Tecnologia não serve para nada se não for compreendida. Minha ambição é ajudar as pessoas compartilhando informações, experiências, notícias e minhas opiniões sobre produtos, tecnologias, etc. Também divulgarei opiniões de assuntos gerais que julgar relevantes.
terça-feira, 16 de janeiro de 2018
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
PAPOFÁCIL #127 Nice Automatizando processos com clientes
Aperfeiçoando a experiência do cliente por meio de Analytics e Inteligência Artificial
Luiz Camargo, General Manager Cone Sul, conta sobre a transoformação da empresa nos últimos anos, ampliação do portfólio de soluções, disponibilização de módulos em nuvem e alguns casos de sucesso de clientes como por exemplo gerenciamento de produtividade de back office.
Gravado dia 10/01/2018
versão especial em resolução 4K!!
Luiz Camargo, General Manager Cone Sul, conta sobre a transoformação da empresa nos últimos anos, ampliação do portfólio de soluções, disponibilização de módulos em nuvem e alguns casos de sucesso de clientes como por exemplo gerenciamento de produtividade de back office.
Gravado dia 10/01/2018
PAPOFÁCIL #127 Nice Automatizando processos com clientes
NICE reforça liderança de mercado na área de automação de processos cognitivos e inteligência artificial
NICE triplica projetos com a plataforma de RPA no exercício fiscal de 2017, amplia sua rede de parceiros para mais de 40 integradores líderes e dobra o tamanho do seu grupo de P&D na área de automação de processos
A NICE (NASDAQ: NICE) anunciou um crescimento significativo na adoção de sua plataforma de Robotic Process Automation (RPA) pelas maiores empresas do mundo para automatizar processos de negócios repetitivos e altamente complexos. A empresa incorporou oito novos parceiros de tecnologia desde o lançamento de sua plataforma RPA aberta, em setembro, e ampliou sua rede de parcerias estratégicas globais para mais de 40 organizações líderes, abrangendo parceiros da área de consultoria, implementação e treinamento.
A plataforma de RPA da NICE encontrou ampla aceitação no mercado, especialmente com a solução que oferece integrações perfeitas tanto em automações de desktop (assistidas) quanto robóticas (não assistidas), tudo em uma única oferta. Essa abordagem destaca a capacidade da NICE de automatizar cenários de processos mais complexos, como o encaminhamento de exceções para instâncias superiores, com precisão e velocidade.
Com a capacidade de automatizar processos operacionais mais complexos, a estrutura da NICE para integração com fornecedores de softwares cognitivos permite que as organizações se beneficiem da incorporação das mais avançadas tecnologias cognitivas do mercado para reconhecimento óptico de caracteres (Optical Character Recognition - OCR), robôs de chat e voz e aprendizagem de máquina. Este conjunto único de recursos está estabelecendo novos padrões para a indústria à medida em que as empresas recorrem à NICE para auxiliar em suas iniciativas de transformação estratégica.
Crescimento em diversos mercados
Desde o início do ano, a NICE triplicou o número de clientes de RPA. Organizações líderes dos setores público e privado em todo o mundo optaram pela plataforma de automação de processos operacionais complexos da companhia. O negócio mais recente conquistado pela NICE - um dos principais fornecedores de terceirização de processos de negócios nos EUA - está usando a combinação das funcionalidades de automação assistida, não assistida e OCR da NICE para processar faturas e ordens de remessa.
Além disso, o conjunto exclusivo de capacidades e integrações de tecnologia inovadoras da NICE está permitindo à empresa aumentar a amplitude e o alcance da sua penetração nos mais diversos segmentos de mercado. A NICE está se expandindo para além do seu conjunto tradicional de segmentos de mercado, como bancos, telecomunicações e seguros, ingressando em novos segmentos como petróleo e gás, eletrônicos e produtos de alta tecnologia.
Aceleração dos investimentos em inovação
A NICE está empenhada em impulsionar a inovação no universo da inteligência artificial e automação cognitiva. Inovações internas na área de automação cognitiva estão em desenvolvimento e serão potencializadas pela integração com algumas das soluções mais reconhecidas da NICE, como text analytics e speech analytics, workforce optimization e case management.
Com um roteiro de produtos bastante agressivo para 2018, a NICE planeja ampliar os limites dos padrões da indústria, oferecendo os seguintes recursos inovadores para clientes corporativos de todos os tamanhos:
- Um robô de leitura que aproveita as soluções de Text Analytics e Speech Analytics da Nexidia para compreender a intenção de um cliente a partir de dados não estruturados, ajudando robôs de bate-papo e agentes a responder de forma intuitiva às necessidades do cliente em tempo real.
- Uma tecnologia cognitiva que usa os robustos mecanismos de soluções analíticas da NICE para identificar automaticamente processos adequados para automação.
- Uma capacidade exclusiva de análise de formas, que transformará a maneira como o software de RPA interage com aplicativos corporativos.
Prêmios
A NICE obteve recentemente amplo reconhecimento da indústria para os recursos inovadores de suas soluções de automação cognitiva, incluindo um prêmio do TMC Labs e um prêmio da Saddletree Kachina por sua Inovação em Tecnologias Emergentes em 2017.
