segunda-feira, 15 de julho de 2019

PAPOFÁCIL #365 Cisco WiFi 6 e Open Roaming destacadas evoluções chegam para os usuários

Flavio Corrêa, Arquiteto de Soluções, fala da chegada do WiFi 6 e como tantas inovações podem aprimorar a qualidade, confiabilidade, velocidade e robustez das conexões neste que é o aniversário de 20 anos da tecnologia. Fala também da iniciativa Open Roaming que traz a interconexão transparente entre as redes móveis e WiFi com protocolos de conexão e autenticação automáticos.

Gravado dia 28/06/2019 na Cisco Brasil  

PAPOFÁCIL #365 Cisco WiFi 6 e Open Roaming destacadas evoluções chegam para os usuários








Cisco avança para a  nova era das redes sem fio com o Wi-Fi 6 e Open Roaming

A Cisco anunciou soluções para ajudar os clientes a entrar na nova era da conectividade sem fio. O Wi-Fi 6 (também conhecido como 802.11ax), novo padrão para redes Wi-Fi, está redefinindo as possibilidades para empresas, impulsionando uma nova era de experiências imersivas sem fio e conectando bilhões de coisas. A Cisco também está expandindo o mais amplo portfólio de rede Campus da indústria ao oferecer um switch Core feito sob medida para redes em escala e orientadas à nuvem. Combinando software potentes de automação e analíticos com uma gama completa de switches, pontos de acesso e controladores de última geração para rede Campus, a Cisco oferece a única arquitetura fim-a-fim, pensada para o massivo e crescente volume de conexão sem fio, da indústria.

Desenvolvidos com os mesmos fundamentos de inovações sem fio do 5G, esses novos padrões irão transformar a maneira como empresas e pessoas interagem com o mundo. Além de ser significativamente mais rápido, o Wi-Fi 6 entrega uma capacidade até 400% maior e é mais eficaz em ambientes de alta densidade, tais como anfiteatros, estádios e até salas de conferência. A latência é muito menor, permitindo casos de uso que demandam aplicações em tempo real. O Wi-Fi 6 também permite menos uso de bateria dos dispositivos conectados e proporciona uma experiência de usuário melhor e mais previsível.

A Cisco lança hoje diversos produtos e parcerias para que as empresas possam oferecer uma experiência genuinamente desplugada e ininterrupta.
  • Wi-Fi 6 Access Points: Novos access points nos portfólios Catalyst e Meraki, fornecem o novo padrão de Wi-Fi 6 e vão além. Baseados em chipsets customizados e programáveis e acesso a recursos analíticos líderes de mercado, os mais recentes pontos de acesso (APs – access points) da Cisco proporcionam uma rede sem fio mais inteligente e segura. Os novos APs também são multilíngues, com a capacidade de se comunicarem utilizando múltiplos protocolos de IoT, incluindo BLE, Zigbee e Thread.
  • Switch Core para rede de campus: a Cisco eleva o patamar com o Catalyst 9600 da família de switch core, que será a base central e fundamental para a operação bem-sucedida de qualquer rede. Para proporcionar uma rede sem fio mais segura e eficiente, as organizações precisam de uma única malha (Fabric) que unifique as redes cabeadas e sem fio. Desenvolvido como a evolução do Catalyst 6000, o mais bem-sucedido produto de rede da história da internet, o novo Catalyst 9600 será a base para a próxima geração de redes corporativas baseadas em intenção.
  • Novos recursos para desenvolvedores: Wi-Fi 6 e 5G representam uma incrível oportunidade para os desenvolvedores. Para ajudá-los a criar as experiências imersivas que esses novos níveis de conectividade prometem, a Cisco DevNet está lançando um novo centro de desenvolvimento sem fio. A DevNet, rede de desenvolvedores da Cisco, oferece os laboratórios de aprendizagem, sandboxes e recursos necessários para os desenvolvedores criarem aplicativos sem fio disruptivos. As soluções Catalyst e Meraki são plataformas abertas e programáveis, chegando ao nível do chipset, permitindo assim que os aplicativos tomem vantagem da capacidade de programação de rede de uma maneira totalmente nova e muito interessante.
  • Novas parcerias no Ecossistema: antes do lançamento dos access points para Wi-Fi 6, a Cisco completou testes de interoperabilidade com Bradcom, Intel e Samsung para endereçar as deficiências inevitáveis que vem com um novo padrão. Samsung, Boingo, GlobalReach, Presidio e outros também estão aderindo ao projeto Open Roaming, comandado pela Cisco, para solucionar um dos principais problemas da tecnologia sem fio atualmente. O consórcio visa a facilitar a transmissão segura e imperceptível entre redes Wi-Fi e LTE, bem como a conexão à serviços Wi-Fi públicos.

