quarta-feira, 18 de abril de 2018

PAPOFÁCIL #172 SAS Ampliando Analytics amadurecendo em muitas verticais

SAS tem crescimento de 22% em vendas de novas licenças no Brasil em 2017
Cássio Pantaleoni, Country Manager, resgata a história do SAS e a evolução de sua abordagem em análise de dados, bem como o grau de maturidade analítica pela qual passam as empresas, fator que auxiliou no incremento de 22% nas vendas de novas licenças em 2017.

Gravado no SAS em 18/04/2018 

PAPOFÁCIL #172 SAS Ampliando Analytics amadurecendo em muitas verticais



SAS tem crescimento de 22% em novas vendas no Brasil

Resultados foram impulsionados pelos segmentos de Finanças, Varejo, Telecomunicações e Governo

O SAS, líder global em Analytics, registrou em 2017 mais um ano de resultados positivos. A subsidiária brasileira obteve um crescimento de 22% em novas vendas (First Year Fee - FYF) e de 8% em receita total de software (Total Software Revenue - TSR), na comparação com 2016. Na América Latina, houve um aumento de 15,2% e 9,6%, respectivamente.

“Os resultados de 2017 superaram as nossas expectativas. Pelo segundo ano consecutivo tivemos um crescimento de dois dígitos e conseguimos quebrar o nosso recorde de TSR”, comemora Cássio Pantaleoni, presidente do SAS Brasil.

As áreas de destaque foram Risk Management, com 55% de crescimento nas vendas, e Data Management e Internet das Coisas, com 27%. Além disso, o SAS Brasil teve um aumento de 13% em sua carteira de clientes, sendo 50% deles resultante do trabalho desenvolvido pelos parceiros integrantes do Programa de Canais e Alianças da companhia.

A região Sudeste segue como líder quanto ao volume de negócios no país. Dentre as verticais de negócios, os destaques ficaram com as indústrias de Finanças (56%), Telecomunicações e Varejo (17%) e Governo (16%).

Perspectivas 2018

Para 2018, a expectativa do SAS Brasil é de obter um crescimento de 11% com foco nas tecnologias de Inteligência Artificial, Internet das Coisas, Machine Learning, além das soluções de Data ManagementCustomer Intelligence, Fraude e Risco. A empresa também pretende continuar investindo na oferta de sua tecnologia de Inteligência Analítica sob o modelo RaaS (Result as a Service) e na plataforma SAS Viya - principal foco de investimentos nos últimos dois anos.

A companhia seguirá trabalhando não apenas com as indústrias nas quais já é bem-sucedida, mas também em novos mercados, como Bens de Consumo (CPG), Utilities, Manufatura e Agronegócios. Para isso, o SAS terá como principal alicerce seu Programa de Canais e Alianças, cujo plano de expansão teve início há dois anos e, desde então, vem colhendo resultados positivos no trabalho junto aos parceiros.

Resultados globais
Em nível global, o SAS registrou o faturamento US$ 3,24 bilhões em 2017, correspondendo a um aumento de 1,25% em relação ao ano anterior. Grande parte desse resultado se deve ao aumento da demanda de soluções de Gestão de Fraude e Riscos, Inteligência Artificial, Machine Learning e Cloud.

As receitas associadas à Nuvem tiveram um incremento de 15%, enquanto que as vendas na área Gerenciamento de Riscos cresceram 35%. A área de Governança de Dados e Data Quality obteve um aumento de 11%, impulsionado pelo interesse cada vez maior dos clientes sobre questões regulatórias atreladas à proteção de dados, como o GDPR (General Data Protection Regulation). Já as soluções de Fraude e Segurança tiveram um crescimento de 11%.

A Ásia-Pacífico e a América Latina foram as regiões com o maior crescimento em 2017.

A visão dos analistas
De acordo com a consultoria IDC, a estimativa é de que o mercado de Analytics na Internet das Coisas deva crescer mais de US$ 23 bilhões até 2020, com cerca de 20,4 bilhões de “coisas” conectadas e gerando um grande volume de dados.

