Frédéric Martineau, CTO e sócio da Act Digital, explica como a empresa está mudando sua atuação para acompanhar uma nova fase da transformação tecnológica, marcada pela inteligência artificial e pelos agentes. Na conversa, ele mostra por que AI First não significa colocar IA em tudo, mas começar pelo problema de negócio, pelos processos e pelos resultados esperados. Também fala sobre o desafio de levar projetos além do piloto, a formação de equipes híbridas com humanos e agentes, os limites de autonomia e o papel do FDE nessa transformação. O caso da BMW ajuda a mostrar essa estratégia na prática, enquanto a experiência acumulada pela Act se transforma em ativos e aceleradores para novos projetos.
Tecnologia não serve para nada se não for compreendida. Minha ambição é ajudar as pessoas compartilhando informações, experiências, notícias e minhas opiniões sobre produtos, tecnologias, etc. Também divulgarei opiniões de assuntos gerais que julgar relevantes.
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
PapoFácil #1084 Act Digital mostra como FDE ajuda a levar a inteligência artificial do piloto à operação
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