“Cada salto na conectividade gerou uma onda de inovações profundas. O 5G e o Wi-Fi 6 representam uma nova era da conectividade”, afirma David Goeckeler, vice-presidente executivo e gerente geral da Divisão de Redes e Segurança da Cisco. “Os desenvolvedores já estão criando a próxima geração de experiências imersivas usando conexão sem fio. Com bilhões de coisas conectadas à rede, esse crescimento criará uma complexidade sem precedentes para a TI. A Cisco está construindo uma arquitetura de rede multidomínio para reduzir essa complexidade para a TI, fazendo com que os CIOs cumpram suas agendas de inovação.”

Padrão sem fio, orientado à nuvem, com otimização por dados
O Wi-Fi 6 e o 5G representam uma oportunidade enorme, mas requerem que as empresas enfrentem grandes desafios. Hoje, nosso escritório é qualquer lugar onde trabalhamos. Os usuários estão mais dependentes das experiências móveis e não toleram paralisações. Para atender a essas demandas, a rede precisa ser:
  • A conexão primária é sem fio (wireless first): hoje, as tecnologias móveis estão impulsionando o crescimento econômico – tornando mais fácil que trabalhadores colaborem, que consumidores comprem, que estudantes aprendam – em qualquer lugar. Para propiciar uma ótima experiência sem fio, a TI precisa olhar para além do Wi-Fi e solucionar todos os pontos da experiência fim-a-fim – impulsionando segurança, confiabilidade e desempenho com consistência.
  • Orientado à nuvem: a nuvem permite uma escala inédita. A Cisco utiliza a nuvem para entregar inovações com mais rapidez. A nuvem também ajuda a TI deixar de ser reativa para se tornar proativa, pois dá acesso a informações globais e melhores práticas que ajudam a lidar com problemas antes que eles afetem os usuários.
  • Otimização por dados: a rede oferece milhões de pontos de dados que contextualizam sobre usuários, suas experiências e suas vulnerabilidades. Usando analíticos potentes, conseguimos criar novas soluções que otimizem as operações de TI, suportem melhores decisões de negócio, forneçam soluções inovadoras seguras e que engajem os clientes de maneiras mais efetivas.


Nos últimos dois anos, a Cisco desenvolveu seu portfólio de redes baseadas em intenção para preparar os clientes para os desafios do futuro. Os novos pontos de acesso e switches campus da Cisco são projetados especificamente para redes baseadas em intenção e representam o auge dos esforços da Cisco para reinventar seu portfólio inteiro de acesso.

Disponibilidade, recursos para desenvolvedores e serviços
  • Os pontos de acesso Catalyst e Meraki, e o Catalyst 9600 já estão disponíveis para encomenda.
  • Cisco Customer Experience para wireless e switching acelera a implantação de soluções de rede baseadas em intenção da próxima geração, reduzindo o risco e a interrupção. O portfólio da Cisco Customer Experience fornece orientação especializada, melhores práticas e ferramentas inovadoras para que os clientes possam fazer a transição com maior facilidade e confiança. Isso também permite que eles inovem mais rápido, se mantenham competitivos, extraiam mais valor e obtenham um ROI mais rápido.

Materiais adicionais:
este texto foi originalmente publicado em www.papofacil.com.br/2019/07/365-cisco.html

sexta-feira, 12 de julho de 2019

PAPOFÁCIL #364 D2L plataforma digital de ensino para escolas e empresas

Peter Theodorovicz, Diretor Regional Brasil, fala da plataforma digital de ensino que atende às necessidades das escolas e empresas. Permite que os funcionários assumam o controle da sua própria trajetória de aprendizado em uma economia global competitiva. Conta com sistema adaptativo, que se molda ao ritmo e capacidade de absorção do aluno. Funcionando em nuvem, tem grande flexibilidade para instituições de ensino e corporações e que preparará as pessoas para atividades que ainda nem existem hoje no ambiente profissional.