Barak Eilam, diretor executivo (CEO) da NICE:
“A NICE está intensificando seus investimentos em tecnologias cognitivas para fortalecer sua posição como líder de mercado na área de automação de processos de negócios. Nossas soluções de RPA de última geração permitirão que nossos clientes ampliem ainda mais sua eficiência, aumentem o envolvimento dos funcionários e introduzam um padrão de serviço insuperável ao automatizar processos cada vez mais complexos que antes exigiam o julgamento humano. Os clientes que implantaram nossa plataforma já estão vendo um retorno claro de seus investimentos, mas estamos apenas no início de uma economia de automação que transformará todas as indústrias nos próximos anos”.
Sobre a NICE
A NICE é uma empresa israelense que surgiu como uma companhia de nicho, focada em gravação de voz. Ao longo de seus 30 anos, ela se transformou em uma empresa de portfólio e tem como meta investir cada vez mais em Contact Center na nuvem. Em 2016, a israelense realizou duas aquisições: a Nexidia, que ampliou sua atuação em Analytics, e a inContact, focada na indústria de contact center em cloud. Nesta entrevista, Luiz Camargo, General Manager da companhia para o Brasil e Cone Sul, fala sobre o atual momento da empresa, que investe em quatro principais pilares: Analytics, Cloud, Omnicanal e Robotics.
As soluções da NICE ajudam as maiores organizações do mundo a oferecer um melhor serviço de atendimento ao cliente, garantir a conformidade regulamentar, combater fraudes e proteger os cidadãos. As soluções da NICE são utilizadas por mais de 25.000 organizações em mais de 150 países, incluindo mais de 80 das 100 empresas listadas no índice Fortune 100.
Abaixo, você confere mais informações sobre a plataforma de Robotic Process Automation (RPA) da NICE, que reforça a forte atuação da companhia no mercado de automação de processos cognitivos e inteligência artificial.
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
PAPOFÁCIL #126 Banco BS2 implantação de hiper convergência Nutanix
Rafael Giannetti, Coordenador de Infraestrutura, conta os motivos que levaram o banco a buscar uma solução mais robusta para sua necessidade de virtualização bem como a necessária escalabilidade para atender às demandas de crescimento das aplicações.
Gravado dia 30/11/2017
BANCO BS2 ADOTA SOLUÇÕES NUTANIX PARA SUPORTAR EXPANSÃO NOS NEGÓCIOS
Gravado dia 30/11/2017
PAPOFÁCIL#126 Banco BS2 implantação de hiper convergência Nutanix
BANCO BS2 ADOTA SOLUÇÕES NUTANIX PARA SUPORTAR EXPANSÃO NOS NEGÓCIOS
Ganho de produtividade em relação ao ambiente tradicional de infraestrutura foi de 80%, assim como redução do espaço no datacenter
A Nutanix (NASDAQ: NTNX), empresa líder em software de nuvem corporativa anuncia hoje durante o .NEXT on Tour, em São Paulo, que o Banco BS2 S.A., antigo Banco Bonsucesso S.A., adotou a Enterprise Cloud Nutanix como solução de hiperconvergência e conectividade para a nova operação de meios de pagamentos da instituição financeira de Minas Gerais. Os principais benefícios do projeto foram ganhos de produtividade em relação ao ambiente tradicional de infraestrutura de 80% e redução – também de 80% - no espaço no datacenter.
Criado em 1992, o BS2 S.A., antigo Banco Bonsucesso S.A., foi um dos pioneiros na modalidade de crédito consignado e agora, quase 20 anos depois, diversificou suas operações e criou uma empresa de meios de pagamentos, também conhecida como adquirência, a ADIQ e precisava estruturar sua operação para suportar os novos negócios. A área de tecnologia, atendida por um braço do grupo – a BS2 Tech, que conta com 150 funcionários distribuídos por três células – infraestrutura, projetos e sistemas – foi a responsável pelo projeto.
De acordo com Rudy Cordeiro, Diretor TI, Carlos Henrique dos Santos, Gerente de Infraestrutura, e Rafael René Giannetti, Coordenador de Infraestrutura do Banco, a ação começou em dezembro de 2016 e o principal objetivo era encontrar uma solução que aliasse alta disponibilidade, desempenho e escalabilidade a um custo atraente. “Não queríamos investir em uma plataforma que operasse como um elefante branco, mas sim na possibilidade de crescer de forma granular, passo a passo. Nosso grande desafio era escolher uma tecnologia que complementasse a infraestrutura do Banco, solucionando os gargalos já detectados”, detalha Cordeiro.
Dando sequência à estratégia, em janeiro deste ano, o Banco fez um estudo de hiperconvergência, em conjunto com sua parceira local de serviços de TI, a Relacional TI. Com base na análise dos quadrantes mágicos do Gartner, o Banco BS2 escolheu duas empresas finalistas para as Provas de Conceito (POC). E a selecionada foi a Nutanix.
“Além da ótima experiência e do desempenho altamente produtivo, o custo das soluções da Nutanix também foi bastante atraente”, relembra Giannetti. Assim, o Banco adquiriu um sistema Nutanix para seu datacenter principal e nós adicionais para o datacenter secundário, responsável por toda operação de disaster recovery da instituição. A estrutura foi completada por uma solução para replicação síncrona, em uma rede de 10Gbps de fibra apagada, que hoje é a maior de Belo Horizonte (MG).
