sexta-feira, 22 de junho de 2018

PAPOFÁCIL #206 Nice Uso de Analytics no Varejo e Atendimento a Cliente

Ingrid Imanishi, Gerente de Soluções Avançadas, fala do uso de análise de palavras e sentimentos, entre outras possibilidades, que fazem parte da solução de análise de dados no varejo visando aprimorar o relacionamento com o cliente, bem como o uso nos insights para tomadas de decisões comerciais usando o Nexidia Interactions Analytics.

Gravado dia 07/06/2016 

PAPOFÁCIL #206 Nice Uso de Analytics no Varejo e Atendimento a Cliente







Transformação analítica é uma jornada

Em roadshow realizado em São Paulo, NICE destaca como as soluções Nexidia Interactions Analytics podem gerar informações valiosas para as empresas


Ser analítico está cada vez mais no centro de todos os negócios. Fornecer insights de interações individuais e acompanhar a jornada completa do cliente representam um grande diferencial na era da transformação digital. “Analytics sem limites” foi o tema do roadshow que a NICE promoveu, em São Paulo, para discutir as principais soluções para transformar dados em informações valiosas.
Atualmente, a empresa atua fortemente em três pilares: Analytics, onde detém quase 50% do mercado global; Cloud e Inteligência Artificial. “Somos reconhecidos como uma plataforma de Customer Journey e nos solidificamos no mercado como um fornecedor de soluções robustas, capazes de aprimorar as interações e, consequentemente, a satisfação do cliente”, afirma Ingrid Imanishi, gerente de soluções avançadas da NICE.

Em sua palestra, Neiva Dourado Mendes, diretora de consultoria e operações da consultoria Blue6ix, apresentou uma série de indicadores que podem ser levantados a partir da utilização das soluções NICE Nexidia Analytics, cuja plataforma se destaca pela fonética, categorização das chamadas, análise de tendências dos tipos de contexto e emoção, identificação de palavras fora do dicionário por meio da indexação fonética, análise do silêncio (non-talk) e análise de parte das chamadas.

Segundo o levantamento da Blue6ix, o pedido de desculpas lidera em mais de 400% no setor financeiro em relação à área de convergência. A expressão “fui enganado” é 50% mais recorrente no setor de convergência em relação ao financeiro. Dos três maiores contratantes de centrais de relacionamento, o setor financeiro tem o menor tempo de silêncio prolongado durante as interações. “O non-talk é um fator importante para ser avaliado. Muitas vezes a fragilidade está nos processos e não apenas nas pessoas. Há empresas que registram 70% de silêncio numa interação, ou seja, de cada chamada de 10 minutos, 7 minutos são de silêncio”, destaca Neiva.

Outro dado que chama bastante atenção é que 23% dos acordos de cobrança registrados em sistemas não foram validados pela voz do cliente. Cerca de 20% dos agendamentos de visitas técnicas de uma empresa do setor de convergência não cumpridos levam a um cenário ainda pior: a cada agendamento não cumprido, a central recebe até sete novas chamadas da mesma pessoa.

Como a plataforma da NICE mostra sentimento e transição de sentimento (do negativo para o positivo, por exemplo), as empresas têm a possibilidade de gerar insights estratégicos para ampliar a produtividade e a conversão. “Em 2017 o mal atendimento gerou R$ 401 bilhões em prejuízos no Brasil. Às vezes, o problema não está no que se diz, mas na forma como se expressa”, ressalta a diretora da Blue6ix.

De acordo com Ingrid Imanishi, da NICE, o atendimento encantador sempre vai depender do fator humano. “O ganho da eficiência se dará pela digitalização, porém precisamos priorizar o atendimento humano naquilo que ele tem de melhor. A empresa que não tiver um atendimento de excelência vai perder a última chance de se diferenciar num mercado altamente competitivo”, completa Ingrid.
pleta Ingrid.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Western Digital lança microSD Purple para sistemas de segurança

Armazenamento de dados foi sempre crítico e por isso os dispositivos têm evoluído constantemente. Inicialmente a capacidade de armazenamento era bastante valorizada, afinal em época de explosão de dados e vídeos, cada vez mais espaço é necessário. Porém o modelo de uso destes recursos de armazenamento mudou bastante trazendo necessidades além da mera capacidade ampliada. 