Gravado na D2L dia 05/07/2019  

PAPOFÁCIL #364 D2L plataforma digital de ensino para escolas e empresas

Entrevista com John Baker, CEO e fundador da D2L EM 2014 - clique no link abaixo








D2L APRESENTA INDIGO 
— E CRIA UMA NOVA CULTURA PARA A APRENDIZAGEM CORPORATIVA
O lançamento Indigo coloca os funcionários no controle da sua própria aprendizagem

A D2L, líder mundial em tecnologia de ensino apresentou  a "Indigo" — a mais nova versão da Brightspace, sua plataforma de aprendizagem — que permite que os funcionários assumam o controle da sua própria trajetória de aprendizado em uma economia global competitiva.
“Estamos vivendo um momento de grande disrupção em toda a força de trabalho e no mundo todo — um momento em que os empregadores precisam que seus funcionários adquiram novas habilidades para se manterem competitivos", disse John Baker, presidente e CEO da D2L. “Essa mais nova versão da Brightspace permite que empregadores e funcionários tenham as ferramentas que precisam para se manterem à frente dessa disrupção e implementarem uma cultura de aprendizagem que é decisiva para o sucesso corporativo atualmente."

lançamento Indigo inclui os seguintes recursos poderosos para empresas e organizações:

PROMOVA UMA CULTURA DE APRENDIZADO  
        Os funcionários ficarão motivados por estarem no controle das suas próprias experiências de aprendizagem. Com buscas fáceis e intuitivas, os funcionários descobrem cursos de seu interesse e se inscrevem sozinhos utilizando a ferramenta Discover na Brightspace.  
        Gerentes e profissionais de ensino poderão fornecer experiências de aprendizagem modernas e manter os funcionários atualizados em suas habilidades através da Brightspace utilizando as Trajetórias de Aprendizagem . Agrupe vários cursos de maneira lógica e fácil de acompanhar para que os alunos possam acompanhar seu progresso e entender em que precisam trabalhar em seguida (recurso previsto para o segundo semestre de 2019). 

AUMENTE O ENGAJAMENTO DOS FUNCIONÁRIOS 
        Os funcionários poderão desfrutar de uma experiência melhor quando acessarem conteúdo na Brightspace — e que inclui navegação intuitiva e clara, visão total da tela e acompanhamento do seu progresso e conclusão de módulos — e tudo isso a partir de qualquer dispositivo.  
        Os profissionais de ensino podem criar um espaço para colaboração com um recurso que permite que os funcionários façam postagens no feed de atividades para iniciar conversas e discussões.  

MOTIVE OS FUNCIONÁRIOS COM FEEDBACK IMPACTANTE 
        Gerentes e profissionais de ensino podem fornecer feedback oportuno aos funcionários com o recurso de encontrar e priorizar rapidamente os materiais enviados a partir de um só lugar Avaliação Rápida.  
        O feedback específico e relevante tem muito mais impacto que um comentário geral. É possível usar anotações para assinalar um documento para que os funcionários saibam que partes se destacam e em que partes foram feitas sugestões.  
        Outra maneira excelente de fornecer feedback é utilizar rubricas — que podem ser usadas para mostrar exatamente em que ponto um funcionário está e suas oportunidades de seguir para o nível seguinte. Com a experiência de criação de uma nova rubrica, é incrivelmente fácil e intuitivo criar uma rubrica que será utilizada para feedback e avaliação.  

TOME DECISÕES BASEADAS EM DADOS 
        O acesso sob demanda a informações fáceis de entender fornece aos profissionais de ensino dados que permitem que tomem decisões inteligentes sobre suas experiências de aprendizagem.  
        Os administradores podem alimentar suas discussões sobre ROI com dados que mostram claramente como a Brightspace pode ser utilizada com o Painel de Adoção. 
        Identifique grupos de funcionários e pessoas que estão indo bem ou aqueles que estão tendo dificuldade, com o Painel de Engajamento.   

Além disso, a Indigo contém vários recursos aprimorados, como a capacidade de importar e reproduzir conteúdo xAPI , facilidade de download de avaliação formativa em formato PDF, restrição de cursos que os gerentes podem distribuir a seus funcionários no Painel do Gestor e criação de um fluxo de trabalho mais intuitivo para distribuir cursos e acrescentar funcionários aos Grupos de Aprendizagem.    