A infraestrutura do Banco BS2 conta com uma rede de clusters distribuídos em dois datacenters em collocation na Grande Belo Horizonte – um para operação e outro para disaster recovery. Com matriz em Belo Horizonte e uma filial em São Paulo, o Banco possui dois links redundantes de 100Mbps e dois links de 100MB de internet para conectar as duas unidades. Da matriz ao datacenter de operação, conta com um anel e dois links dedicados de 1Gbps e da matriz para a contingência, dois links de operadoras.
Os primeiros resultados e testes já mostraram as vantagens da solução Nutanix. “Podemos falar sobre a densidade da nova estrutura, que apresenta até 80% de redução de espaço no datacenter – em comparação a uma estrutura convencional, enquanto aumenta o ganho de produtividade em até 80%”, conta o executivo. Um exemplo desse ganho, foi a execução do Plano de Contingência de Negócio (PCN) semestral, obrigação exigida pelo Banco Central para todas as instituições financeiras do país. “Nesse teste, precisamos desligar o site do Banco em nosso datacenter principal e recomeçar toda a operação no ambiente de contingência. Esta operação leva hoje na estrutura do Banco por volta de 1 hora. Esta execução no ambiente da ADIQ, com a Nutanix, leva 15 minutos, sem nenhuma intervenção ou queda do sistema”, celebra Giannetti.
A facilidade dos upgrades também foi outra vantagem encontrada na solução da Nutanix. “É uma operação que precisa ser feita periodicamente e antes, fazíamos aos finais de semana para não atrapalhar o funcionamento das operações. Com a Nutanix, conseguimos atualizar tudo em horário comercial, sem parar o Banco, sem gerar hora extra e sem sobrecarregar minha equipe”, revela o executivo.
As soluções da Nutanix ajudarão a instituição em seus projetos de expansão assim que a ADIQ começar a operar. “Crescer em grande escala é muito fácil. Mas com a Nutanix, conseguimos fazer isso de forma escalonada e distribuída em todos os nós do cluster. Além disso, não preciso de um especialista para cada solução. Tenho um único profissional que faz todo o gerenciamento, com a facilidade de uma estrutura plug&play”, ele diz.
Dentre os planos de expansão da instituição nos próximos anos, também está prevista a adaptação e atualização da infraestrutura atual e todo o legado para suportar a operação de um Banco digital. “Estamos prontos para crescer de forma granular ou se for preciso, para expandirmos rapidamente de forma ágil”, antecipa dos Santos.
Para Leonel Oliveira, gerente geral da Nutanix no Brasil, o projeto no Banco BS2 é motivo de muito orgulho e satisfação para a companhia. “A Enterprise Cloud da Nutanix opera em uma ampla gama de plataformas e garante um diferencial altamente competitivo em ambientes de missão crítica como os do setor Financeiro. Estamos muito felizes em apoiar o Banco BS2 em sua trajetória de expansão comercial e tecnológica hoje e nos próximos anos”, conclui.
Criado em 1992, o BS2 S.A., antigo Banco Bonsucesso S.A., foi um dos pioneiros na modalidade de crédito consignado e agora, quase 20 anos depois, diversificou suas operações e criou uma empresa de meios de pagamentos, também conhecida como adquirência, a ADIQ e precisava estruturar sua operação para suportar os novos negócios. A área de tecnologia, atendida por um braço do grupo – a BS2 Tech, que conta com 150 funcionários distribuídos por três células – infraestrutura, projetos e sistemas – foi a responsável pelo projeto.
De acordo com Rudy Cordeiro, Diretor TI, Carlos Henrique dos Santos, Gerente de Infraestrutura, e Rafael René Giannetti, Coordenador de Infraestrutura do Banco, a ação começou em dezembro de 2016 e o principal objetivo era encontrar uma solução que aliasse alta disponibilidade, desempenho e escalabilidade a um custo atraente. “Não queríamos investir em uma plataforma que operasse como um elefante branco, mas sim na possibilidade de crescer de forma granular, passo a passo. Nosso grande desafio era escolher uma tecnologia que complementasse a infraestrutura do Banco, solucionando os gargalos já detectados”, detalha Cordeiro.
Dando sequência à estratégia, em janeiro deste ano, o Banco fez um estudo de hiperconvergência, em conjunto com sua parceira local de serviços de TI, a Relacional TI. Com base na análise dos quadrantes mágicos do Gartner, o Banco BS2 escolheu duas empresas finalistas para as Provas de Conceito (POC). E a selecionada foi a Nutanix.
“Além da ótima experiência e do desempenho altamente produtivo, o custo das soluções da Nutanix também foi bastante atraente”, relembra Giannetti. Assim, o Banco adquiriu um sistema Nutanix para seu datacenter principal e nós adicionais para o datacenter secundário, responsável por toda operação de disaster recovery da instituição. A estrutura foi completada por uma solução para replicação síncrona, em uma rede de 10Gbps de fibra apagada, que hoje é a maior de Belo Horizonte (MG).