Por essa razão, houve um aumento significativo na adoção do SAS Event Stream Processing em 2017, assim como a criação recente da divisão de Analytics em loT. É uma aposta do SAS que visa fornecer análise de ponta e que traga valor aos investimentos dos clientes nessa área.

"Estamos ajudando os nossos clientes a serem mais competitivos com as tecnologias disruptivas e com o uso do Analytics na Internet das Coisas e na Inteligência Artificial. A inovação por meio das novas tecnologias é uma das razões pelas quais continuamos a ser uma empresa que oferece expertise e soluções de destaque”, diz o fundador e CEO do SAS, Jim Goodnight.

Na visão dos analistas, o SAS segue como líder quando se fala em análises avançadas e preditivas. De acordo com o IDC, a empresa detém uma participação de 30,5% desse mercado, representando mais do que o dobro da participação de seu concorrente mais próximo. Em 2017, os analistas também posicionaram o SAS como líder em Streaming Analytics, Machine Learning, Big Data, Data Science Platform, Real-Time Marketing, Data Integration, Data Quality, Fraud Detection, Risk Management e Retail Analytics.


Sobre o SAS
O SAS é o líder global em Analytics. Por meio de soluções analíticas inovadoras, voltadas para a inteligência do negócio e gerenciamento de dados, a companhia ajuda seus clientes em mais de 80.000 localidades a tomarem decisões de forma rápida e acurada. Desde 1976, o SAS fornece aos clientes ao redor do mundo THE POWER TO KNOW® (O Poder do Conhecimento). No Brasil desde 1996, a subsidiária brasileira conta com escritórios em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF), e atua em diferentes setores como finanças, telecomunicações, varejo, energia, governo, manufatura e educação. Confira o site: www.sas.com/br

PAPOFÁCIL#171 Hughes dos satélites à Internet nos 50 anos de história no Brasil

Rafael Guimarães, Presidente, resgata a história da empresa, desde os tempos do visionário Horward Hughes, responsável pela ampliação das redes de comunicação no Brasil há 50 anos, desde que está no país e hoje oferece conexão de Internet via satélite às áreas isoladas, pessoas e empresas e sua nova rede WAN definida por software, a HughesOn.

Gravado dia 16/04/2018 na Hughes do Brasil 


PAPOFÁCIL#171 Hughes dos satélites à Internet nos 50 anos de história no Brasil





HUGHES comemora 50 anos no Brasil

Trajetória da companhia inclui prestação de serviços de telecomunicações para o segmento corporativo e atuação no mercado consumidor, com o lançamento da HughesNet, conexão de alta velocidade para zonas rurais e pequenos municípios  

São Paulo, abril de 2018 – A Hughes, líder mundial no fornecimento de serviços de rede e tecnologia de comunicação via satélite, está comemorando 50 anos de história no Brasil. A companhia americana chegou ao País em 1968 e foi a responsável pela venda dos primeiros satélites de telecomunicações brasileiros.

“Ao longo destes 50 anos de história no País, a Hughes sempre teve um papel de destaque no mundo das comunicações via satélite. Começamos vendendo equipamentos, depois incorporamos prestação de serviços de rede corporativa ao nosso negócio, e agora oferecemos serviços ao consumidor final. Esses fatores marcam uma transformação significativa nas atividades da companhia e a coloca como parte fundamental da história das comunicações via satélite no Brasil”, diz Delio Morais, CEO da Hughes no Brasil.  

A Hughes é a única prestadora de serviços gerenciados via satélite que utiliza a própria tecnologia em suas operações, e também o principal fornecedor mundial de serviços de satélites de banda larga, produtos e soluções de redes gerenciadas. Entre os benefícios gerados aos clientes, é possível destacar a cobertura nacional, um extenso portfólio de serviços e soluções de rede multisserviços (fixas e móveis), personalizados e adaptados às necessidades específicas de cada cliente.