SOBRE A BRIGHTSPACE
A Brightspace é uma plataforma de aprendizagem baseada na nuvem que torna a aprendizagem online e mista mais fácil, flexível e inteligente. A Brightspace é um salto espetacular em relação ao tradicional Sistema de Gestão de Aprendizagem (Learning Management System (LMS) – é fácil arrastar e colar o conteúdo para criar cursos atraentes, com suporte a todos os dispositivos móveis, oferecendo o melhor tempo de execução do setor, e foi projetada para fornecer facilidade de acesso a todos os estudantes. Além disso, a Brightspace promove o futuro da aprendizagem com um dispositivo de jogos, aprendizagem adaptativagestão por vídeo, agentes inteligentes, templates interativos para criação de cursos, apoio total para resultados ou aprendizagem baseada em aptidão e  análises de aprendizagem úteis. A Brightspace da D2L foi recentemente classificada como o  Sistema de Gestão de Aprendizado Número 1 para Ensino Superior pela Ovum Research e Número 1 em Aprendizagem Adaptativa pela  eLearning Magazine. Além disso, a Aragon Research incluiu a D2L na sua lista de Melhores Fornecedores do Setor de Aprendizagem (Hot Vendors in Learning). Para saber mais, visite a página da Empresa (Enterprise)no nosso website.



Até 2030, 375 milhões de trabalhadores em todo o mundo terão outra função devido à automação de suas funções
  O relatório da D2L reconhece que existem instituições educacionais, e até mesmo programas individuais, que estão procurando se adaptar às mudanças óbvias de um mundo profissional super competitivo e que exige uma série de habilidades que não eram necessárias até o momento, para a formação de indivíduos que possuam visão global, multilíngue, orientados à tecnologia, hiperconectados, integrados às redes sociais e também a capacidade de se comunicar, trabalhar em equipe e liderar.
A D2L, líder mundial em tecnologias de aprendizagem, apresentou seu relatório O futuro do trabalho e da aprendizagem na era da quarta revolução industrial, no qual explora como as mudanças trazidas pelas tecnologias disruptivas, como robótica, genética e impressão 3D estão impactando o mercado de trabalho e como as instituições de ensino e empresa devem pensar capacitação nesta nova era.
É difícil imaginar um mundo dinâmico sem o pilar educacional, por isso, se há algo que não deve apenas ser mantido, mas sempre melhorado e mantido na vanguarda, é a Educação.
Segundo dados do Fórum Econômico Mundial, 65% das crianças que frequentam a escola hoje vão se formar preparadas para exercer uma função que já não existe mais. Um outro estudo da McKinsey & Company mostra que, até 2030, 375 milhões trabalhadores devem mudar de função devido à automação.
Mas o percentual de empregos que podem ser automatizados não está claro - na verdade, existe hoje um intenso debate sobre este pontoNo entanto, um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) revela que a média gira em torno de 9% em 21 países do bloco. O que ninguém refuta é que a inteligência artificial e a automação terão um impacto profundo no ambiente de trabalho futuro.
O relatório da canadense D2L conclui que, sem dúvida, ocorreram muitas mudanças na forma como as pessoas interagem entre si, no comércio e até mesmo em comunidades inteiras. No entanto, é extremamente desafiador e difícil imaginar até onde chegarão as mudanças que começam a ser observadas, e o destino para o qual a sociedade se dirige como resultado da quarta revolução industrial.
Graças ao novo contexto político-econômico-social, além da convergência de novas tecnologias como a nanotecnologia, a inteligência artificial, a robótica, a genética e a impressão 3D, a mudança exponencial gerada pela quarta revolução industrial já modificou virtualmente todas as indústrias do mundo. Portanto, nenhuma parte da sociedade será deixada de fora, o que inclui o papel que o setor educacional terá no desenvolvimento desta força de trabalho que deve se preparar para este novo ambiente profissional.
O futuro do trabalho e da aprendizagem — e a forma como ambos interagem — estendem-se a todos os aspectos da sociedade. No entanto, o atual sistema educacional e o desenvolvimento da força de trabalho, incluindo a formação de competências, não estão conseguindo acompanhar as inovações do século XXI e, se não algo não for feito em breve, a educação continuará para trás no ritmo de inovação rumo ao futuro.
O relatório da D2L reconhece que, enquanto algumas instituições educacionais e programas individuais dentro das instituições se adaptaram em resposta a mudanças na força de trabalho, a maior parte do setor continua muito indiferente às novas necessidades de alunos e profissionais. Persistem questões como a acessibilidade ao ensino superior e a desconexão entre a educação e as necessidades do mercado de trabalho.
Com base no relatório O futuro do trabalho do Fórum Econômico Mundial, até 2020 mais de um terço dos conjuntos de habilidades básicas necessárias para a maioria das ocupações será composto de competências que ainda não são consideradas fundamentais para estas posições. Embora esta necessidade de uma mudança de paradigma na aprendizagem pode parecer óbvia para muitas pessoas, pontos de vista conflitantes e abordagens individuais para desenvolver as soluções têm, em várias ocasiões, produzido focos isolados de inovação e não a transformação integral do sistema, tão necessária para se alcançar o sucesso.
O relatório da D2L destaca a natureza dinâmica do trabalho e o modo como as sociedades devem adotar modelos de aprendizagem novos ou híbridos para permitir que as pessoas e as economias prosperem no futuro. Sem uma transformação fundamental na forma de pensar sobre a aprendizagem e a capacitação ao longo da vida, haverá pessoas, comunidades e economias inteiras que serão marginalizadas.
A pesquisa utilizada no relatório foi baseada em uma meta-análise de fontes acadêmicas, discussões com líderes de diferentes setores dentro do espectro de aprendizagem durante as conferências executivas da D2L em 2016 e 2017, e o trabalho da D2L durante 18 anos com educadores, Instituições acadêmicas, pesquisadores, estudantes, especialistas em tecnologia e empresas dedicadas ao ensino.
Este relatório procura aprofundar o debate sobre a evolução da aprendizagem no século XXI e sobre como podemos quebrar barreiras e transformar a aprendizagem para que todos tenham a oportunidade de alcançar o sucesso, e as economias estejam mais bem posicionadas para prosperar.
DESTAQUE
Recomendações da D2L
Depois de produzir este relatório, a D2L destaca algumas recomendações que colocam a educação na vanguarda na mudança do paradigma em relação ao futuro do trabalho:
  1. Priorizar a educação e a capacitação na hora de investir.
  2. Pensar de forma ágil, flexível e adaptativa.
  3. Alinhar os programas e credenciais educacionais com as necessidades do mercado de trabalho.
  4. Reconhecer a mudança para um mercado de habilidades.
  5. Aproveitar a indústria como parceira. 
SOBRE A D2L
A D2L está convencida de que a aprendizagem é a base fundamental para todo o progresso e as realizações alcançadas até hoje. Trabalhando em estreita colaboração com organizações de todo o mundo, a D2L transformou a forma como milhões de pessoas aprendem online e em sala de aula. Saiba mais sobre as soluções da D2L para escolas, ensino superior e empresas em www.D2L.com.