A infraestrutura do Banco BS2 conta com uma rede de clusters distribuídos em dois datacenters em collocation na Grande Belo Horizonte – um para operação e outro para disaster recovery. Com matriz em Belo Horizonte e uma filial em São Paulo, o Banco possui dois links redundantes de 100Mbps e dois links de 100MB de internet para conectar as duas unidades. Da matriz ao datacenter de operação, conta com um anel e dois links dedicados de 1Gbps e da matriz para a contingência, dois links de operadoras.
Os primeiros resultados e testes já mostraram as vantagens da solução Nutanix. “Podemos falar sobre a densidade da nova estrutura, que apresenta até 80% de redução de espaço no datacenter – em comparação a uma estrutura convencional, enquanto aumenta o ganho de produtividade em até 80%”, conta o executivo. Um exemplo desse ganho, foi a execução do Plano de Contingência de Negócio (PCN) semestral, obrigação exigida pelo Banco Central para todas as instituições financeiras do país. “Nesse teste, precisamos desligar o site do Banco em nosso datacenter principal e recomeçar toda a operação no ambiente de contingência. Esta operação leva hoje na estrutura do Banco por volta de 1 hora. Esta execução no ambiente da ADIQ, com a Nutanix, leva 15 minutos, sem nenhuma intervenção ou queda do sistema”, celebra Giannetti.
A facilidade dos upgrades também foi outra vantagem encontrada na solução da Nutanix. “É uma operação que precisa ser feita periodicamente e antes, fazíamos aos finais de semana para não atrapalhar o funcionamento das operações. Com a Nutanix, conseguimos atualizar tudo em horário comercial, sem parar o Banco, sem gerar hora extra e sem sobrecarregar minha equipe”, revela o executivo.
As soluções da Nutanix ajudarão a instituição em seus projetos de expansão assim que a ADIQ começar a operar. “Crescer em grande escala é muito fácil. Mas com a Nutanix, conseguimos fazer isso de forma escalonada e distribuída em todos os nós do cluster. Além disso, não preciso de um especialista para cada solução. Tenho um único profissional que faz todo o gerenciamento, com a facilidade de uma estrutura plug&play”, ele diz.
Dentre os planos de expansão da instituição nos próximos anos, também está prevista a adaptação e atualização da infraestrutura atual e todo o legado para suportar a operação de um Banco digital. “Estamos prontos para crescer de forma granular ou se for preciso, para expandirmos rapidamente de forma ágil”, antecipa dos Santos.
Para Leonel Oliveira, gerente geral da Nutanix no Brasil, o projeto no Banco BS2 é motivo de muito orgulho e satisfação para a companhia. “A Enterprise Cloud da Nutanix opera em uma ampla gama de plataformas e garante um diferencial altamente competitivo em ambientes de missão crítica como os do setor Financeiro. Estamos muito felizes em apoiar o Banco BS2 em sua trajetória de expansão comercial e tecnológica hoje e nos próximos anos”, conclui.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
PAPOFÁCIL #125 Nutanix, "datacenter-in-a-box"
Soluções avançadas em servidores hyper convergentes - Leonel Oliveira, Country Manager Brasil, fala da presença da empresa no Brasil, a característica das soluções em servidores hyper convergentes e da solução própria de virtualização (Acrópolis).
Gravado dia 30/11/2017
Os clientes da AFS poderão explorar um ecossistema de parceiros em rápida expansão para:
Gravado dia 30/11/2017
PAPOFÁCIL #125 Nutanix, "datacenter-in-a-box"
Nutanix reforça serviços de arquivos Acrópolis (AFS) com novas funcionalidades e ecossistema de parceiros expandido
A americana Nutanix (NASDAQ: NTNX), empresa de computação em nuvem empresarial, anunciou recentemente novas capacidades para o software Acropolis File Services (AFS). Em apenas dois trimestres, desde seu lançamento, cerca de 10% dos clientes da Nutanix estão escolhendo o Nutanix AFS para atender suas necessidades de serviços de arquivos. Entregue como parte do sistema operacional Nutanix Enterprise Cloud, o software AFS racionaliza as operações de TI, convergindo nativamente o VM e o armazenamento de arquivos em uma única plataforma de escala, gerando flexibilidade aprimorada e menor TCO.
As empresas de hoje exigem uma arquitetura de infraestrutura que possa oferecer o melhor da nuvem pública e privada, sem criar novos silos de dados ou aumentar a complexidade. O Nutanix Enterprise Cloud OS aproveita a arquitetura da rede da empresa para fornecer serviços para aplicativos de negócios críticos. Esses blocos de construção de aplicativos incluem recursos de computação on demand, juntamente com serviços de armazenamento elásticos para dados em bloco e baseados em arquivos, permitindo que gerentes de TI criem e operem centros de dados empresariais que rivalizem com nuvens públicas.
Os clientes da AFS poderão explorar um ecossistema de parceiros em rápida expansão para:
- Garantir a segurança de dados sensíveis da empresa com varreduras antivírus simples em linha, usando soluções AV populares da Symantec;
- Proteger os dados do AFS de forma eficiente, com os parceiros Rubrik e Comtrade;
- Ativar implantações AFS ativas usando o Peer Software, para que as equipes distribuídas geograficamente possam colaborar em projetos;
- Executar auditorias detalhadas sobre acesso do sistema de arquivos com os parceiros Varonis e STEALTHbits.