Dispositivos de armazenamento em rede, também conhecidos por NAS trouxeram a necessidade de lidar com a situação do funcionamento ininterrupto (24x7). Na sequência os sistemas de segurança baseados em gravadores de vídeos digitais (DVR) elevaram a demanda dos elementos de armazenamento para além de funcionamento sem interrupção, mas também com a característica de gravar informações (vídeo) durante o tempo todo!!
 



A Western Digital evoluiu seus HDs tanto na capacidade quanto na especialização por meio das séries RED (para NAS) e Purple (para sistemas de segurança). Porém as câmeras foram se tornando mais versáteis e adotaram a partir de certo tempo cartões de memória do tipo microSD para reter os vídeos de forma cíclica e para serem consultados caso as imagens não tenham sido consolidadas ainda em um servidor, DVR ou mesmo sistema em nuvem. Por isso cartões micros se consolidaram neste tipo de aplicação.

Mas cartões convencionais, estes usados nas câmeras digitais e nos smartphones não têm as características necessárias para uma aplicação crítica de segurança. Eles têm velocidade de leitura e escrita, mas não a robustez necessária. Por isso a Western Digital, detentora da tradicional marca de microSDs Sandisk, lançou o modelo dedicado de cartões para video vigilancia,  o WD Purple microSD.




Conversei com Fabrício Pinheiro que é Gerente Senior de Vendas da Western Digital e ele me contou sobre as principais características deste lançamento. Esta conversa está no vídeo logo abaixo neste texto. 

É otimizado para as demandas de vigilância centrada em dados e projetado para suportar uma ampla variedade de resoluções de vídeo e implementações de gravação de vigilância por vídeo, o novo cartão Western Digital Purple microSD oferece:


  • Ampla resistência para gravação contínua: Suporta até 1.000 ciclos PE
  • Funcionalidade de status de integridade para facilitar a manutenção da placa: em câmeras compatíveis, um monitor de status de integridade exclusivo oferece a capacidade de gerar relatórios que fornecem informações valiosas aos usuários e instaladores de sistemas, incluindo o estado de resistência e capacidade do cartão, o que permite a manutenção preventiva do cartão.
  • Alto desempenho para a próxima geração de vídeo: oferece velocidades de até 80 MB/s em leitura sequencial e 50 MB/s em gravação sequencial, além de suportar Speed Class 10 e UHS Speed Class 1.
  • Captura de vídeo confiável em várias condições climáticas: Projetado para uso em temperaturas que variam de -25 ° C a 85 ° C, permite captura de vídeo confiável em ambientes internos e externos.
  • Alta capacidade de capturar e preservar vídeo se a conexão de rede for perdida no dispositivo: Disponível por enquanto em capacidade de até 64 GB. 

       
Antes que assistam o vídeo quero explicar alguns dos destaques que mais me chamaram a atenção, uma vez que no meu papel de consultor de TI já implantei sistemas de segurança algumas vezes e identifiquei as necessidades do dia a dia. Começo citando a resistência à humidade e intempéries pois muitas vezes as câmeras estão ao relento, sujeitas a água, vento, poeira, etc. A WD Purple microSD e projetada para uso em temperaturas que variam de -25 ° C a 85 ° C, e assim permite captura de vídeo confiável em ambientes internos e externos.

Talvez o principal aspecto do WD Purple microSD, aquilo que o torna especial para aplicações de segurança é a sua durabilidade. Memórias flash têm ciclos finitos de escrita. Cartões convencionais podem escrever em cada elemento (os pequenos blocos do cartão que compõem os 32, 64 ou mais gigabyte) cerca de 200 vezes. O WD Purple microSD pode ter cada um dos seus blocos reescrito até 1000 vezes!! Cinco vezes mais. Imaginem o tamanho do problema que seria resgatar um cartão de uma câmera para auditar as imagens e descobrir que não gravou porque o cartão extinguiu sua capacidade de registro!!


Também por isso destaco a importante funcionalidade de monitoração da “saúde” e vida útil do cartão
para facilitar a manutenção da placa: em câmeras compatíveis, um monitor de status de integridade exclusivo oferece a capacidade de gerar relatórios que fornecem informações valiosas aos usuários e instaladores de sistemas, incluindo o estado de resistência e capacidade do cartão, o que permite a manutenção preventiva do cartão. Mesmo gravando 5 vezes mais que cartões convencionais, câmeras mais modernas têm um pequeno visor que informa a vida útil do cartão. Assim se ele estiver, por exemplo, abaixo de 5%, pode ter sua substituição programada.