este texto foi originalmente publicado em www.papofacil.com.br/2019/07/364-d2l.html

quarta-feira, 10 de julho de 2019

PAPOFÁCIL #363 Especial Formadores de Opinião Transformando o mundo com o Data Revolution

Adriana Silva, fala de sua trajetória como profissional com grande experiência em Analytics, tanto que com justiça ela se denomina "Jedi em Analytics", tendo trabalhado em grande empresas como SAS, Oracle e Editora Abril, que abraçou completamente sua vocação de professora e por meio do projeto Data Revolution que visa capacitar, preparar e modelar futuros cientistas de dados.

Gravado em maio de 2019 

PAPOFÁCIL #363 Especial Formadores de Opinião Transformando o mundo com o Data Revolution









Data RevolutionModelando o cientista de dados para o mercado

É um trabalho voluntário criado para incentivar, motivar, capacitar, preparar e modelar futuros cientistas de dados.

O CENÁRIO

Ano após ano o número de vagas para este tipo de profissional só cresce!
Segundo o Conre-3, olhando apenas as vagas para estatísticos, a cada ano mais de 3 mil vagas são divulgadas, no entanto menos de 20% delas são preenchidas.

As empresas têm dificuldade de encontrar profissionais porque procuram o inexistente. Querem profissionais com experiência, pensar analítico, comunicador, curioso que goste de desafios, comunicativo, além de várias outras características técnicas.


Como podemos estimular a mudança desta realidade? 