Além de simplificar a infraestrutura de TI, removendo silos criados por serviços de arquivos dedicados, o software AFS oferece aos clientes uma experiência de nuvem pública, mas com segurança e controle de uma implantação de nuvem privada. Os clientes da AFS podem gerenciar os serviços de arquivos via Prism, fornecendo uma interface de gerenciamento unificada e de nível consumidor - liberando recursos de TI para se concentrar em atividades críticas de negócios.
"Com o Nutanix AFS, conseguimos integrar todos os VM e sistemas de arquivos na mesma infraestrutura", disse David DePillis, diretor de tecnologia da Kelley Kronenberg. "Antes da AFS, eu me deparava com a necessidade de revisar completamente meu sistema de arquivos. Em vez de gastar mais budget em um silo de dados, removemos nosso arquivador NetApp e consolidamos tudo na plataforma Nutanix. Com toda a infraestrutura em uma plataforma, minha equipe pode se concentrar em iniciativas de negócios e não gerenciamento de infraestrutura ", ele revela.
"A Nutanix continua a demonstrar liderança de pensamento, oferecendo uma visão clara e convincente para o futuro do data center", afirma Eric Sheppard, diretor de Pesquisa da IDC, Enterprise Storage & Converged Systems. "A AFS representa uma parte importante desta visão e destaca o compromisso da empresa em fornecer uma experiência de nuvem pública dentro de centros de dados corporativos complexos".
"A adoção rápida do AFS mostra que os clientes querem novas opções para convergir e simplificar todas as suas operações de TI, além de substituir produtos antigos por soluções mais flexíveis e orientadas por software", diz Sunil Potti, Diretor de Produto e Desenvolvimento da Nutanix. "Ao reduzir drasticamente a complexidade operacional e alavancar uma camada de software comum, permitimos que nossos clientes transformem a TI em um centro de lucro. Acreditamos que as empresas continuarão a adotar o AFS como parte do consumo geral do sistema operacional Cloud Nutanix Enterprise Cloud e esperamos continuar expandindo nosso ecossistema parceiro para atender suas necessidades mais amplas ".
O Nutanix AFS com varreduras antivírus online está disponível para todos os clientes da Nutanix. Os recursos Active-Active e Auditoria estarão disponíveis em uma versão futura.
Para obter mais informações sobre os serviços de arquivos da Nutanix Acropolis, visite o Blog da Comunidade Nutanix NEXT.
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Moto Z 2 Play, premiado, mas e a polêmica da bateria?
.
Pode parecer estranho eu retomar um texto sobre um smartphone lançado muitos meses atrás, mas motivos surgiram que me motivaram bastante retornar ao assunto. E não são pequenos. Motivos pessoais e profissionais me impediram de escrever sobre o forte Moto Z 2 Play na época que terminei sua avaliação, mas agora tenho a oportunidade de me redimir com meus leitores, ainda mais com as conexões que pretendo fazer.
Este texto NÃO CONTÉM uma análise completa do Moto Z 2 Play já que inúmeras avaliações extremamente competentes já foram publicadas, mas proponho uma análise da bateria, pois este tema tornou-se um ponto bem polêmico.
Em 2017 passei a acompanhar mais de perto vários canais de tecnologia. Não é porque sou “veterano“ que não faço isso. Pelo contrário, há gente brilhante, ótimos mesmo que despontaram nos últimos anos. Cito estes canais porque vários deles escolheram o Moto Z 2 Play como um dos melhores produtos lançados em 2017. Mas muitos deles fizeram uma crítica de forma unânime em relação ao Moto Z 2 Play, crítica esta com a qual concordo e discordo parcialmente.
Na minha visão o Z 2 Play teve um grande problema e uma grande qualidade na sua concepção. O problema é, teve sua generosa capacidade de bateria reduzida (quando comparada ao Z Play original), mas teve uma grande sacada em seu projeto que foi, reduzir um pouco a capacidade da bateria. Isso mesmo, foi uma decisão que dividiu opiniões e por isso mesmo quero poder agora, na virada do ano me manifestar em relação ao Z 2 Play, que continua sendo uma excelente opção no mercado, ainda mais depois da estabilização do preço em um patamar abaixo do que foi praticado em seu lançamento.
Ficou claro pela introdução deste meu texto que o assunto bateria divide opiniões. Por isso mesmo vou atacar neste texto daqui para a frente exatamente este ponto, a autonomia de bateria do Moto Z 2 Play e assim procurar responder à pergunta “reduzir a capacidade nominal da carga do Moto Z 2 Play foi bom ou ruim?”.
Os dados que vou apresentar abaixo foram coletados e 4 semanas de uso contínuo do Z2 Play.
Analisando a fundo a Autonomia e Tempo de Carga da Bateria
Venho testando autonomia de bateria de notebooks e smartphones há muito tempo e por isso desenvolvi uma metodologia, que acredito ser eficaz. Como uso sempre os mesmos princípios (sejam bons ou maus), isso me permite comparar com precisão diferentes dispositivos. Incluí alguns testes de situações isoladas mais recentemente para dar visão de cenários específicos.
