terça-feira, 21 de abril de 2015

HP Pavilion x360 – pequeno, notável, versátil - surpreendente processador Intel Core-M

Costumo ser muito minucioso com testes de dispositivos. Procuro realmente estressá-los de muitas formas. Testo componentes específicos como disco, memória, bateria, vídeo, etc. Mas dessa vez o teste com o HP Pavilion x360 transcorreu de uma forma um pouco diferente. A começar pelo fato do x360 ter sido o primeiro equipamento do tipo “convertible” que pude usar por um período grande (manipular em uma demonstração ou coletiva de imprensa não conta). Também pelo fato de se tratar de algo diferente. Não é um notebook, não é um Tablet. Trata-se de dessa nova categoria que tem como desafio trazer os dois mundos para um equipamento único.

Alguns “convertibles” atingem este objetivo por meio da remoção da tela, deixando o corpo do equipamento para trás. Esta abordagem é interessante pelo aspecto peso. Somente a tela é bem leve e remete a um tablet convencional. Mas esta forma peca pela baixa capacidade de processamento, uma vez que ainda não é possível ter toda a velocidade e capacidade de bateria apenas na “tela”. Mas ainda assim considero os “convertibles” com tela destacável também ótimas alternativas para muitos casos. A solução da HP para este produto é prover a versatilidade de um produto que pode ser usado de três formas diferentes em formato único. Porque três formatos?

Fácil de entender. A foto abaixo ilustra isso de forma exemplar. Pode ser usado como notebook convencional (tela e teclado), fechado com a tela rotacionada na forma de tablet e com sua base angulada servindo como apoio conferindo mais uma forma de uso.
   

figura 01 – HP Pavilion x360 – diversas formas de uso (clique para ampliar)

A HP tem um interessante vídeo em seu site que ajuda a entender esta versatilidade de formato e modo de uso:



O processador Inte Core-M de última geração (Broadwell)


Minha grande curiosidade e motivador para realizar este teste é o fato do x360 utilizar o novíssimo processador Core-M da Intel, apresentado no apagar das luzes de 2014 que chegou ao mercado no começo de 2015, cuja geração tem o codinome Broadwell. Como o nome sugere “Core-M” é um processador específico para aplicações de mobilidade. Não é um Atom, não é Pentium, não é Celeron, nem um Core i (3, 5 ou 7) e sim o Core-M, um novo conceito de processador, evolução das arquiteturas existentes. Não quero ser técnico demais, mas preciso falar um pouco do cerne do x360, o seu processador. O Core M-5Y10c usa o processo de fabricação (litografia) de 14 nm (nanômetros), o mais alto grau de miniaturização atual, tem 2 núcleos (2 processadores em um), conta com o recurso Hyper-Threading (tem 4 filas de execução de tarefas como se fosse um processador de 4 núcleos), consome apenas entre 3.5 e 6 W de energia.
   

figura 02 – Processador Core-M – visão conceitual
   
O mais interessante deste processador é o conceito sobre o qual ele foi construído que visa torná-lo o “rei da mobilidade”. Sua área útil é ocupada mais de 50% por seu engenho gráfico embutido (Intel HD Graphics 5300), que confere para o sistema o necessário desempenho de vídeo requerido pelas aplicações atuais. Para o processamento tradicional também tem o modo “Turbo Boost” (versão 2.0) existente em outros chips da Intel, mas de forma bastante peculiar. Sua frequência de operação (que se traduz em velocidade) vai de 800 Mhz (0.8 Ghz) até 2 Ghz.

Outros processadores com Core i3 ou Core i5, por exemplo, têm modo turbo com 30% a 50% de incremento. Já o Core-M tem modo Turbo Boost de 250% (800 x 2000 Mhz). Mas qual o motivo? Embora 800 Mhz pareça frequência de operação de computador do final dos anos 90, 800 Mhz de hoje, com vídeo e controlador de memória integrados, desempenham suas funções naturais de forma totalmente satisfatória para o tipo de uso para o qual o x360 foi concebido. Em casos de necessidades pontuais ele pode aumentar sua velocidade até os 2 Ghz pelo tempo que for necessário. De forma análoga seu sistema gráfico também tem esta ampla versatilidade. Tem frequência base de 300 Mhz podendo ampliar sua velocidade até 800 Mhz (até 266% de variação).