Uma das formas mais efetivas de mudança de comportamento, é expor o ser humano a situações reais. Queremos levar para os estudantes o mundo real através de um workshop super intensivo.

O Projeto

Queremos levar aos estudantes a oportunidade de conhecer a vida real antes mesmo de saírem da universidade através de um Workshop gratuito para os alunos. Faremos uma imersão para uma chuva de realidade!


Nossa meta é fazer com que os alunos se soltem, participem, pratiquem, exponham ideias, entendam a dinâmica de trabalho, os desafios reais e principalmente, sintam-se parte do grupo de profissionais disponíveis no mercado.


este texto foi originalmente publicado em www.papofacil.com.br/2019/07/363-Adriana.html

segunda-feira, 8 de julho de 2019

PAPOFÁCIL #362 Peers Consulting transformação digital com foco total no negócio

Marcelo Shiramizu, Sócio Fundador, fala do foco em consultoria de negócios e gestão, mas que visa diagnosticar as necessidades da e empresa e implementar ações coordenadas que usam recursos de tecnologia e visam realizar da forma mais consistente as necessárias transformações digitais e evoluir a atuação e resultados das empresas.

Gravado dia 18/06/2019  

PAPOFÁCIL #362 Peers Consulting transformação digital com foco total no negócio




Empresa atua como consultoria de negócios que de forma multidisciplinar diagnostica necessidades e implanta transformação digital.


TRANSFORMAÇÃO DIGITAL: O TERMO DA VEZ

Por Tiago Couto, Consultor Sênior da Peers Consulting*.

As empresas continuam a buscar novas diretrizes e modelos para o desenvolvimento de seu plano estratégico e operacional, assim como, realizavam no passado. Nas décadas de 80 e 90, o termo da vez era Downsizing, que buscava atingir ganhos de eficiência, alegando a redução da burocracia da empresa e, consequentemente, enxugando a estrutura organizacional. Por vezes, e após anos, podemos ver que essas medidas até surtiram efeitos positivos em um curto espaço de tempo, porém foram excessivas.

Atualmente, o termo da vez é: Transformação Digital. Todos os olhares já estão voltados para o tema e diversas companhias estão se movimentando para adequarem a estratégia e operação da nova tendência.

Porém, para não incorrer no mesmo erro de adotar ações apenas para seguir a corrente do momento, é fundamental entender o que é a Transformação Digital.

Ela está relacionada somente ao desenvolvimento de novas aplicações? Utilizar o conceito de customer centricity é o suficiente para ser digital? Ter uma cultura “informal” contribui para o processo de transformação?

O professor e pesquisador do MIT/Sloan, George Westerman, em entrevista recente, apresentou a seguinte definição: “Transformação digital é quando as companhias usam tecnologias para mudar radicalmente a sua performance ou abrangência”. Baseado nela, é possível dizer que a transformação digital vai além do desenvolvimento de aplicações voltadas para o cliente em um ambiente formal. É um conceito mais amplo, principalmente, ao considerar a mudança estrutural envolvida, a qual impacta os objetivos estratégicos, o modelo de negócio e a propensão à inovação das organizações.

Essa transformação deve tomar como reflexão diversos fatores, dos quais se destacam:

  • Construir uma cultura digital é estar aberto ao desenvolvimento de novas ideias e aprender com os possíveis erros delas;
  • Ser integrada entre as unidades de negócios;
  • Desenvolver interações digitais focadas no cliente (customer centricity);
  • Desenvolver respostas digitais do operacional ao estratégico;
  • Atuar nas soluções no modelo ágil.

A pesquisa C-Suite Challenge 2018, publicada pelo The Conference Board, realizada com mais de 500 executivos, corrobora com essa visão ao apresentar que a estratégia dos executivos tem a intenção de “criar uma cultura de inovação que encoraje cooperação entre funções e negócios e que promova a tomada de risco” e “expandir o ecossistema de inovação: construir alianças com clientes, fornecedores e/ou parceiros de negócios”. O estudo também constatou que, para estes líderes, as iniciativas de inovação objetivam o crescimento de receita.

Em suma, a Transformação Digital é estrutural, abrangente e estratégica. Não é restrita a uma abordagem desenvolvida pela área de Tecnologia de Informação, nem uma iniciativa pontual paralela aos objetivos corporativos. Ao contrário, ela passa por uma reorganização da empresa totalmente atrelada à estratégia, com vistas à evolução do negócio, tanto em eficiência operacional como em performance financeira e satisfação do cliente. E, assim como toda mudança estrutural, para ter sucesso, deve ser feita de modo gradual, estabelecendo uma comunicação clara e construindo uma nova cultura organizacional.