Desde que testei o Moto Z Play (de 2016),o Asus Zenfone 3 e Zenfone 3 Zoom (5000 mAh), minha expectativa ao avaliar duração de bateria de smartphone mudou completamente! Duração da bateria de 8 a 10 horas é hoje para mim totalmente inaceitável. Ninguém merece ficar escravo de cargas ao longo do dia ou no carro. Meus testes com smartphones são longos exatamente para que possa levar ao limite o estudo da autonomia da bateria. No mínimo 3 semanas de uso contínuo e em regime de uso normal, com todos meus aplicativos do dia a dia instalados (mais de 120).
O Moto Z 2 Play apresentou ótima autonomia de bateria e está entre os mais eficientes que testei!! Em média praticamente 19 horas!!!! Se alguém sair de casa às 06:00 só esgotará sua carga perto de 01:00 do dia seguinte!! Aproximadamente porque dependendo do tipo de uso, ao longo do dia a energia poderá acabar antes (veja mais abaixo o gráfico com os resultados dos 21 dias).
Durante todo o período de teste NUNCA precisei de cargas adicionais. Mas se seu perfil é muito mais intenso que o meu, poderá exaurir a carga mais rapidamente. Ou se esqueceu de recarregar durante a noite, o ótimo sistema de carga rápida vai ajudá-lo a ter horas a mais com pouco tempo conectado à energia, quase 4h45min de autonomia com 18 minutos de carga (25% do total).
Veja no quadro abaixo o resumo de todos os testes. Este quadro encerra todas as informações sintéticas. Você poderia parar esta leitura por aqui. Mas eu o convido a tomar parte nas discussões analíticas de cada ponto estudado, critérios e conhecer alguns dos “porquês”.
Resumo dos dados
aferidos com a bateria
Figura 01 - Resumo
dos dados aferidos com a bateria
Acompanhando outros veículos, sites, publicações e Youtubers falando sobre autonomia do Moto Z 2 Play os valores diferem um pouco (mas nem tanto). Claro, cada um usa o smartphone de formas diferentes. Mas essencialmente minha é que ele tem uma excelente autonomia, está entre os mais eficientes.
Fundamento meu teste em algumas situações distintas. Utilizo também para referência e comparação com outros smartphones.
Standby com tela apagada: aparelho ligado, mas sem usá-lo de forma alguma, porém recebendo mensagens, e-mails, conectado à rede 3G/4G ou WiFI. Nesta situação o Moto Z 2 Play permaneceu 133 horas até esgotar sua bateria, quase 6 dias!! Um dos maiores números que já obtive neste tipo de teste!
Standby com tela sempre ligada: aparelho ligado, tela ligada com 60% de brilho, mas sem usá-lo de forma alguma, porém recebendo mensagens, e-mails, conectado à rede 3G/4G ou WiFI. Nesta situação permaneceu 16 horas e 22 minutos até esgotar sua bateria, um longo tempo de permanência.
Sobre o teste de standby, vejam a figura abaixo que mostra como é a curva de consumo nesta condição:
figura 02 – tabela com dados de descarga de bateria em standby e tela ligada
Há certa irregularidade no perfil do gráfico, que se explica pelas ações que se realizaram em standby, recebimento de email, mensagens, vídeos, áudios de WhatsApp (teste feito sob WiFi), etc. , ações fora de meu controle. Mas o que impressiona são os 982 minutos, mais de 16 horas em espera e com a tela sempre ligada.
Youtube: o terceiro cenário é de uso contínuo de Youtube. Um mesmo vídeo (HD – a resolução mais comum no site) sendo reproduzido ininterruptamente, tela sempre ligada, nível de brilho em de 60%. Nesta função o Moto Z 2 Play permaneceu ativo por 12 horas e 57 minutos até esgotar sua bateria. Convém notar que em relação ao tempo de standby a diferença é de 3 horas aproximadamente que se deve ao processamento da GPU Adreno 506 do Qualcomm Snapdragon 626, que para renderizar/processar os vídeos gastaram esta energia adicional (estas 3 horas).
Gravação de vídeo: O quarto cenário é da função de filmagem na resolução 1980x1080 (full HD 60 fps), tela sempre ligada, imagem sendo continuamente capturada e gravada. Descobri ser esta a situação que mais estressa a bateria do Moto Z 2 Play, na qual ele foi capaz de segurar a gravação de vídeo por 4 horas e 10 minutos. É importante o usuário saber que se gravar um vídeo de 1 hora, isso levará consigo quase de 25% de sua bateria. Não é um desempenho muito bom já que alguns smartphones conseguem manter gravação de vídeo por 5 horas. Posso dizer ser este o “calcanhar de Aquiles” deste dispositivo.