Além de comunicação via satélite, a Hughes possui um portfólio completo de soluções nas áreas de: redes de comunicação; monitoramento e controle; mobilidade; e treinamento, e atua principalmente nos setores de serviços públicos, varejo, financeiro, educação, indústria, telecom, governo e agronegócio.

Para Rafael Guimarães, presidente da Hughes no Brasil, o País é, cada vez mais, foco de intensos investimentos da companhia, que opera no mercado nacional desenvolvendo soluções de telecomunicações para os segmentos corporativo, governamental e consumidor. “Estamos orgulhosos de comemorar 50 anos de presença no País e poder oferecer serviços de alta qualidade a empresas de diversos segmentos, além de usuários residenciais”, afirma Guimarães.


Investimento no segmento B2C – HughesNet



Em 2016, a Hughes fez mais um grande investimento no Brasil, ao apostar no segmento B2C, com o lançamento da HughesNet, marca que veio para atender às necessidades do consumidor final que necessita de internet em locais considerados desatendidos. No País, o serviço opera na banda Ka, faixa na qual os satélites de alta capacidade trabalham com um custo mais baixo, além de receber os mesmos padrões globais de qualidade.

“Com a HughesNet, nossa banda larga via satélite, apostamos no segmento B2C para alavancar negócios e alcançar outro nicho de mercado, levando conexão de alta qualidade às regiões mais remotas e afastadas dos grandes centros, como pequenos municípios, zonas rurais e litoral. Por utilizar tecnologia via satélite, o serviço de banda larga da HughesNet chega onde nenhuma outra tecnologia é eficaz”, ressalta Guimarães.

Novo Satélite

E os investimentos no Brasil não param. Ainda neste ano, a empresa passará a utilizar um novo satélite que vai não só ampliar a cobertura dessa tecnologia no Brasil, como também atender muitos países da América do Sul, que a Hughes utilizará para expandir seus serviços de satélite de banda larga para os consumidores. A banda larga HughesNet já está disponível em quase 4 mil municípios brasileiros desde seu lançamento, e ainda em 2018, a companhia deve ampliar o atendimento para aproximadamente 4.900 municípios.

Muito além do satélite

Também este ano chega ao mercado brasileiro a solução HughesOn. Trata-se de um serviço de SD-WAN capaz de prover conexões entre a matriz e filiais de empresas de forma segura, escalável e bem mais econômica, usando como meio de acesso circuitos de banda larga tradicionais. “HughesOn é uma solução da Hughes que opera em qualquer acesso à internet, mesmo que não seja via satélite. Com o SD-WAN, usando diferentes acessos e virtualizando aplicações locais, aumentamos a banda disponível em muitas vezes, garantindo o SLA. Nos EUA, o serviço já é usado em 280 mil pontos e agora é a vez do Brasil contar com essa solução”, conclui Guimarães.

Echostar XXIV/Jupiter 3: um futuro não tão distante

Em 2021, a Hughes lançará um novo satélite, o Echostar XXIV/Jupiter 3. Esse novo satélite será utilizado para entregar conexões de até 100 Mbps à empresas e usuários finais em praticamente todos os países das Américas, incluindo o Brasil, EUA, Canadá, México e outras regiões. O satélite utilizará tecnologia de ultradensidade (UHDS) para transmissão e será responsável por mais que dobrar a capacidade de banda da Hughes no continente.

Sobre a HUGHES

A Hughes Network Systems, LLC (Hughes) é líder mundial no fornecimento de banda larga via satélite e oferece tecnologias inovadoras de rede, serviços gerenciados e soluções empresariais e governamentais no mundo todo. A Hughes já entregou mais de 4,8 milhões de sistemas para clientes, em mais de cem países. O número representa cerca de 50% do mercado. Com sede em Germantown, Maryland (EUA), a Hughes tem escritórios de vendas e suporte em todo o mundo e é uma subsidiária integral da EchoStar Corporation (Nasdaq: SATS). No Brasil, a empresa está presente desde 1968 e opera com serviços de telecomunicações via satélite desde 2003. A Hughes oferece soluções para diversas empresas, como operadoras, agronegócio, educação, governo, indústria e varejo. São 30 bases técnicas no País e um Centro de Operações de Rede em Barueri, SP. Para mais informações, acesse www.hughes.com.br.