Para deleite dos engenheiros ou geeks de plantão, a incrível beleza deste projeto é que a cada fração de segundo o Core-M está analisando a demanda que ele está sendo submetido e ajustando a frequência de operação simultaneamente de seu sistema de processamento e de seu sistema gráfico de forma a entregar o máximo desempenho com a maior economia de energia. Por vezes o vídeo é muito demandando e o processamento é bem baixo e vice-versa.

O ritmo do desenvolvimento dos processadores é absurdamente alto. Há pouco mais de 2 anos eu testei e falei a respeito do “top” dos processadores da Intel do momento, que era o Core i7 3770k (Ivy Bridge). Neste teste o robusto Core i7 gastou em um dos testes 9.6 segundos para calcular PI com 1 milhão de casas decimais. O “modesto” Core M-5Y10c hoje gastou um pouco menos do dobro do tempo para fazer isso, 19 segundos.

Mas chamo a atenção para o fato de que na época (final de 2012) os processadores de entrada e mobilidade da Intel gastavam perto de 2 minutos para fazer a mesma operação! O seja, o Core M atual tem a mesma ordem de grandeza de poder de processamento que a solução de topo de 2 anos e meio atrás. Mas com uma diferença, atualmente gasta 3.5 W no máximo enquanto aquele Core i7 gastava 77W (e era na época considerado econômico). Core M mais de 20 vezes mais econômico para fazer a mesma tarefa gastando só um pouco mais de tempo. FANTÁSTICO!!


figura 03 – Core-M calculando o Pi com 1 M de casas em tempo próximo ao do Core i7 de dois anos e meio atrás
  
Mas será que este rol de características, especificações e esforço de engenharia deste processador tornam o HP Pavillion x360 um dispositivo bom de fato??

Usando o Pavillion x360 – características gerais             

Demorei um pouco para me acostumar com a versatilidade do notebook que vira tablet e vice versa. No meu caso foi um certo comportamento vicioso de sempre contar com o teclado. Mas usado como todo tablet, adorei a possibilidade de poder, por exemplo, acompanhar eventos esportivos na TV enquanto acompanhava mais informações em sites especializados. Ver TV com tablet na mão é quase viciante.

Algo a se destacar é que o sistema de som do x360 é “beatsaudio”. Para quem não conhece é a mesma marca do fone de ouvido mais comentado e usado pelos DJs e pelos jovens atualmente. A consequência disso é que apesar de ser pequeno e estreito a qualidade do som é superior ao de equipamentos de tamanho similar, realmente bom!!


figura 04 – HP Pavilion x360 – sistema de som beatsaudio
    
O x360 possui 4 GB de RAM e um HD de 500 GB. Sua tela sensível ao toque (com 10 pontos de sensibilidade) é de 11,6 polegadas e tem resolução HD, ou seja, 1200 x 720 pixels, podendo ser girada em 360 graus (transformando-o em tablet). O sistema operacional é o Windows 8.1 de 64 bits. Conta ainda com 3 conectores USB, saída de vídeo HDMI, rede Ethernet e leitor de cartões de memória.

figura 05 – HP Pavilion x360 – sistema operacional
    
Algo também a se destacar no Pavilion x360 é seu sistema de rede sem fio. Usa o padrão mais moderno, o 802.11ac que se destaca pela possibilidade de operar a mais de 1 Gbps. Mas na versão presente no x360 tem limite teórico de 600 Mbps, bem mais que o padrão “g” (54 Mbps) e o padrão “n” (entre 150 e 300 Mbps). Tenho em meu escritório um Roteador WiFi padrão “ac” e pude desfrutar desta avançada possibilidade, tanto que em momento algum precisei usar cabo de rede, apenas o WiFi. Velocidade plena.

A tela sensível ao toque com múltiplos pontos de sensibilidade não tem diferença na usabilidade em relação aos mais afamados tablets do mercado. Vez por outra testo dispositivos que têm baixa sensibilidade, imprecisão ou “delay”, mas não é o caso do x360. Seu “touch” é perfeito.
 
figura 06 – HP Pavilion x360 – tela sensível ao toque com ótima sensibilidade
    
Por seu tamanho de tela pequeno (11 polegadas), que obviamente favorece sua mobilidade, não é o dispositivo ideal para, por exemplo, editar longos textos, editar imagens, criar publicações sofisticadas. Digo isso mais por meu referencial, prefiro telas maiores para isso. Não lhe falta poder de processamento para estas tarefas. É uma questão de preferência pessoal. Também não o recomendo para tarefas sofisticadas como edição de vídeo já que há plataforma atuais muito mais adequadas para isso em termos de desempenho e agilidade.