Waze: O quinto cenário é do uso contínuo do aplicativo de navegação por GPS e identificação das melhores rotas. Era até então o maior triturador de baterias que havia para qualquer smartphone. O Moto Z 2 Play consegue manter o Waze funcionando de forma ininterrupta em média por 8 horas e 6 minutos, consumindo cada 1% da carga em 4m52seg. “Em média” porque o ritmo de consumo da bateria nesta situação depende do trajeto, da temperatura, se há incidência de sol no smartphone, etc. Capturei os dados de 13 viagens que mostro no gráfico abaixo. Poucos são os smartphones que chegam a 5 horas de autonomia neste rigoroso teste!! Desempenho Excelente com o Waze!!
figura 03 – autonomia da
bateria usando o aplicativo Waze
Carga da bateria:
ao carregá-la o Moto Z 2 Play ganha aproximadamente 1% a cada 1m04seg. Levou 1h
e 47 minutos (107 minutos) para a carga total, com ele desligado. Vendo de
outra forma, uma carga de 18 minutos confere autonomia extra de quase 5 horas
(25%) no regime “misto” que eu o submeti (quase 19 horas de autonomia total). Com
o smartphone desligado o tempo de carga foi 4 minutos mais rápido (1h43m). **IMPORTANTE**,
deve ser usado o carregador nativo do Z 2 Play para este resultado.
Como muitos smartphones o tempo de carga é variável, mais
rápido quando está vazio e mais lentamente no final. Veja o gráfico de
carregamento abaixo:
figura 04 – carregamento
da bateria
Uso real: o teste mais preciso é mesmo o “uso natural” do smartphone, no qual por 21 dias adotei o aparelho como meu único dispositivo, todos meus aplicativos, redes sociais, 4 contas de Email, WhatsApp, fotos, vídeos, Waze, etc. Há uma boa variabilidade na autonomia. Nestes dias testados, obtive uma vez quase 23 horas de uso contínuo e no pior caso pouco menos de 15 horas, média de 18.9 horas. Eu faço testes de smartphones há um bom tempo e meu padrão de uso não tem mudado e por isso é para mim referencial para comparações.
figura 05 – Autonomia
da bateria dia a dia
A tabela abaixo contém o “diário de bordo” do meu teste. Podemos identificar de forma aproximada porque certos dias o consumo foi maior ou menor.
figura 06 – diário de
bordo do teste - regime “natural” (clique para ampliar)
É importante destacar que estas 18.9 horas de autonomia média reflete o MEU PADRÃO de uso que com certeza não é igual ao do leitor. Posso ser mais comedido ou posso ter um modelo de uso mais intenso. Por isso mostro a tabela acima. Ela ilustra o que eu fiz a cada dia com o smartphone. Não por acaso os dias com maiores consumos são aqueles com maior percentual de uso de TELA, GPS/Waze. Há dias sem Waze, com fotos, chamadas de voz, etc.
A forma de coleta de dados que utilizo é um pouco trabalhosa, mas simples. A cada dia registrava a hora que começava o uso, a partir de 100% de carga. No final do dia aferia o percentual usado e pelo tempo decorrido podia inferir o tempo total que teria durado a bateria naquele dia, mesmo sem ter acabado com a bateria ainda.
Apresento agora um gráfico comparativo da autonomia da bateria correlacionando com o tempo de uso de tela (em percentagem) e com o tempo de uso de Waze (também em percentagem). Claro que há outros fatores importantes. Vimos que gravar vídeo consome muita bateria, mas usar a tela acesa (email, whataspp, facebook, navegação web, etc.) e Waze (GPS) são muito frequentes no dia a dia.
Veja o dia 16 no gráfico abaixo. Foi o segundo pior dia, uma das menores autonomias, 14 horas e 48 minutos. Não à toa foi o segundo dia de maior use de TELA (30% - 3 horas) e também 10% (1 hora) de Waze. Também ficou evidente que no dia 15 eu usei pouca tela (24% - pouco mais de 2h) e nada de Waze (0%), foi o dia de maior autonomia (mais quase 23 horas).
figura 07 –
análise comparativa autonomia x waze x tela (clique para ampliar)
Tirando as operações intrinsicamente muito gastadoras como gravação de vídeo e Waze, podemos ver que o tempo de TELA é fator decisivo. Por isso eu fiz um estudo, extrapolando quanto de uso de tela eu conseguiria em cada um dos 21 dias do teste, se permanecesse usando o dispositivo até que ele esgotasse a bateria, bem como este valor médio. Isso pode ser visto no gráfico abaixo. Essencialmente o tempo de TELA é o tempo que o smartphone fica com a painel aceso, seja usando email, web, WhatsApp, foto, vídeo, etc.
figura 08 – análise do tempo de tela máximo a cada dia
E o Moto Snap de bateria??
O Moto Z 2 Play que testei veio com um snap que trazia capacidade extra de bateria de 2200 mAh, que se somam aos 3000 mAh nativos do smartphone. Como o Z 2 nunca me deixou na mão sem carga, eu me forcei a usar o snap de baterias durante alguns dias (após os 21 dias mostrados acima). Configurado para primeiro gastar o snap para só depois usar a carga interna do smartphone, em testes de “standby”, obtive na média 09h50 minutos de duração (frente aos 16h22 da bateria interna). Extrapolando os números, imaginando que toda a bateria está disponível, isso levaria o Moto Z 2 Play a inacreditáveis 30 horas e 16 minutos de autonomia total!! Ou seja, muito mais que um dia!!
A grande utilidade do snap de bateria é mesmo prover carga extra instantânea em dias que houver uma demanda extraordinariamente alta, como uma viagem usando Waze, muita gravação de vídeo, assistir filmes por muitas horas... E só usar o snap quando a bateria interna estiver praticamente acabada (1% ou 2%), pois na minha opinião uma das maiores virtudes do Moto Z 2 Play é seu estilo e grande leveza. Não me parece boa ideia usar sempre o snap.