Finalmente, o novo cartão Western Digital Purple microSD complementa um portfólio completo de dispositivo de armazenamento de dados projetado especificamente para as necessidades de vigilância de hoje, incluindo o disco rígido WD Purple  para apoiar DVRs de alta capacidade e NVR, e da série de discos rígidos Ultrastar® para uso nos servidores back-end que realizam análise de vigilância. Juntos, eles fornecem integradores e instaladores de sistemas de vigilância com uma solução completa para capturar, conservar, acessar e transformar dados de vigilância. 

Segue abaixo o vídeo com a conversa com o Fabrício e o texto com as informações enviadas pela Western Digital.



Conversa com Fabrício Pinheiro


terça-feira, 19 de junho de 2018

PAPOFÁCIL #204 Mediatek Narrow Band (NB) IOT

Samir Vani, Country Manager, conta sobre os projetos de IoT que a empresa vem desenvolvendo, em estágio bastante avançado, em particular os do tipo "NB" (Narrow Band - banda estreita) que possibilitam muitos tipos de aplicações de alta criticidade e que demandam comunicação com sensores por um largo espaço de tempo (até 10 anos) sem que seja necessária a troca de bateria.

Gravado dia 06/06/2018 na Mediatek 

PAPOFÁCIL #204 Mediatek Narrow Band (NB) IOT







MediaTek reúne especialistas para discutir o futuro dos smartphones
Samir Vani, country manager da empresa, e Tina Lu, da consultoria Counterpoint, falaram sobre NB-IoT e inteligência artificial e apresentaram previsões de vendas de celulares 5G
A MediaTek realizou ontem em sua sede, em São Paulo, a primeira edição do MediaTek Tek Talks, programa de disseminação do conhecimento sobre novas tecnologias, destinado à imprensa. O evento teve como tema “Tendências tecnológicas para o mercado de smartphones para os próximos anos” e os palestrantes Samir Vani, country manager da MediaTek no Brasil, e Tina Lu, Analista Sênior da Consultoria Counterpoint.
“Com a incorporação de tecnologias como Inteligência Artificial, é possível inserir ou aprimorar recursos importantes dos smartphones, como a detecção facial e identificação de objetos”, ressaltou Samir Vani, country manager da MediaTek no Brasil. O executivo também destacou o crescimento da Internet das Coisas e o surgimento de tecnologias como a NB-IoT, que permite conectar desde bicicletas a equipamentos industriais com baixíssimo consumo, o que significa o uso contínuo dos dispositivos por mais de 10 anos, além de abordar os desafios para a popularização do 5G nos próximos anos.
No evento, a analista sênior da consultoria Counterpoint, Tina Lu, apresentou a palestra “5G – Novos serviços e as previsões para o mercado de smartphones”, na qual revelou as estimativas da consultoria para chegada às lojas dos celulares com essa nova tecnologia.
“Os primeiros smartphones 5G devem a chegar ao mercado no segundo semestre de 2019, com pequena participação nas vendas”, explicou Tina. Segundo ela, em 2019 serão comercializados mundialmente apenas 8,6 milhões de aparelhos com essa tecnologia (menos de 1% das vendas). “Já em 2021, haverá um forte crescimento, atingindo um volume de 108 milhões da aparelhos vendidos”, afirmou.
Na América Latina, o ritmo de adoção será mais lento, segundo as previsões da Counterpoint. “Os primeiros aparelhos devem aparecer na região só em 2020, com cerca de 500 mil unidades entregues. Já em 2021, o número deve subir para 2,8 milhões de smartphones 5G.
Segundo a especialista, a baixa adoção inicial se deve a desafios como a falta de estrutura e aos preços, pelo menos US$ 80 mais altos, que serão cobrados nesses celulares.

Investir em segurança é essencial para o sucesso da IoT

A Internet das Coisas cria uma fantástica gama de possibilidades, mas também pode abrir as portas da rede para ataques

*Por Samir Vani
A Internet das Coisas é um conjunto de tecnologias que permite conectar os mais distintos equipamentos à rede mundial: relógios, câmeras de vigilância, geladeiras, roupas, carros, máquinas industriais, quase tudo pode fornecer dados e trocar informações online. Por meio dela,  já é possível falar com assistentes pessoais inteligentes conectados à Internet (como o Echo Dot, da Amazon, ou o Google Home) que te dizem, por exemplo,  onde fica o restaurante italiano mais próximo; enviar automaticamente o seu desempenho no último treino físico a um servidor na nuvem, registrado pelo app do seu smartphone ou por um smartwatch; ligar a banheira de casa mesmo estando a quilômetro de distância; e até mesmo alterar a temperatura do ar condicionado de centenas de unidades de uma rede de lojas remotamente.