Também destaco sua espessura. Mesmo na posição “tablet”, dobrado com a tela rebatida ele permanece bastante fino e de fácil manipulação.


figura 07 – HP Pavilion x360 – na posição “tablet” – também bastante fino

Uma evidência que me mostrou minha adaptação ao HP Pavilion x360 é que em minha casa habitualmente levo para lá e para cá um Ultrabook Vaio, com processador Core i5, leve, fino, tela sensível ao toque e bem rápido. Mas durante o tempo que estive com o x360 naturalmente eu o preferi 100% do tempo. E isso não foi planejado nem forçado, apenas aconteceu assim. Eu me vi usando bem frequentemente o x360 no modo tablet (rotacionado) e às vezes em seu modo notebook.

Levei comigo o x360 em vários eventos, coletivas, reuniões e a praticidade, leveza e capacidade de realizar estas tarefas “de campo”, criação de textos, tomar nota de apresentações, etc. e ele me atendeu com facilidade! Eu nunca me adaptei a digitar longos textos (ou nem tão longos assim) diretamente em telas sensíveis ao toque. Por isso este “tablet com teclado” e mais rápido que um tablet convencional me agradou.


figura 08 – HP Pavilion x360 –  visão traseira


Especial atenção para a duração da bateria. Como se comportou?

Claramente este tipo de dispositivo precisa entregar grande autonomia de bateria para seu usuário. Tecnologia para isso em princípio não falta para o x360. Será que ele correspondeu às expectativas?

Testar duração de bateria de qualquer dispositivo, seja um smartphone, tablet, notebook ou um “convertible” como este é algo bem traiçoeiro uma vez que a autonomia depende 100% do perfil de uso de quem está utilizando o dispositivo. Por isso eu sempre faço teste em 3 situações distintas.
  • “Idle” – ou seja, máquina parada, sem executar programa algum, mas com vídeo sempre ligado e WiFi desligado. Dessa forma obtenho um possível valor para duração máxima da bateria. Mas porque com vídeo ligado se eu deixasse o sistema de economia atuar desligando o vídeo estenderia ainda mais a autonomia? Julgo irreal e sem serventia medir o consumo de uma máquina que nem posso vê-la em operação.
  • “Força Bruta” – usando o software BATTERY EATER (literalmente o comedor de bateria) forço a situação de máximo uso de manipulação de vídeo e de processamento numérico, com vídeo e WiFi sempre ligados. Dessa forma exijo o máximo possível do equipamento e analiso a situação de “pior caso”, o máximo consumo possível. Mais ainda do que, por exemplo, exibindo vídeos do Youtube o tempo todo.
  • “Meu uso” – faço um regime de uso normal do dispositivo. Acesso alguns sites. Vez por outra ouço uma música ou assisto um vídeo. Deixo o equipamento sem uso por mais alguns minutos, escrevo um pequeno texto, interajo em redes sociais, deixo-o mais um tempo sem uso. Neste modo deixo atuar o sistema de desligamento de vídeo caso fique inativo por mais de 5 minutos. É realmente um teste SUBJETIVO e que ao contrário dos dois primeiros pode resultar em diferentes resultados se submetido por pessoas diferentes, ou mesmo pela mesma pessoa em outra circunstância. Mas serve como base de comparação em “uso real”.

Mostrados os critérios, que fiz questão de explicitar para maior transparência e clareza, vamos aos resultados:
  

figura 09 – Duração da bateria em 3 cenários distintos
      

figura 10 – teste BATTERY EATER – 2h40m34seg de duração em carga máxima
      
Máximo de 8h10m e mínimo de 2h40m. Estes são os extremos obtidos no teste e com total certeza, em função do tipo de uso no dia a dia algum valor no meio deste caminho será obtido em regime de uso “normal”. O desafio é ter um dispositivo cuja bateria dure o dia todo. Olhando com a lente de que se trata de um dispositivo móvel, não usado 100% do tempo (vez por outra tem a sua tampa fechada colocando o x360 em hibernação) vejo como possível carregar a bateria apenas uma vez por dia.