Sobre a EchoStar

A EchoStar Corporation (Nasdaq: SATS) é uma provedora global de operações de satélite, soluções de TV digital e transmissão de conteúdo. Com sede em Englewood, Colorado (EUA), e com negócios em todo o mundo, a EchoStar é pioneira em tecnologias seguras de comunicação, por meio de suas unidades de negócios EchoStar, EchoStar Technologies Corporation e Hughes Network Systems. Para mais informações, acesse www.echostar.com. Siga @EchoStar no Twitter.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

PAPOFÁCIL NVIDIA Carros Autônomos GPU Technical Conference 2018 p2

Alexandre Ziebert, Technical Marketing Manager Latam, conceitua os CARROS AUTÔNOMOS e como as GPUs têm sido essenciais no processo, par análise de inúmeros sensores, câmeras, inteligência artificial, simuladores com realidade virtual, tudo isso vem (sem trocadilho) asfaltando o caminho para os carros autônomos.

Gravado dia 27/03/2018 em San Jose California durante a GTC 2018 

PAPOFÁCIL #170 NVIDIA Carros Autônomos GPU Technical Conference 2018 parte 2









 Carros Autônomos na GTC 2018

A NVIDIA lançou um sistema para testar veículos autônomos usando simulações fotorrealistas, criando um método mais seguro e dimensionável para levar os carros autônomos para as ruas. Durante a GTC 2018, o fundador e CEO da NVIDIA, Jensen Huang, anunciou o 
NVIDIA DRIVE™ Constellation, uma plataforma de computação baseada em dois servidores diferentes.

O primeiro servidor executa o software NVIDIA DRIVE Sim para simular os sensores de um veículo autônomo, como câmeras, o LiDAR e os radares. O segundo contém um potente 
computador para carros com IA NVIDIA DRIVE Pegasus™, que executa o conjunto completo de software do veículo autônomo e processa os dados simulados como se viessem dos sensores de um carro na rua.

O servidor de simulação tem placas de vídeo NVIDIA, cada uma gerando um fluxo de dados de sensores simulados, que alimentam o processamento realizado pelo DRIVE Pegasus.

Os comandos de direção do DRIVE Pegasus são enviados de volta ao simulador, completando o ciclo de retroalimentação digital. Esse ciclo de “hardware no loop”, que ocorre 30 vezes por segundo, é usado para validar se os algoritmos e os softwares executados no Pegasus estão operando corretamente o veículo simulado.

O software DRIVE Sim gera fluxos de dados fotorrealistas para criar uma ampla variedade de diferentes ambientes de teste. Ele pode simular condições meteorológicas diferentes, como tempestades e nevascas; brilhos ofuscantes em diferentes momentos do dia ou visão limitada à noite, bem como todos os diferentes tipos de superfícies de estrada e terreno. Situações perigosas podem ser roteirizadas em simulação para testar a capacidade do carro autônomo de reagir, sem nunca colocar alguém em perigo.

O DRIVE Constellation estará disponível para parceiros com direito a acesso antecipado no terceiro trimestre de 2018.

GTC 2018 – NVIDIA apresenta novidades em computação por GPU

NVIDIA anuncia durante a GPU Technology Conference 2018 (GTC 2018)  uma série de avanços para sua plataforma líder mundial de computação, que proporciona um desempenho dez vezes maior em cargas de trabalho de deep learning em comparação com a geração anterior lançada há seis meses.

Os principais avanços para a plataforma da NVIDIA, que é adotada por todos os principais provedores de serviços de nuvem e fabricantes de servidores, incluem a duplicação da memória da 
NVIDIA® Tesla® V100, a mais potente placa de vídeo de data center, e uma revolucionária nova tecnologia de interconexão de placas de vídeo chamada de NVIDIA NVSwitch™, que permite que até 16 placas de vídeo Tesla V100 se comuniquem simultaneamente a uma velocidade recorde de 2,4 terabytes por segundo. A NVIDIA também lançou um conjunto de software atualizado e totalmente otimizado.