Segundo dados do instituto Gartner, em 2017 já tínhamos 8,4 bilhões de “coisas” conectadas, número que deve superar 20 bilhões já em 2020.  Todo esse volume de equipamentos cria uma infinidade de possibilidades de inovação, agregando recursos e inteligência a muitos deles, além de oferecem às empresas informações valiosas para a tomada de decisão. São bilhões de sensores que fornecem, por exemplo, dados sobre hábitos de consumo e desempenho de equipamentos, o que permite criar produtos mais adequados e reduzir custos com gerenciamento, entre outras funções.

Mas para que toda essa gama de recursos promissores seja utilizada de forma adequada, as empresas precisam estar muito atentas a um ponto vital: a segurança da plataforma. Afinal, equipamentos que antes estavam isolados, a exemplo de babás eletrônicas ou equipamentos que monitoram a saúde, passam agora a trocar informações em tempo real, e passar a ser alvo de hackers.

Com o crescimento vertiginoso do número de dispositivos de IoT, os criminosos virtuais já voltaram suas atenções para esses equipamentos. Dados levantados por especialistas do Kaspersky Lab na primeira metade de 2017 apontaram mais de 7.000 amostras de programas nocivos em equipamentos de IoT, mais do que o dobro do registrado no ano anterior. De acordo com números do Gartner, cerca de 20% das empresas já sofreram pelo menos um ataque relacionado a dispositivos de IoT nos últimos três anos. O resultado disso é que os gastos mundiais com a segurança da Internet das Coisas devem crescer quase 30% este ano, atingindo US$ 1,5 bilhão em 2018, em iniciativas que englobam, hardware, software e serviços.

Recentemente a Microsoft anunciou o primeiro chipset criado para a Azure Sphere, o MT3620 (desenvolvido pela MediaTek) equipado com um controlador conectado via rede Wi-Fi e um processador para rodar o sistema operacional de IoT dessa plataforma. Esse componente oferecerá suporte para os protocolos de segurança mais recentes da Microsoft, com conectividade e proteção integrados.

A meta é criar um ecossistema de fornecedores de silício e fabricantes de equipamentos de uma ampla variedade de setores, que entendem as oportunidades e os riscos associados ao crescente número de dispositivos e aplicativos de IoT e que se unam para garantir o desenvolvimento e a aplicação de padrões de segurança.

Com a redução significativa no custo da conectividade, mais de nove bilhões de dispositivos com microcontroladores entram no mercado a cada ano. Por isso é fundamental que as fabricantes trabalhem para garantir que todos os dispositivos conectados, independente do preço, tenham o mais alto nível de proteção.

*Samir Vani é Country Manager da MediaTek no Brasil, empresa fabricante global de semicondutores 

segunda-feira, 18 de junho de 2018

PAPOFÁCIL #203 Entendendo a GDPR Renato Ópice Blum

Renato Ópice Blum, coordenador do curso de Proteção de Dados do Insper e advogado especializado em direito digital explica os efeitos que a GDPR, regulamentação europeia para proteção dados (Global Data Protection Regulation) , tem sobre as empresas e quais as consequências, benefícios e pontos de atenção despertados. Faz uma análise da regulamentação definindo como uma boa medida.

A GDPR entrou em vigência em maio na Europa Como isso afeta as empresas no mundo todo?

Gravado dia 05/06/2018 em Opice Blum, Bruno, Abrusio e Vainzof Advogados Associados 



PAPOFÁCIL #203 Entendendo a GDPR Renato Ópice Blum



quarta-feira, 13 de junho de 2018

TECFÁCIL #005 Cisco Live 2018 Digital Network Architecture (DNA) cidade conectada Las Vegas

Alguns dos destaques do segundo dia, a importância estratégica do DEVNET, exemplo prático do uso da tecnologia DNA e o caso real da aplicação da rede inteligente na cidade de Las Vegas onde tráfego, transporte público, qualidade do ar sçao monitorados e tem intervenção em tempo real para lidar com as situações.

Gravado dia 12/06/2018 no Cisco Live de Orlando 


TECFÁCIL #005 Cisco Live 2018 Digital Network Architecture (DNA) cidade conectada Las Vegas