Com base nestes números, cada um que está lendo pode tirar uma conclusão, se é bom para si ou não. Minha visão é, para o nível de desempenho que superou as expectativas, a autonomia da bateria é bastante satisfatória e compatível com o que se esperaria de um “convertible” projetado pela HP. Parece rigoroso demais? Nem tanto. Falado de outra forma, eu seria com toda a certeza um usuário regular do x360!!! Ele me atenderia sem dúvida no aspecto duração da bateria.

Conclusão
 
Já faz algum tempo que os processadores evoluíram de tal forma que poder de processamento para tarefas do dia a dia são suficientes (criar documentos, apresentações, usar Internet, redes sociais, etc.). O que se observa são os fabricantes caprichando em seus projetos, novos formatos e aprimorando as características que ainda têm espaço para evolução. Isso fez surgir nos últimos tempos dispositivos inovadores. E penso que ainda estamos apenas começando. Muito ainda há muito por vir.

O HP Pavilion x360 conta com o mais moderno e eficiente processador disponível para este tipo de cenário e aplicação. Sobra agilidade, sobra capacidade de processamento para as tarefas normalmente atribuídas para esta categoria de dispositivo. WiFi de primeiro mundo, tela super sensível e responsiva, som de alta qualidade (relativo ao tamanho do dispositivo), alta mobilidade (pequeno e leve) e duração de bateria que varia entre 2h40m e 8h10m (pior e melhor caso), tornam o x360 bastante adequado para o modelo de uso proposto.

Sei que custo é sempre uma variável muito complicada na equação de projetar um dispositivo desses, mas tenho duas sugestões para a HP melhorar o que já é bom e torná-lo ainda melhor. Seu disco rígido marca Hitachi de 500 GB tem boa velocidade, embora pudesse usar HD de 7200 rpm e não 5400 rpm como o presente no produto. Mas se o x360 usasse um SSD ou ao menos um HD híbrido, isso o tornaria ainda mais ágil. Minha opinião pode ser um pouco viciada uma vez que meu notebook e meu ultrabook atual usam SSD.

Meu segundo comentário diz respeito ao “touchpad”. Aquela superfície totalmente plana, sem botões definidos (diferente dos touchpads de notebooks mais antigos) sempre me atrapalham muito! Porque acabaram com os botões??! Não gosto! Acabo usando mouse USB ou Blutooth a maior parte do tempo e touchpad só emergencialmente. Mas verdade seja dita, não é exatamente um “problema” do x360. Eu detesto touchpads!

O produto está por chegar nas lojas nesta renovada configuração. Ainda existe no mercado o Pavilion x360 motorizado pelo bom processador Intel Pentium Quadcore ou Celeron N2830 lançado no começo de 2014, também uma boa aquisição. Mas cá entre nós, Core-M é Core-M, revelou-se uma maravilhosa alternativa para este segmento de dispositivos! É o x360 que eu recomendo baseado em meu minucioso e agradável teste de usabilidade.



figura 11 – Pavilion x360 em seu modo tablete apoiado sobre sua base 

25 comentários:

  1. Flávio,
    Gostei da análise. Por favor, me diga:
    1) Esse notebook será vendido com o Windows 10 ?
    2) Voce fez algum teste com um DVD/RW de conexão externa ?
    Estes dados também terão importância na minha decisão de compra.
    Grato!

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    1. 1)Adquiri ele recentemente e ele vem com o windows 8.1, mas você pode atualizalo para o win10 gratuitamente.
      2)Ele n possui driver de dvd

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  2. Olá muito bom, gostaria de te fazer um convite. BlackBerry pin 2B10353. Fico no aguardo

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  3. Olá, belo review. Você saberia me dizer6se é possível fazer upgrade de memória para 8 GB ou o módulo é soldado na placa mãe? Obrigado.

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  4. Olá, belo review. Você saberia me dizer6se é possível fazer upgrade de memória para 8 GB ou o módulo é soldado na placa mãe? Obrigado.

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  5. Adquirir um recente, muito bom, leve, agradável para digitar, etc... gostando muito, já atualizei para W10. Gostaria de saber tbm, se o mesmo pode receber um upgrade de memória?

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  6. Sim, é possível trocar o módulo de 4 por um de 8 Gb, e o HD por um SSD...
    HMSP

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    1. Infelizmente não. Desmonte ele com a intenção de fazer upgrade na memória mas ela é soldada na placa:(

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  7. Parabéns Flávio, excelente análise.