E comparando com o Moto Z Play original de 2016??
A Motorola sofreu inúmeras críticas por ter reduzido a capacidade da bateria para a versão 2 Play. A capacidade caiu de 3510 mAh para 3000 mAh (cerca de 15%). Mas qual foi de fato o impacto? Os valores abaixo estão expressos em horas.
- Regime de uso normal: 18,9 (Z2) ante 21,9 (Z)
- Usando Waze: 8,1 (Z2) ante 10,0 (Z)
- Usando Youtube: 13,0 (Z2) ante 13,2 (Z)
- Gravando vídeo: 4,2 (Z2) ante 6,9 (Z)
Houve diminuição de autonomia, isso não tem dúvida, mas 19 horas no uso regular, 8 horas de Waze, 13 horas de Youtube do Z2 ainda são números muito bons quando comparados com a geração de smartphones de 2017.
Sobre a Metodologia do teste de bateria
Faço estes testes há muito tempo e sendo meu perfil de uso o mesmo, posso comparar com outros smartphones já testados. Há quem faça estes testes usando softwares de benchmark para estressar o smartphone e assim depreender uma “duração de bateria”. Considero importante este tipo de teste e vejo também utilidade nessa abordagem. Porém não existe nada como usar de fato o aparelho no dia a dia, com toda a variação natural de demanda, aplicativos diferentes, por tempos diferentes, etc.
Também apresento os testes “isolados” (Youtube, standby, Waze, gravação de vídeo) para que dessa forma o leitor possa com estas informações todas de uma certa forma inferir como o Moto Z 2 Play seria adequado ou não para sua própria utilização.
Também quero comparar o desempenho de bateria alguns dos smartphones da MOTOROLA que eu testei. Todos com a MESMA metodologia. Eu os reuni apenas como indicativo de evolução, pois não faz sentido confrontar smartphones de épocas diferentes, com tecnologias e processadores diferentes.
figura 09 – Duração de bateria de smartphones da Motorola
Da mesma forma vou apresentar o desempenho de bateria de uma “cesta de smartphones” (várias marcas e modelos) que já testei, escolhidos apenas para dar uma referência. Todos com a MESMA metodologia. Eu os reuni apenas como indicativo de evolução, pois não faz sentido rivalizar smartphones de épocas diferentes, bem como de tecnologias diferentes.
figura 10 –
Duração de bateria de um conjunto de smartphones que já testei (clique para
ampliar).
Conclusão sobre a bateria do Moto Z 2 Play
A bateria é bastante adequada para uso no dia a dia, dura o dia todo, na média 19 horas. O comportamento do smartphone é muito equilibrado frente ao nível de desempenho que ele apresenta, é excelente para usuários com perfil de uso semelhante ao meu!! O tempo de carga é muito bom, 1h48m com o aparelho desligado (ou 1h56m com ele ligado) e 50% da carga em apenas 38 minutos!!
Importante lembrar que tarefas pontuais como gravação de vídeo e Waze usados de forma ininterrupta podem exaurir a bateria muito mais rapidamente. Nestas situações que brilha a estrela do Moto Snap de bateria que acrescenta mais de 11 horas de autonomia no regime “diário”, permitindo mais de 30 horas de uso (segundo o meu resultado).
Conclusão sobre o Moto Z 2 Play e a polêmica da redução da bateria
Ele é elegante, bonito, leve, câmeras evoluídas em relação ao Z Play, ótima duração de bateria a despeito da redução nominal de sua capacidade. O Moto Z Play 2 ficou tão esguio, leve e estiloso como era o Moto Z original, mas com muito mais autonomia. Não que o Moto Z Play original fosse feio, mas perto do primeiro Moto Z ele perdia em leveza e estética.
Eu acho que entendi o que a Motorola quis fazer. O Moto Z Play tinha um desempenho de bateria incrivelmente bom, mas talvez até mesmo além da necessidade. Ao reduzir 510 mAh da sua bateria para o modelo 2, a Motorola pode fazer do Z Play 2 um modelo com a elegância do Moto Z, mas com bateria muito, mas muito melhor que o Moto Z (vide os gráficos que mostrei acima), mesmo que menor que o Moto Z Play. Penso ter sido um “ajuste fino” do projeto que pode nortear (espero que seja assim) produtos futuros da empresa. Com os processadores (SoC) cada vez mais eficientes, melhor um smartphone mais leve e elegante e ainda assim com ótima duração de bateria! Este equilíbrio foi ótimo no Z Play 2.
Portanto eu discordo dos críticos que rapidamente se opuseram a esta mudança (redução). Talvez se tivessem feito uma análise semelhante a esta poderiam ter outra opinião. Fazendo uma analogia, levar para casa um carro com 600 cavalos de potência parece ótimo, mas um com 450 cavalos ainda vai dar muito frio na barriga ao acelerar e será um carro muuuuito rápido. É isso!! Bom senso. Espero ver em futuros produtos da Motorola produtos tão afinados assim, dosando potência, capacidade de bateria, design e leveza. Espero que o Moto Z 2 Play tenha sido uma escola para esta categoria de dispositivo!! Que venha o Moto Z Play 3 em 2018!
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