Além disso, a NVIDIA iniciou um grande avanço na computação de deep learning com o 
NVIDIA DGX-2, o primeiro servidor único capaz de oferecer 2 petaflops de potência computacional. O DGX-2 tem a capacidade de processamento de deep learning equivalente à de 300 servidores ocupando o espaço de 15 racks em um data center, sendo 60 vezes menor e com uma eficiência energética 18 vezes maior.

“Os avanços extraordinários do deep learning apenas sugerem o que ainda está por vir”, comenta Jensen Huang, fundador e CEO da NVIDIA ao dar a notícia na GTC 2018. “Muitos desses avanços estão na plataforma de deep learning da NVIDIA, que rapidamente se tornou o padrão mundial. Estamos aumentando drasticamente o desempenho da nossa plataforma em um ritmo muito superior à lei de Moore, permitindo avanços que ajudarão a revolucionar os serviços de saúde, os transportes, a exploração científica e inúmeras outras áreas”.

Quadro GV100 e NVIDIA RTX
placa de vídeo NVIDIA® Quadro® GV100, anunciada durante a GTC 2018, conta com tecnologia NVIDIA RTX™, que oferece pela primeira vez o Ray Tracing em tempo real a milhões de artistas e designers.

Maior avanço em computação gráfica desde o lançamento de sombreadores programáveis ​​há quase duas décadas, o NVIDIA RTX, quando combinado com a poderosa placa de vídeo Quadro GV100, permite que o Ray Tracing seja feito em tempo real ao executar aplicativos profissionais de design e de criação de conteúdos.

A tecnologia NVIDIA RTX foi apresentada durante a Game Developers Conference 2018 e agora ela é compatível com mais de 20 dos principais aplicativos do mundo de criação e design profissionais, com uma base de usuários combinada de mais de 25 milhões de clientes.

A placa de vídeo Quadro GV100, com 32 GB de memória, expansível para 64 GB com várias placas de vídeo Quadro usando a 
tecnologia de interconexão NVIDIA NVLink™, é a plataforma com desempenho mais alto disponível para esses aplicativos. Baseada na arquitetura de placa de vídeo Volta da NVIDIA, a GV100 oferece 7,4 teraflops de precisão dupla, 14,8 teraflops de precisão simples e 118,5 teraflops de desempenho em deep learning. Além disso, o redutor de ruídos por AI NVIDIA OptiX™, integrado ao NVIDIA RTX, oferece um desempenho quase 100 vezes maior que o das CPUs para renderizações em tempo real e sem ruídos.

A placa de vídeo Quadro GV100 está disponível no 
site da NVIDIA e a partir de abril nos principais fabricantes de estações de trabalho, incluindo Dell EMC, HP, Lenovo e Fujitsu, e parceiros de distribuição autorizados, incluindo PNY Technologies na América do Norte e Europa, ELSA/Ryoyo no Japão e Leadtek na Ásia-Pacífico.Parceria com ARM
A NVIDIA e a ARM anunciaram uma parceria para levar a inferência por Deep Learning aos bilhões de dispositivos móveis, eletrônicos e da Internet das Coisas (IoT) que serão lançados no mercado global. Na parceria, a NVIDIA e a ARM integrarão a arquitetura de código aberto 
NVIDIA Deep Learning Accelerator (NVDLA) à plataforma Project Trillium da ARM tendo em vista o aprendizado de máquina. A colaboração permitirá que as empresas de chips de IoT integrem de modo mais simples a AI em seus projetos e ajudará a disponibilizar produtos inteligentes e acessíveis a bilhões de consumidores em todo o mundo.

Baseado no NVIDIA® Xavier™, o sistema de máquina autônoma em um chip mais poderoso do mundo, o NVDLA é uma arquitetura gratuita e aberta para promover um modo padrão de projetar aceleradores de inferência de deep learning. A arquitetura modular do NVDLA é escalável, altamente configurável e projetada para simplificar a integração e a portabilidade.