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  8. Muito obrigado pela sua análise! Acabei de comprar um graças ao que vc disse e to adorando. Sou advogado e preciso levar note comigo e sinceramente é muito prático e levíssimo. Vi diversas críticas negativas, mas não tão bem fundamentadas até porque me parece óbvio que a preferência é justamente utilizá-lo como note, não como tablet. Eu paguei R$ 1480,00 por ele. Vou comprar um chromecast pra utilizar a tv caso precise de uma tela maior e foi uma bela aquisição até pelo processador que economiza energia.
    Flávio, muito obrigado!

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  9. Senhores, o que vocês estão achando da tela do notebook ?
    Achei de qualidade bem ruim.

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  10. Paguei a vista menos de 1200,00 no final de 2015 mostrei para um amigo e ele ficou apaixonado mas agora o mais barato que se encontra está quase 2000,00

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  11. Correção:
    A tela possui resolução de 1366 x 768 (e não 1200 x 720 como está na matéria).

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  12. Não comprem esse notebook.
    Eu tive a infelicidade de comprar acreditando na marca HP e sua confiabilidade, porém sem qualquer explicação a tela trincou , a principio eu até acreditei que talvez fosse culpa minha, más após pesquisar eu encontrei diversas pessoas donas do equipamento que tiveram o mesmo problema, inclusive quando fui em uma loja do Carrefour (Limão) fazer uma cotação de outro notebook e comentei o caso, a vendedora me falou que aconteceu o mesmo com um HP X360 que estava em exposição. Entrei em contato com a HP e fui informado que esse problema não é coberto pela garantia, me indicaram 2 assistências autorizadas e quando recebi o orçamento conclui que a única solução era a lata do lixo, o valor foi de mais de 1.300,00 reais. Na minha opinião esse equipamento tem uma falha de projeto e espero que a HP faça um estudo e chame os proprietários para um Reccal.
    Quanto a conexão do Wi fi eu também tenho esse problema constantemente, só volta quando se reinicia.

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  13. Esse note tem realmente um problema de projeto. No meu caso o equipamento energizou quando carregava a bateria. Todo mundo sabe que quando um pc fica energizado é necessário desligar tudo e retirar a bateria para descarregar a energia. AGORA VEM A SURPRESA: Esse note não permite retirar a bateria. É tudo acoplado num módulo só. Você tem que desmontar toda a carcaça para desconectar a bateria. NÃO COMPREM ! NÃO RECOMENDO! FUJAM DESTE EQUIPAMENTO. TIVE QUE DEVOLVER NA LOJA.

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    1. Já estava engatilhando o dedo para comprar no site da HP que diz que ele está em preço promocional, R$ 1.580,00, serviria direitinho para meu tipo de uso, mas agora fiquei receoso que estes problemas venham a acontecer com o meu. A tela trinca por conta do esforço de girar ou por conta da estrutura que envolve a tela ser de plástico ?

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  14. Boa noite, gostaria de saber. Pra edição de vídeos ele é bom?

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  15. Boa noite, gostaria de saber. Pra edição de vídeos ele é bom?

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  16. Alguns pontos a ressaltar, tenho este equipamento desde janeiro de 2015. Realizei a compra visando a mobilidade e na época haviam bons reviews como o texto acima que falavam muito bem sobre processamento e uso do modo tablet. Ledo engano, na época comprei via internet e achei o note lindo. Até começarem os problemas. Quando do update da versão para o WINDOWS 10 o modo tablet parou de funcionar e estou esperando uma atualização que possa fazer o modo tablet voltar a funcionar, infelizmente já procurei em muitos foruns de discussão e nunca consegui resolver o problema. Outro ponto negativo no meu caso é o processamento, uso um software profissional de reprodução musical que utiliza um dispositivo usb que manipula o programa, infelizmente o mapeamento do desempenho demonstra que o processador sofre pra tocar duas musicas ao mesmo tempo o que faz com que o áudio engasgue e torna a qualidade do áudio que é entregue ficar péssima, é uma maquina perfeita para editar textos acessar a web, porem péssima para usuários que precisam de ferramentas profissionais. Edição de vídeo é possível, porem a renderização é impraticável devido ao despenho. Na minha opinião é uma maquina de 700 reais que por ter selo HP é vendida a 1500. Não comprem.

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  17. Muto bonito porem com falhas na placa de rede, só pega wi fi se você estiver colado no modem o que não e muito agradável. Enfim pelos comentários muitos clientes insatisfeitos.

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