuídos no chipset. Na prática, dessa forma, possibilita ao consumidor desfrutar de mais horas de jogo, chamadas ou vídeo.       

Sobre a MediaTek

Desde 1997, a MediaTek tem sido uma empresa pioneira de semicondutores e líder de mercado em chipsets de ponta para comunicação sem fio e conectividade, HDTV, DVD e Blu-ray. Seu design inovador de chips, fortemente integrado, ajuda os fabricantes a otimimizar as cadeias de logística, reduz o tempo de desenvolvimento de novos produtos, e oferece  vantagem competitiva na disputa por mercados. Através do MediaTek Labs, a empresa também está construindo um hub desenvolvedor para apoiar a criação de dispositivos, desenvolvimento de aplicativos e serviços para a Era da Internet das Coisas. Pela construção de tecnologias que ajudam os indivíduos a se conectar ao mundo à sua volta, a MediaTek está possibilitando às  pessoas expandir seus horizontes e atingir seus objetivos mais facilmente. Nós acreditamos que qualquer um possa conseguir algo incrível, todos os dias. Chamamos essa ideia que conduz tudo o que fazemos de Everyday Genius.


Visite www.mediatek.com para mais informações. 

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Sequestro de dados (Ransomware) é real, previna-se!!

Há algum tempo, poucos anos, eu comecei a escutar histórias de sequestros de dados e de arquivos. Isso tudo me parecia muito distante, história de ficção, sabe? Mas vocês não imaginam como isso está próximo de nós. Vou contar brevemente dois casos que presenciei sobre isso e na sequência transcrevo um artigo muito interessante sobre o assunto escrito por Fernando Cardoso, arquiteto de soluções da empresa de segurança Trend Micro.


Caso 1: cheguei tarde!!

Visitando uma empresa vi que seu servidor se encontrava com todas as pastas aparentemente intactas. Os arquivos pareciam estar normais, mas o conteúdo de cada uma delas irremediavelmente codificado. Uma mensagem na pasta (arquivo texto) continha instruções para obter a chave de abertura dos arquivos (pagar algo como US$ 5000). Backup existe para isso, certo? Não neste caso. A empresa fazia backup com HD externo, que ficava permanentemente conectado ao servidor, que também fora completamente encriptado. A dona da empresa se recusou a negociar com a bandidagem virtual. Eles recuperaram uma razoável parte das informações em cópias nas estações locais e outra parte em anexos de e-mails. Claro que a partir deste funesto incidente toda a segurança da empresa foi revista, servidor oportunamente trocado, novas rotinas de backup etc.

Caso 2: assistindo o ataque ao vivo e a cores!!

Tentando ser breve, a história é longa. Algumas pessoas em outra empresa começaram a sentir falta de arquivos muito usados em pastas bem importantes. Os nomes esperados tinham sido trocados por outros do tipo 1A33B4CF5D670CD26.LOCK (um longa cadeia de caracteres hexadecimais sucedidos por LOCK=trancado). Fora criado um arquivo texto com o pedido de resgate, também US$ 5000, será que o preço é tabelado? Eu estava lá e pude observar ao vivo alguns arquivos desaparecendo e sendo LOCKados, bem ali, na minha frente!!! O ataque estava em progresso naquele momento. Desligamos todas as conexões de Internet e mesmo assim continuava o ataque. Possivelmente um programa malicioso que fora recém instalado em algum lugar estava fazendo isso.


Com muita calma observei todas as evidências possíveis e acabei por perceber que todos os arquivos recém bloqueados tiveram seu “proprietário” alterado para “Maria Aparecida” (nome fictício). Imediatamente esta máquina foi retirada da rede, quase que teve seu cabo Ethernet cortado com um facão. O ataque parou!! Dos quase 900 mil arquivos da rede, quase 29 mil já tinham sido sequestrados!! O usuário do referido computador tinha uma hora antes instalado uma atualização de software do Banco XYZ, por causa do alerta que veio por e-mail. Phishing malicioso, obviamente!

A tal máquina, foi reformatada e assim o mau cortado pela raiz (já estava para ser reinstalada mesmo). Como a empresa tinha uma rotina sólida de backup, apagamos todos os arquivos encriptados e foi o restaurado o backup feito naquela madrugada (horas atrás). Foi rápido porque apenas os arquivos que faltavam foram trazidos de volta (aqueles 29 mil).

Muitas lições aprendidas. Backup robusto em primeiro lugar, orientar usuários a não sair instalando nada sem consulta, ainda mais solicitado por e-mail ou até mesmo proibir usuários de instalar programas. E por fim ter uma abordagem muito focada e calma na hora da crise para ser capaz de lidar com ela, procurando evidências que auxiliem a resolver o problema. UFA!! E o antivírus? Ainda não tinha a vacina para esta ameaça particular. Acontece, pode ter sido o chamado “zero-day attack”.