O NVDLA oferece uma série de benefícios que aceleram a adoção da inferência de deep learning. Ele conta com o apoio das avançadas ferramentas de desenvolvimento da NVIDIA, incluindo as próximas versões do 
TensorRT, um acelerador de deep learning programável. O design de código aberto permite que recursos de ponta sejam adicionados regularmente, incluindo contribuições da comunidade de pesquisa.

A integração do NVDLA com o Project Trillium proporcionará aos desenvolvedores de deep learning os mais altos níveis de desempenho, pois eles aproveitarão a flexibilidade e a escalabilidade da Arm em toda a ampla variedade de dispositivos IoT.

Sobre a NVIDIA
A invenção da GPU pela  
NVIDIA (NASDAQ: NVDA) em 1999 provocou o crescimento do mercado de jogos para PCs, redefiniu a computação gráfica moderna e revolucionou a computação paralela. Mais recentemente, a aprendizagem profunda via GPU abriu caminho para a AI moderna – a próxima era da computação – com a GPU atuando como o cérebro dos computadores, robôs e carros autônomos que percebem e entendem o mundo. Mais informações em http://www.nvidia.com.br/page/home.html.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

PAPOFÁCIL #169 Zebra Automação e Produtividade

Vanderlei Ferreira, Country Manager, resgata a história da Zebra, marca criada por analogia aos códigos de barras e evolução de seu portfólio que hoje atende desde a manufatura, logística, distribuição e varejo com soluções poderosas que também engobam localização, RFID, dispositivos como coletores de dados e impressoras de etiquetas e RFID.

Gravado dia 10/04/2018 na Zebra  

PAPOFÁCIL #169 Zebra Automação e Produtividade






Os novos computadores e impressoras inteligentes móveis da Zebra, apoiados pelas aplicações Mobility DNA e Print DNA, aumentam a eficiência dos trabalhadores e a satisfação dos consumidores.

A Zebra Technologies Corporation (NASDAQ: ZBRA), líder no mercado de computadores portáteis, scanners e impressoras de código de barras, aprimorada com software e serviços que permitem visibilidade de negócios em tempo real, anunciou hoje suas novas soluções móveis projetadas para ajudar as empresas a superar seus concorrentes, aumentando o nível da experiência do cliente e fortalecendo a qualidade de suas operações. O novo computador portatil MC3300 e a nova série de impressoras móveis ZQ320 completam o portfólio de soluções tecnológicas projetadas para empresas, para capacita-las a atender suas necessidades de negócios desde a frente da loja até seus centros de distribuição ou armazéns.

O computador móvel MC3300 com sistema operacional Android é reforçado com o Mobility DNA para ajudar a simplificar a implementação e o desenvolvimento de aplicativos necessários para a migração de dispositivos móveis tradicionais baseados no sistema Windows. Além disso, as impressoras móveis da série ZQ320 apresentam o Print DNA, um conjunto de aplicativos de software, utilitários e ferramentas que ajudam as empresas a detectar e analisar o status e o desempenho de seu grupo de impressoras em tempo real. Esta nova impressora móvel oferece uma experiência de impressão superior, por meio de um melhor desempenho, gerenciamento remoto e fácil integração.