Na sua empresa ela pode surgir como uma visão complementar ao negócio, suportando os atuais objetivos estratégicos. Com o tempo, o tema pode ganhar maior relevância e até ser, posteriormente, o principal pilar estratégico.

este texto foi originalmente publicado em www.papofacil.com.br/2019/07/362-peers.html

quarta-feira, 3 de julho de 2019

PAPOFÁCIL #361 TIVIT amplia portfólio de soluções de analytics pela aquisição da Stone Age

Sérgio Lopes, Head of Analytics, conta sobre a natureza multidisciplinar dos projetos desenvolvidos para os clientes com foco nas aplicações de análise de dados, intensificada com a aquisição da Stone Age, indo além das atribuições de um "apenas" datacenter, permite integrar muitas tecnologias inclusive IoT em seu novo conceito de "Intelligence of Things".

Gravado dia 14/06/2019 no CIAB 

PAPOFÁCIL #361 TIVIT amplia portfólio de soluções de analytics pela aquisição da Stone Age





TIVIT apresenta inovações para o setor financeiro no CIAB Febraban 2019
Evento aconteceu entre os dias 11 e 13 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo

TIVIT, multinacional brasileira líder em soluções digitais, participou da 29ª edição do CIAB FEBRABAN, maior evento de tecnologia para o mercado financeiro da América Latina. A companhia apresentou soluções digitais voltadas para o setor, além de trazer sessões exclusivas com os especialistas da empresa sobre Cloud, Inteligência Artificial e Blockchain.

Na ocasião, a TIVIT contou com um estande e especialistas que fizeram demonstrações de soluções das quatro linhas de negócios Digital Business, Cloud Solutions, Digital Payments e Technology Platforms. Para o setor financeiro, especificamente, a companhia conta com uma expertise e soluções que atendem todo o ecossistema das empresas de pagamento do Brasil, sendo responsável pelo gerenciamento de mais de 25 bilhões de transações por ano (mais de 50% de todas as transações do país). Além disso, a TIVIT também apresentou a Stone Age, empresa de Big Data e Analytics, recentemente adquirida pela companhia.

"Entregamos soluções digitais que ajudam os nossos clientes a transformarem os seus negócios por meio dos dados e de tecnologias emergentes, como Analytics, Blockchain e Cloud. Entendemos que essas soluções aceleram o desempenho e atendem às necessidades das organizações, se tornando diferenciais competitivos para as empresas. Quanto à Stone Age, alavancamos nossa expertise e portfolio para o setor financeiro, e o CIAB é o melhor lugar para demonstrarmos isso ao mercado", explica Wander Cunha, Head of Digital Business da TIVIT.

Focando na interação com o público do evento, a TIVIT vai mostrou as seguintes soluções:
  • Inteligência Artificial - cases de sucesso com o uso de computer vision speech to text;
  • ECM (Enterprise Content Management) – o uso da solução para o financiamento de veículos. A plataforma centraliza e gerencia todos os arquivos necessários ao processo de financiamento, além de parametrizar a lista de      documentos e permitir a rastreabilidade de todas as informações submetidas;
  • Soluções Stone Age e Data Journey – com as soluções que agora fazem parte do portfólio da TIVIT, como identify, mesa de decisão, motor de decisão e contact gateway, o conceito de Data Journey será apresentado no CIAB, desde os primeiros passos, como a análise de uma base de dados não-estruturada, até a chamada mesa de decisão, na qual as informações estudadas são definitivas para a tomada de decisão;
  • Blockchain - nas transações financeiras e até interbancárias, a solução pode ser utilizada para garantir a veracidade dos valores, além de trazer agilidade em transações como de transferência de valores;
  • Modernização de aplicações – a TIVIT, em parceria com a Ionate uma startup californiana (do Vale do Silício), de modernização de aplicação e segurança em ambientes de microsserviços, oferece solução para clientes que precisam modernizar aplicações desenvolvidas em tecnologias antigas ou em modelos on-premises para a nuvem;


este texto foi originalmente publicado em www.papofacil.com.br/2019/07/361-tivit.html