Rescaldo dos incêndios

Estes dois breves casos ilustram como este tipo de incidente é REAL e está muito perto de nós! Diversas empresas de segurança já estavam avisando que 2015 e 2016 seriam os anos do RANSOMWARE, estes sequestros de dados.

Tive a ideia de escrever este breve preâmbulo (acabou ficando mais longo do que imaginava) para apresentar o ótimo texto do Fernando Cardoso da Trend Micro que detalha um pouco mais isso tudo e apresenta ideias para elevar a segurança de sua empresa ou de sua casa.

Aproveite o texto abaixo.







Como as empresas podem elevar a segurança contra novas ameaças e Ransomware?

*Por Fernando Cardoso

O cibercrime vem crescendo e se profissionalizando assim como a grande quantidade de casos com Ransomware e táticas de engenharia social que afetam milhares de pessoas e empresas pelo mundo inteiro. O que torna o cenário mais crítico como mostrado na figura abaixo, são os diferentes tipos de ataques orquestrados pelos crackers, muitos deles utilizando táticas de engenharia social.


Fonte: Hackmageddon


Desse modo, é exigido das empresas que repensem rapidamente novas soluções e arquiteturas de segurança para que consigam antecipar ameaças e ataques.

Diversas empresas já investiram milhares de reais com soluções de segurança para a proteção de suas informações, considerados seu bem de maior valor. No entanto, ainda se vê necessário aumentar o nível de inteligência, detecção e automação, com tecnologias como sensores de redes que reconhecem ataques avançados e sistemas de Sandbox.

Sendo assim, que tipo de arquitetura ou soluções poderiam ajudar a conter os perigos iminentes?

Nesse artigo, analisamos três arquiteturas que apesar de não serem uma resolução definitiva, elevam consideravelmente a segurança de informação de muitas empresas.

1. Profunda análise dos arquivos que trafegam na rede interna
Sistemas de Sandbox podem ajudar muito na descoberta de malware e ransomware, pois possuem capacidade de realizar uma análise detalhada sobre os arquivos que são testados.
Por meio de Sandbox, podem ser coletadas as seguintes informações:
  • URL
  • Domain
  • IP
  • File Hash


Essas informações são capturadas dos arquivos tidos como suspeitos, por terem comportamentos maliciosos.

Se integradas com os sistemas de segurança das empresas, pode-se criar uma assinatura customizada e uma resposta automatizada a incidentes de segurança.
Abaixo exemplo do funcionamento desse tipo de solução:


    
2. Proteção contra Spear Phishing e ataques direcionados por E-mail
Uma pesquisa realizada pela Trend Micro mostra que 74% das tentativas de ataques direcionados usaram o e-mail como um vetor de ataque*.

Sistemas de Sandbox podem também validar informações de um e-mail como arquivos anexados, link no corpo do e-mail ou dentro de arquivo, além de tentarem abrir arquivos com senha que estejam anexados. Essas funcionalidades podem elevar o nível de proteção consideravelmente sobre os e-mails corporativos, como exemplificado na imagem abaixo:




3. Ampla visibilidade sobre o tráfego de rede e Sistemas de Sandbox integrados
Possuir sensores na rede permite criar uma ampla visibilidade de protocolos como HTTP, TCP, FTP, DNS e diversos outros que trafegam em nossas redes diariamente, além de obter uma análise ainda mais profunda dos arquivos que estão trafegando em nossas redes corporativas.

De maneira resumida, imaginem que o sensor capturou um novo arquivo suspeito e o envia ao sistema de Sandbox, que avalia se o documento é malicioso ou não, gerando um relatório informando o nível de risco do arquivo para o ambiente corporativo.

Baseado nestas informações, esses dados podem ser compartilhados com os antimalware instalados nos notebooks e desktops, e automaticamente é criada uma assinatura customizada para bloquear ou quarentenar os arquivos em seu ambiente a fim de não permitir futuras infecções e identificar as máquinas afetadas pelo novo malware.  Além da integração com o antimalware é possível criar integrações com gateways de E-mail e Web, Firewalls e IPS de rede.

Funcionaria da seguinte forma:
  


As empresas que se mantém atualizadas e se apropriam das novidades no mercado de segurança estão um passo à frente da proteção contra ameaças iminentes.

As três dicas citadas acima e a inserção dos valores de consciência nos colaboradores das empresas, podem auxiliar muito no crescimento do nível de segurança do meio corporativo.

Com diversos malwares sendo criados todos os dias, a consciência e treinamento das empresas e colaboradores é crucial para um ambiente digital seguro.


*Crackers: Pessoas com um profundo conhecimento técnico e que utilizam desse conhecimento para invadir sistemas e realizar roubos e ataques em à pessoas e empresas no mundo inteiro.

Fernando Cardoso é arquiteto de soluções da Trend Micro