DADOS RELEVANTES
Computador móvel MC3300
·         O computador móvel MC3300 está disponível em vários formatos, com recursos avançados de captura de dados que podem digitalizar códigos de barras 1D / 2D em praticamente qualquer condição, de curto ou longo alcance, ajudando aumentar a velocidade e a precisão da digitalização. Isso ajuda a melhorar a produtividade do trabalhador na gestão de estoques, rastreamento, separação e prontidão de mercadorias.
·         A combinação da tela sensível ao toque robusta e iluminada do computador móvel MC3300, com o teclado e a interface intuitiva do Android, facilita o gerenciamento dos principais processos, oferecendo à equipe a flexibilidade necessária para reduzir as curvas de aprendizado e aumentar a eficiência nos ambientes mais exigentes dentro dos armazéns.
·         O computador MC3300 está reforçado com o Mobility DNA, um conjunto exclusivo de ferramentas de produtividade, gerenciamento e desenvolvimento, projetado para fácil integração e máxima eficiência comercial. Isso inclui o novo aplicativo Device Diagnostics, para maximizar a capacidade do dispositivo por meio de um recurso que pode determinar o dano do dispositivo antes de ficar fora de serviço.
·         O MC3300 expande o maior portfólio de computadores Android ™ do setor, operando em uma plataforma comum e oferecendo proteção para investimentos em empresas, oferecendo vários caminhos de migração de aplicativos como suporte. Isso permite que os gerentes de TI executem aplicativos herdados do sistema operacional Windows®, desde o primeiro momento, antes de fazer a transição completa para o Android. O MC3300 também oferece compatibilidade com acessórios de versões anteriores, como os computadores móveis MC3090 / 3190 e MC3200.
Série de impressoras ZQ320
·         A gama de impressoras ZQ320 oferece a capacidade de imprimir recibos e etiquetas, juntamente com conectividade sem fio, opções de gerenciamento de energia e bateria. Pensando em satisfazer as necessidades do cliente, foi criado um modelo elegante para os varejistas que podem ser usados de frente ao cliente, enquanto uma versão industrial ideal também está disponível para transporte e logística, fabricação e aplicações governamentais.
·         Além disso, a família ZQ320 oferece a primeira solução de gerenciamento de impressoras Bluetooth para o setor, como parte do DNA de impressão da Zebra. Isso permite que as empresas atualizem, monitorem e solucionem problemas de suas impressoras conectadas por Bluetooth, em tempo real, com um dispositivo Android e uma solução de gerenciamento de dispositivo móvel (MDM).

“As empresas precisam de visibilidade em tempo real de todas suas operações para garantir que elas tenham o que o comprador deseja, quando e onde quiser. A Zebra capacita a força de trabalho com soluções móveis que oferecem visibilidade, informações acionáveis e flexibilidade desde o ponto de venda até o centro de distribuição, permitindo às empresas, tomar decisões mais inteligentes para aumentar a produtividade, oferecer um serviço rápido aos seus clientes e obter uma vantagem competitiva", Alex Castañeda, Vice-presidente de vendas Latam, Zebra Technologies.

Sobre a Zebra
Com a visibilidade incomparável que a Zebra (NASDAQ: ZBRA) garante, as empresas se tornam tão inteligentes e conectadas quanto o mundo em que vivemos. Informações em tempo real – geradas a partir de soluções avançadas, incluindo hardware, software e serviços – dão às organizações a vantagem competitiva que precisam para simplificar operações, saber mais sobre seus negócios e clientes e capacitar seus profissionais móveis para que sejam bem-sucedidos no mundo centrado em dados de hoje. Para obter mais informações, visite www.zebra.com ou assine nossos avisos de notícias. Siga-nos no LinkedInTwitter e Facebook.

terça-feira, 10 de abril de 2018

PAPOFÁCIL #168 FireEye Segurança e Conhecimento de adversários vítimas e rede no mundo todo

Leandro Roosevelt, Country Manager, conta a origem da empresa como a criadora do conceito de Sandbox, os três pilares, conhecimento, análise de incidente e contra espionagem a favor da segurança e fala da solução de orquestração de produtos de segurança.

Gravado dia 09/04/2018 


PAPOFÁCIL #168 FireEye Segurança e Conhecimento de adversários vítimas e rede no mundo todo





SOCs (Centros de Operações de Segurança) Orquestrados Agregam Inteligência e Agilidade na Proteção e Resposta às Ameaças Cibernéticas
Por Leandro Roosevelt, Country Manager da FireEye no Brasil

No período em que o maior volume de ataques cibernéticos é observado e registrado, se não houver a manutenção necessária, aumenta-se drasticamente o risco de violação. Dada a escassez de talentos, minimiza-se as atribuições dos funcionários para que se concentrem nas tarefas que impactam diretamente nos negócios. Paralelamente, cada vez mais as organizações brasileiras têm buscado a automação para melhorar suas operações, de modo que a maioria das tarefas sejam atendidas automaticamente.

À medida que o Brasil avança para o seu futuro digital, já observamos empresas que adotam abordagens inovadoras e avançadas, como a automação cognitiva, para solucionar os grandes desafios econômicos e driblar a falta de talentos.

A orquestração reduz custos e falhas operacionais, libera recursos caros – como profissionais altamente qualificados que ainda executam tarefas manuais repetitivas – e melhora o desempenho da operação de qualquer empresa. Outros pontos importantes são a padronização de procedimentos e de tarefas operacionais, a flexibilidade e a possibilidade de um sistema atuar ininterruptamente.

Juntamente à automação, as ferramentas de orquestração podem ser implantadas em todo o ciclo de infraestrutura. Elas permitem integrar a automação ao restante do data center, de forma centralizada.

A FireEye, pioneira em Orquestração no Brasil, traz um exemplo tangível do conceito de Simplicidade: o FireEye Security Orchestrator (FSO), uma plataforma única para automação e orquestração, com arquiteturas de segurança mais modernas, detecção avançada e respostas rápidas.

Por que as empresas têm escolhido a automação? Para driblar a grande falha em segurança. Segundo estudo feito pela CompTIA, associação sem fins lucrativos especializada em tecnologia da computação, 87% das empresas brasileiras sofreram ao menos uma violação de segurança em 2016. Deste total, 58% dos ataques foram causados por negligência em quesitos de segurança e 42% por problemas técnicos. Com o objetivo de reduzir os riscos cibernéticos, as companhias são encorajadas a investirem fortemente em seus Centros de Operações de Segurança (SOCs, sigla em inglês), responsáveis por monitorar centenas de dispositivos, processos e assets de segurança.

O volume de alertas e os eventos gerados pelas ferramentas de segurança têm crescido exponencialmente num ambiente com ataques cada vez mais voláteis, fazendo com que as equipes de SOCs dificilmente identificassem as maiores e verdadeiras ameaças para suas companhias. Hoje, esses times têm sido inundados com dados brutos e, para que as organizações detenham um SOC qualificado, é fundamental equilibrar o desempenho em todas as áreas, contando com uma forte estrutura de operações de segurança. 


PILARES OBRIGATÓRIOS PARA OS SOCs (CENTROS DE OPERAÇÕES DE SEGURANÇA)
1.   Política de segurança efetiva da empresa, elencando as prioridades
2.   Definição dos procedimentos adequados e análise dos riscos
3.   Qualificação da equipe de acordo com a estratégia da organização
4.   Seguimento do planejamento e dinâmica da companhia

Serviços de segurança aprimorados bloqueiam ataques cibernéticos e reduzem a probabilidade de que eles ocorram. No entanto, caso aconteçam, há a diminuição considerável do tempo de resposta a ataques massivos. O Gartner, consultoria especializada no mercado de tecnologia, estima que 50% das operações de segurança devem ser geridas pelos SOCs até 2019.

Combinar investimentos em segurança digital com a ampliação dos recursos e implantação de soluções mais avançadas auxilia as companhias a adotar a visão de inteligência, a qual compreende duas fortes vertentes: a internalização da cultura cibernética com inteligência abrangente, que oferece cobertura total sobre o cenário de ameaça do cibercrime, incluindo espionagem e hacktivismo, alta fidelidade e análise global, assim como a orquestração.

A tríade básica de recursos - endpoint, antivírus (AV) e firewall – é a principal implantação de segurança nas empresas. Para os analistas de SOC, o sandbox é a ferramenta-chave de trabalho para auxiliar na análise avançada de malwares e código aberto. Entretanto, poucas estão preocupadas em compreender quais são as evidências dos ataques. Com a orquestração, que nada mais é do que a definição dos processos internos da área de segurança, a companhia decide como automatizar suas tecnologias internas para prevenir, identificar e responder às ameaças.